Dollar & oil – a Venezuela e a agonia do petrodólar

(Rui Pereira, in Facebook, 04/01/2026)

Desde que o governo de Nicolás Maduro Móros encetou a integração venezuelana nos sistemas financeiros de desdolarização do mundo e abriu caminho à maior taxa de crescimento de todas as economias da região, Caracas entrou no “olho do furacão”.

As suas transações petrolíferas em yuan chinês, em euros ou rublos, como salientam diferentes especialistas em economia internacional, por um lado. E, por outro lado, a adesão progressiva do país a dispositivos de transações fora do sistema Swift, nomeadamente a adoção do sistema mBridge que faculta aos bancos centrais a realização de transações em moeda local (ver uma explicação sumária em português aqui) colocaram o país detentor das maiores reservas petrolíferas do mundo na mira direta do império.

Não é inédito. Kadafi na Líbia, em 2011 ou Saddam Hussein no Iraque -bombardeado na véspera da sua adesão ao euro como moeda de transação petrolífera em 2003-, pagaram ambos as suas intenções com um preço idêntico, embora ainda mais selvático do que aquele que foi agora estabelecido para Nicolás Maduro. O saneamento do petrodólar, que permite aos EUA imprimir moeda virtualmente sem fim e sem que isso faça disparar correspondentemente a inflação, porque todos os países precisam de dólares para as suas transações, desde logo petrolíferas, é a maior ameaça para o império.

Politicamente, nunca os EUA (ou a própria União Europeia, assinale-se) estiveram preocupados com liberdade ou democracia, nem mesmo no plano geo-nacionalista interno, quanto mais no exterior! O que os preocupa, além da guerra em curso por recursos e das questões do comércio e finança internacionais é, noutra ordem de razões, a possibilidade de países que encetam processos de transformação revolucionária serem bem-sucedidos.

O longo ódio contra Cuba -empobrecida pela guerra económica e por isso acusada, agredida militarmente e ainda ontem de novo ameaçada por Trump- é um exemplo. Mas, que a Venezuela, a potência com maiores recursos petrolíferos do mundo (e outros recursos naturais vitais) possa desenvolver uma revolução bem-sucedida em qualquer variante de ideologia socialista, isso é inadmissível. O bem-estar do povo venezuelano em revolução, funcionando como exemplo para outros povos, é um luxuoso perigo a que o império não pode dar-se.

Por fim, está em curso por todo o Ocidente, para não irmos mais longe, o que um comentário semianalfabeto a uma publicação minha de ontem chamava “o EXTERMÍNIO da esquerdalha”.

O que, em língua de gente, significa uma profunda e agónica guerra contra o progressismo que nos trouxe das Luzes oitocentistas – nomeadamente latino-americanas -, até ao momento presente. A contrarrevolução reacionária que teve a protagoniza-la no início do século XX, nomes e regimes como os de Hitler ou Mussolini, tem, cem anos mais tarde, outros nomes, que vão da macro dimensão mundial dos chamados “neoliberais” em fusão com os chamados “populistas de direita” de que sucessivas administrações norte-americanas são exemplos, culminando com Trump, até à escala micro de dirigentes-vassalo como Macron, van der Leyen, Costa, Kallas ou nos nacionais Montenegro, Cotrim ou Ventura.

O que se passa na Academia, nos sistemas de ensino, nos media é paradigmático. Ainda ontem, enquanto se emitiam em círculo e em circo até à exaustão nas nossas televisões imagens de umas dezenas de venezuelanos a festejar em Miami a agressão militar contra o país onde nasceram, omitiam-se imagens de manifestações contra essa acção um pouco por todo o mundo, a começar por Times Square, o coração de Nova-Iorque, que, noutros dias, tantos devotos tem entre o provinciano e servil jornalismo oficial e no seu adjacente nacional-comentariado (ver aqui).

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42 pensamentos sobre “Dollar & oil – a Venezuela e a agonia do petrodólar

  1. Garantidamente a Dinamarca não se meteu com o dolar e tem nos últimos quatro anos sido um dos mais sabujos “aliados” do regime ucraniano.
    Tem também um Governo de direita bastante “aceitável” e tem se fartado de cortar no estado social.
    E tudo isto mostra efectivamente que Trump nao passa de um ladrão reles.
    Porque os Estados Unidos teem uma grande história de roubo de territórios pela força quando percebiam fraqueza no adversário, como foi o caso do Hawaii, pais independente passado na mão grande a pretexto de civilizar os selvagens que lá viviam e metade do território do México.
    Noutros casos tratou se de comprar território.
    Caso do Alasca, comprado a Rússia, e da Louisiana, comprada a França.
    Mas Trump e um vulgar ladrão e não está para gastar dinheiro oferecendo uma compra que os sabujos dinamarqueses sem dúvida aceitariam.
    Ate porque seria também uma forma de a Europa salvar a face invocando o facto de ter sido um acordo.
    Um acordo colonial, com venda de território e dos desgraçados que lá vivem como se fossem gado, mas um acordo.
    Mas Trump e um ladrão reles e por isso vai ser a bruta. Quem puder devia fugir que fuja.
    E o Canadá que se prepare pois que virá a seguir.
    Pelo sim pelo não, talvez muito boa gente por lá devia começar a pensar na ideia de pedir penico na Rússia pois lá falta gente para povoar um vasto território.
    Porque os Estados Unidos estão em vias de se tornar uma República de Gileade, vide o livro História de uma Serva.
    E na Rússia sempre há um bocadinho mais de apoios sociais e serviços de saúde.
    E, já agora, há mais de 20 anos que não se executa ninguém.
    E pelo sim pelo não, os seus dirigentes não falem tão grosso contra a Rússia porque podem precisar de se ir lá acolher.
    A menos que queiram acabar ao lado de Maduro a ser julgados por uma múmia com advogado de merda.
    Entretanto na Europa, ao mesmo tempo que activistas pro Palestina são espancados e detidos, na Áustria permitiu se uma marcha de homenagem ao nazista ucraniano Stepan Bandera.
    Estamos bem se não nos roubarem.

  2. Também quero ver o que esta gente tem a dizer quando for a Gronelândia ou a Ilha Terceira.
    Realmente estes pategos não param. O pior é que acreditam mesmo nas tretas que lhes dizem.
    Mas acreditam mesmo que são alforriados.
    Valha lhes um burro aos coices.

    • Face âs ameaças ou avisos repetidos da intenção de se apropriar da Gronelândia, com estatuto de comunidade autónoma sob jurisdição do reino da Dinamarca, membro da UE e da NATO, algumas das primeiras questões que têm de ser colocada a Ursula von der Leyen, Kaja Kallas e António Costa são as seguintes:

      1) quando vão ser bloqueados, interditados e censurados pela UE os canais de radiodifusão e televisão com sede nos Estados Unidos da América, à semelhança, e com muito mais razão de causa, do que foi feito com semelhantes canais russos (pois a Rússia não invadiu nenhum nem se apropriou de nenhum território ou país membro da NATO, ou da UE)?

      2) quais serão as primeiras sanções em relação ao potencial e previsível invasor/agressor/ocupante, os EUA?

      3) ficarão sem efeito os recentes acordos estabelecidos entre os 2 blocos (UE – EUA), ou estes são de cumprimento “irrevogável”, aconteça o que acontecer? Continuaremos a permitir tarifas às exportações europeias sem que se estabeleçam tarifas equivalentes às exportações americanas? Continuarão as corporações norte-americanas a estar isentas ou aliviadas de taxação fiscal na UE?

      4) o inglês continuará a ser a língua oficial da União Europeia, utilizada nos discursos dos seus representantes e dirigentes, apesar de já terem passado alguns anos do Brexit e de não haver nenhum país cuja língua oficial seja o inglês (não me venham com Malta nem Gibraltar)?

      5) quando deixam de ser pategos úteis e passam a entender que não estão à altura das responsabilidades, por inépcia, incapacidade intelectual e fraqueza de espírito, e se demitem? Haverá consequências políticas e jurídicas para quem arrastou os países da UE para este ponto?

    • Não sei quem é nem quero saber o que escreve esse indivíduo, provavelmente mais um patego “às direitas” a escrever elegias e apologias dos actos criminosos dos yankees.
      Quando for a Gronelândia, depois logo publicas outro link para outro comentário dele, ou não. Terá é de inventar outro título, pois a Dinamarca é do mais sabujo que se pode ser a nível “euro-atlantista”, talvez ao nível da intelligentsia nacional-patega, ou até mais, e não consta que se tenham metido com o “Grande Irmão”, pelo contrário, colaboram com ele de todas as maneiras e feitios, se for preciso até por baixo da mesa. Depois logo dirá o Luís que se quem se mete com ele leva… tem é de inventar uma historieta. Não é uma questão de se meterem ou não com os yankees, é sim uma questão de prioridades tácticas e de estratégia, com estratagemas para levar a sua avante, sem escrúpulos, como uma organização criminosa, praticando pirataria, terrorismo de estado, com vista ao cumprimento de objectivos, que invariavelmente se traduzem em aumento de “revenue” e de “power” (soft, hard ou ambos). Dinheiro, recursos e poder/influência, é só isto que os move, e nada mais. Primeiro avaliam os riscos e os adversários, depois exploram as suas fraquezas e incapacidades, como fazem os predadores quando atacam as manadas, e têm de seleccionar as presas – procuram os pontos fracos, recolhem informações, corrompem, interferem, sancionam, sabotam (na Gronelândia nem vão ter de se esforçar muito, não há necessidade de invenções de propaganda acusando os dirigentes de liderarem um cartel, basta “chegar, ver e vencer” e tomar logo conta daquilo, ou quase. O resto são lérias para escravos como tu irem dormir convencidos que são alforriados, e que podem ser racistas para os outros que não receberam a tal alforria, do mais servil que por aí anda.

    • Aliás, a dificuldade é sempre estabelecer “a narrativa” que convence os pategos locais a aceitarem a dominação yankee. No teu caso e no de muitos outros nem têm de se esforçar muito, mais de metade do trabalho de incepção e incentivo é feito pela propaganda, o resto é com o nível de aceitação da população local. Por regra arranjam um “grande líder” mais susceptível de ser aliciado, que logo arrasta os seus seguidores, e o que não falta é gente dessa por aí, são vulgares e dão-se bem na vida servindo os (grão-)mestres certos…
      Quando as coisas não correm bem, usam os spin-doctors, traem aqueles que os serviram e facilitaram se o deixarem de fazer, sacrificam peões ou ramificações como fazem os cartéis e as máfias, as seitas e os grupos sectários. É este o modus operandi, usando diabolizações ou mistificações quando é preciso, manipulando percepções com propaganda e “infotainment”, programação e controlo mental, novilínguas, conforme as necessidades e circunstâncias, tendo em vista os objectivos definidos pelas cúpulas, o chamado “Estado profundo”, que são os beneficiários últimos do esquema piramidal.

      Fizeram isso com os índios (vermelhos), os nativos e mestiços hispano descendentes ou latino-americanos (castanhos), com os afro-descendentes (pretos), os asiáticos (amarelos), e agora preparam-se para fazer com os enfraquecidos e seguidistas estados europeus (brancos), super dependentes política, cultural, social, económica e defensivamente, por culpa própria e iniciativa ou “empreendedorismo” do Uncle Sam, ou do Grande Irmão, o mais novo de todos e talvez o mais potente da actualidade, EUA, ombreando com a velha mas experiente e preparada China, e com a Rússia, que militarmente e tecnicamente não é menos capaz que a Alemanha ou o Japão, e tem todos os recursos importantes, sem restrições dimensionais/espaciais/territoriais ou derivadas da derrota na II Guerra Mundial.
      Portanto, um patego racista europeu que bajula os crimes passados e presentes do grande Irmão sobre tantos povos (incluindo em África e no Médio Oriente) em cerca de 2 séculos e meio de existência formal, pouca moral terá para contestar quando os próximos alvos a pagar a factura da sua cobiça e da sua ganância forem os arianos loirinhos, os nórdicos, anglo-saxónicos, germânicos, francos, lombardos, etc.
      Quero ver depois as lágrimas de crocodilo de tanto “idiota útil”, quando perceberem que a “grande invasão” não são apenas os imigrantes das ex-colónias europeias e os refugiados dos países destruídos pela NATO ao redor da Europa ou mesmo dentro, e sim os próprios maestros e orquestradores de todas essas operações que os pategos supremacistas e xenófobos europeus, muitos inspirados pelos MAGA e pela alt-right, oubpor propaganda derivada mais filtrada, sempre aplaudem e ovacionam. Ou não fossem os “puros pategos”.

    • É também por causa disso que quando se fala em distracções ou chamarizes (decoys) como “compensações ou restituições históricas” às ex-colónias, aos tãos estimados em certas ocasiões “povos irmãos”, o patego e sobretudo o “puro patego” repudia enfaticamente, até pateando e escoiceando, por vezes resfolegando de indignação com tais ideias quase rebuscadas. Mas quando eles ouvem falar em pagar com unha de palmo, custe o que custar, dure o que durar, um regime corrupto qualquer, seja na Ucrânia seja nos EUA, uma do outro lado da Europa, os outros do outro lado do Atlântico com um pé nos Açores e uma mão quase a poisar na Gronelândia, aí eles até batem continência e cantam o hino, marchando a toque de caixa, e mandam emigrar para a Venezuela ou Cuba quem não alinhar com tamanha alienação colectiva, de proporções (auto)destrutivas.
      São pategos, senhor. E as suas prioridades sempre serão as de quem lhes faz a cabeça. E o que não falta são encantadores de pategos…

      • *pagar com língua de palmo

        Na questão das “compensações às ex-colónias”, o curioso é quanto os ingleses, mas sobretudo os países da UE vão pagar às ex-colónias inglesas no âmbito dos 5% impostos por Trump para a “manutenção” e operacionalidade da NATO, mais os 800 mil milhões do Rearm Europe, mais outros tantos em armas compradas aos EUA, mais semelhante quantia em combustíveis fósseis segundo o acordado por von der Leyen com Trump – e ainda ceder-lhes território a bem ou a mal… que a NATO não vai garantir que não seja anexado… e ainda temos as tarifas não recíprocas, etc…

        Se isto não é o mundo ao contrário, que iremos pagar com língua de palmo, o que será?

        Aí a pura pategada já não “assopra”… o que não pode mesmo ser são as alegadas reparações (imaginárias) aos povos que exploraram nos outros continentes e não representam qualquer ameaça, nem fazem exigências e ultimatos… ainda se houvesse carcanhol para isso, e fosse essa a prioridade…

        Vivemos mesmo na era da pateguice, até confiamos os nossos destinos a políticos tão alienados, inaptos, rançosos e corrompidos.

        Já agora, aqui ficam mais uns links para pategos e não pategos poderem ler os termos em que foram comprometidos (no segundo podem abrir links específicos com o conteúdo do acordo):

        https://eurodefense.pt/readiness-2030-o-futuro-da-integracao-de-defesa-europeia/

        https://portugal.representation.ec.europa.eu/news/uniao-europeia-e-eua-emitem-declaracao-conjunta-sobre-comercio-e-investimento-transatlanticos-2025-08-21_pt

      • O artigo do Página Um, oferecido pelo escravo, é muito interessante. Poderá ter um ponto ou outro ligeiramente discutível, mas é informativo, quase exaustivo, honesto e o império camone é nele zurzido e desmascarado sem contemplações e com eficácia. Estando em linha com o que a maior parte dos comentadores da Estátua defende, não me parece que se justifique tanta alergia. Começo a pensar que o escravo é, afinal de contas, um incompreendido.

        • A alergia é simples, qualquer link que o ardina da folha nacional coloque é um link que não me interessa abrir.
          E como já foi descrito, o motivo do ataque dos EUA não é a Venezuela meter-se com o dólar, é serem um objectivo estratégico dos EUA, como será a Gronelândia, que não se mete com ninguém, e pertence a um dos países europeus mais alinhados e subservientes a Washington D.C.
          É mais uma das cambalhotas argumentativas do escravo, que de manhã escreve uma coisa e à tarde outra, sempre com muitos links, e duvidosos.
          Se ele é incompreendido, se calhar é porque ele próprio não compreende e gosta de confundir e especular, além de ter conclusões estupidamente pretensiosas e idiotas, ou contraditórias.

          • Que o escravo é um atleta da cambalhota, concordo. Mas, à imagem e semelhança do alcoólico lá de cima, que escreve direito por linhas tortas (dizem…), a sua demanda pela cambalhota perfeita leva-o por vezes a encontrar treinadores de excelência noutras galáxias. Dentro desse espírito, como estou convenientemente vacinado e não receio contaminações, arrisco por vezes umas braçadas em piscinas desconhecidas, pelo que não tenho qualquer problema em experimentar as que ele generosamente nos oferece. Primeiro, sento-me na borda e mergulho o pezinho (o casco, se preferires), e depois, geralmente, arrisco o mergulho. Se não gosto da temperatura ou da qualidade da água, salto fora, tomo um duchezinho higiénico e pimba, ou mergulho noutra piscina ou vou dar uma volta ao bilhar grande.

  3. Vou colocar mais 2 links para ninguém ler (o 1º pastorinho dos comentários dixit).

    Diz o site sobre si. “ O Guancha.cn ( http://www.guancha.cn ), em parceria com o Instituto de Pesquisa de Estratégia de Desenvolvimento de Shanghai Chunqiu, tem como objectivo fornecer aos leitores chineses em todo o mundo informações actualizadas, relevantes, aprofundadas e envolventes sobre assuntos da actualidade.
    Como agregador online de notícias e comentários, o Guancha.cn oferece aos leitores análises exclusivas sobre temas relevantes e foco da media internacional, proporcionando uma experiência informativa única por meio de um estilo de leitura politicamente envolvente e divertido, que reflecte o choque e a troca de diversas ideologias na China contemporânea e no mundo. “

    Dito isto, dois artigos do mesmo autor. Em ambos, transcrevo o que a tradução do Google pariu, dos dois primeiros comentários que estão no topo à hora que escrevo:

    https://user.guancha.cn/main/content?id=1578198

    Que bagunça!
    Como seu parceiro estratégico para todas as condições climáticas, você ousaria escoltar seus petroleiros? É perfeitamente razoável e legal, então do que você tem medo? A Venezuela está até disposta a ceder terras para bases navais e aéreas, permitindo que você escolte sua frota como faria no Mar Vermelho. Você ousaria ir? Depois de 20 anos como parceiro estratégico, você ignorou tudo, excepto o comércio de petróleo. A Venezuela é impotente para se defender e está ficando cada vez mais pobre. O que há de tão atraente em um parceiro estratégico assim? Por que você não pode voltar atrás?

    Espero que o Guancha.cn possa publicar isso. Se não puder, eu entendo. Estou acostumado a engolir meu orgulho.
    Ontem às 18:56   De Tianjin

    https://user.guancha.cn/main/content?id=1577282&s=fwzwyzzwzbt

    Hui Chang Observadores na Rede de Observadores.
    Não deveríamos priorizar o aumento do investimento em segurança na América Latina? Enviar mais forças militares, especialmente da Marinha, para visitas e operações de liberdade de navegação na América Latina, e idealmente estabelecer diversas bases militares para projectar uma presença militar? Em que era estamos vivendo? Qual território é proibido para os outros? Japão, Coreia do Sul e Sudeste Asiático estão bem à nossa porta; Taiwan ainda é nosso território. Os EUA respeitam nossa influência regional? Se o inimigo pode ir lá, nós também podemos. Se você não retaliar, será considerado fraco e facilmente intimidado. Gostaria também de lembrar que os EUA têm bases militares em todo o mundo, não apenas nas Américas. Só porque tiveram sucesso na Venezuela, não significa que irão replicar o mesmo em outros lugares? Os EUA estão se tornando cada vez mais flagrantes em suas acções; não se importam mais com o direito internacional. Qualquer um que desobedeça será alvo. Dado o precedente de Maduro, vocês acham que apenas os líderes latino-americanos permanecerão em silêncio? Repito: os EUA têm bases militares em todo o mundo. Se abandonarmos todas as formalidades, nenhum líder de um país pequeno estará seguro.
    Nessa situação, diante da intimidação dos EUA e das exigências para que se distanciem da China e protejam os interesses chineses, que escolhas vocês acham que esses países farão? É melhor arriscar a vida e o património recusando firmemente, ou arriscar retaliações económicas da China para proteger a vida e o património? Essa é a verdadeira questão. Se vocês sempre usam a não interferência nos assuntos internos de outros países e o respeito à sua soberania como pretexto para se recusarem a fornecer protecção de segurança, então esses países naturalmente terão que considerar a posição dos EUA e avaliar os riscos de se envolverem com vocês.
    Nesta era de selva, conduzir negócios com um forte senso de segurança e aumentar o investimento em segurança são escolhas inevitáveis ​​para nossa futura expansão na América Latina e até mesmo no mercado global; caso contrário, nossos interesses nacionais no exterior continuarão sendo ameaçados.
    01-04 13:46   Da província de Anhui

    – – – – – – – – – –
    Parece que não só eu que acho, que a Rússia e a China se portaram mal.
    Putin e Xi podem estar confiantes nas suas decisões, mas a rua tem outras ideias e as ideias são perigosas.
    Vão os fracos acreditar, que ao lado deles estão seguros?
    Vão os BRICS servir para alguma coisa?
    Para que lado tudo isto irá? Sabe-se lá.

    A Rússia não é a URSS, mas parece que nem todos entenderam isto
    .
    A China não é um parceiro que forneça segurança, nunca teve uma política expansionista ao longo dos milénios, podem deixar de lado os conflitos fronteiriços com a URSS, o Vietname, a Índia, … que não passam disso mesmo.

    Os chineses são os judeus do Oriente. Judeus no sentido de que, são negociantes no sentido puro e duro do termo.

    A conversa do ganha-ganha é só para os negócios. De tal maneira que, foram enrolados na farinha na questão da Líbia de al-Gaddafi, eles e a Rússia do presidente Dmitry Medvedev. Tendo os chineses avultados investimentos ali. Falta de vontade de pegar o boi pelos cornos. O mesmo se passou aqui.
    Neste momento o mundo não-Ocidental, está como os comunistas na hora da implosão soviética.

    E agora?

    • Tanta bacorada de um cata-vento que acredita em tudo o que lê na Folha Nacional. Então já descobriste qye a China e a Rússia não têm forças militares projectadas no Atlântico sul? Foram ptecisos estesclinks todos para lá chegares?
      E quanto à conclusão final, agora queres imitar o Fukuyama e o seu fim da história? Então afinal a Rússia e s China são inofensivas, impotentes? E não consegues escrever uma cartinha à Kallas ou à von der Leyen e convencê-las disso? O pior é que até o hiPOpoTamUS cor-de-laranja tem medo de levar com um Oreshnik num porta-aviões ou numa base avançada, mas faz de conta que as “wonder weapons” ocidentais é que estão a mudar a face da guerra e o Zelensky quer a paz desesperadamente, nos seusctermos, porque está farto de ganhar quilómetros com o apoio ocidental, e está no ponto de “over streatching”…
      Estas carolas direitolas não páram…

  4. O homem, os petroleiros saíam de lá carregados, era por obra e graças do Espírito Santo?
    Abasteciam Cuba e China, achas que o petróleo que aqueles cerdos imperialistas retiram do xisto ou esburacado o Alasca e melhor?
    E como e que a economia venezuelana estava a crescer a bom crescer?
    Claro que também e sobre ninguém se atrever a dizer não aqueles trastes pois que nenhum dirigente quer passar pelas barbaridades que está a passar Maduro.
    Pessoalmente preferia a morte.
    Mas e acima de tudo sobre petróleo e outros recursos como foi com as destruições do Iraque, Líbia e Síria.
    O que manteve Cuba as portas dos Estados Unidos, com um regime francamente hostil aqueles bandidos, foi não ter nada para roubar.
    Pode ser que o Trampas agora avance contra Cuba justamente para mostrar o seu poder imperial e para convencer os pategos de todo mundo que isto não e sobre pilhagem e sobre petróleo.
    Mas essa é a verdade por muito que custe aos pategos.
    Trump não passa de um reles ladrão e assassino violento que merecia a pena de morte.
    De resto acredita no que quiseres.
    Para mim e igual ao litro.

  5. Agora também nos tentam convencer que a indústria petrolífera venezuelana está praticamente morta e que o petróleo venezuelano não presta.
    Porra que e demais. Parem de nos aldrabar.
    A economia venezuelana estava cescer a força toda, os piratas americanos apreenderam petroleiros carregados, o Trampas disse com as letras todas que isto era sobre petróleo e ainda nos vendem tretas dessas?
    Vão para a raiz da puta selvagem de Babilônia que os pariu.

    • Vcoê está errado, lá porque o Trump fala em petróleo, paleio fácil, não é disso que se trata. Sim, o crude venezuelano é de fraca qualidade e sim a infrastrutura está em péssimo estado. Com os preços atuais do barril, investir biliões de dólares na recuperação da infraestutura para obter obter petróleo caro não é algo que as grandes petrolíferas americanas desejem, quanto mais não sejam porque os técnicos que para lá enviassem corriam o alto risco de serem todos abatidos, que poderia acarretar botas no terreno, o que por seu turno inevitavelmente levaria a um segundo Vietname.
      O que está em causa são outras variáveis. Desde logo, o ego de Trump, que necessitava de um boost por intermédio de uma operação militar espetacular, rápida e relativamente limpa. Outro aspeto importantíssimo é o aviso que com esta operação lança a todos os países (líderes) da América Latina. Isso está intimamente relacionado com os BRIC e com a desdolerização em curso. À Administração pouco se lhe dá o petróleo da Venezuela, o que não querem permitir de todo são trocas comerciais, seja em petróleo ou em outras matérias primas, que não sejam feitas em dólares. Tudo depende do dólar e da sua manutenção como única moeda de troca, porque se assim não for os dólares não valem sequer o papel em que são impressos,
      Repare, o rapto de Maduro é só um símbolo para baralhar e dar de novo, estão prontos a lidar com o regime que fica, mais deprerssa até que os idiotas exilados na Europa, desde que este não colabore com os BRIC. Com esta operação querem dizer isso a todos os outros. No fim, quando a poeira assentar, estou em crer que lhes vai sair o tiro pela culatra, porque não ponderam a reacção de Chineses, da Índia, da Rússia e das próprias autoridades venezuelanas.

      • Os americanos precisam daquilo que chama de ‘fraca qualidade’ por uma razão simples, precisam dele para misturar com o seu ‘light’.

        https://www.theguardian.com/business/2026/jan/05/venezuelan-crude-oil-appeals-to-us-refineries

        O grau de viscosidade do crude, determina o que na refinação é produzido.

        Lembro que quando o eucalipto de Boliqueime decidiu que todos os carros deviam andar a gasóleo, passamos a importar gasóleo e a exportar gasolina. A Galp era o maior exportador nacional nas contas, que as estatísticas contam para os distraídos.
        Teve que ser feito um investimento avultado em Sines para o mercado passar a ter gasóleo sem ser importado, deixando de exportar a gasolina que já não se consumia.

        https://www.axios.com/2026/01/04/rubio-refineries-venezuelas-oil

        Uma coisa é o que se diz, outra é o que é. Rubio não deve saber do que está a falar, ou será que sabe? 😉

        Há muita geopolítica envolvida e no que toca ao petróleo, além de escuro, posso dizer preto? posso? Obrigado! é um negócio obscuro, não casa bem aqui dizer preto. 😁

        • Um direitolas pedante e com um sarcasmo digno nem da taberna onde o Marcelo II vai beber ginjinha…
          Podes dizer os disparates todos que quiseres por aqui, ainda não te apercebeste? Hoje já foram vários…
          Se precisares de mais conselhos e orientações de pessoas menos toldadas que tu e os que partilham da tua ideologia patega, sabes que aqui é o sítio certo… boa noite e as melhoras.

  6. Pois se o Direito Internacional não interessa para nada, meu escravo que se diz alforriado, parem de mandar postas de pescada e de chamar nomes ao Putin pela intervenção russa na Ucrânia que só pecou por tardia.
    Porque aí sim, havia ameaça a Rússia.
    Estão a imaginar o que era bandalhos capazes de queimar gente viva a ter armas nucleares a porta da Rússia?
    Estão a imaginar o que teria acontecido se os 200 mil cães nazis as portas de Donetsk e Lugansk as vésperas da intervenção russa lá teem conseguido entrar?
    Gente que lança drones contra cafés e mísseis sobre praias atulhadas de gente? Em resumo, que sempre que pode matar civis?
    E sim, um chinês tinha todas as razões e mais algumas para saber onde estava o poder.
    O seu país sofreu até duas guerras sangrentas apenas porque os ingleses queriam lá vender a droga nefasta chamada ópio.
    Por isso entretem te lá a ver quase em directo a humilhação do Maduro a ser julgado por uma múmia de 92 anos, defendido por um advogado de bosta para não dizer merda nomeado pelo tribunal e que se calhar nem espanhol sabe.
    Porque agora o cerdo de pelo cor de laranja não se importa de mostrar a sua grande obra a presstitutos de todo o mundo.
    Por isso fica lá entretido e deixa te de mandar links da treta que ninguém se vai dar ao trabalho de ler.
    Ou então vai ver se o mar da Kraken.

  7. Direito internacional, este que conhecemos?
    Comecemos por aqui, já que um dos pais é Hugo Grotius e os derrotados, os portugueses.

    “In 1603, Dutch Admiral Jakob van Heemskerk plundered a Portuguese merchantman, the Santa Catarina, travelling from Macao to Melaka. The sale of the cargo at a public auction made traders across Northern Europe aware of the riches to be reaped from Asian trade. However, the episode raised legal questions and the United Dutch East India Company (VOC) commissioned the young Hugo Grotius to defend Heemskerk’s actions. Grotius produced two classic legal texts, The Law of Price and Booty and its spin-off, The Free Sea, among the greatest works in the history of international legal and political thought.
    …”
    tradução via Google:
    “Em 1603, o almirante holandês Jakob van Heemskerk saqueou um navio mercante português, o Santa Catarina, que viajava de Macau para Malaca. A venda da carga em leilão público fez com que comerciantes de toda a Europa do Norte tomassem conhecimento das riquezas que poderiam ser obtidas com o comércio asiático. No entanto, o episódio levantou questões legais e a Companhia Holandesa das Índias Orientais (VOC) incumbiu o jovem Hugo Grotius de defender as ações de Heemskerk. Grotius produziu dois textos jurídicos clássicos, A Lei do Preço e do Espólio e seu desdobramento, O Mar Livre, entre as maiores obras da história do pensamento jurídico e político internacional. Suas observações abordavam o livre comércio nas Índias Orientais, o conflito militar da República Holandesa com os portugueses e espanhóis na Ásia e os fundamentos legais e morais para atacar e saquear navios mercantes portugueses e espanhóis.
    …”

    Aqui:
    https://press.uchicago.edu/ucp/books/book/distributed/H/bo25991761.html

    se não querem este link, escolham um do vosso agrado que trate da questão. Juro que não é piada para o 2º pastorinho.

    Alguma coisa de novo sob o Sol? URSS, Rússia, USA, … Portugal inclusive, com a Operação Mar Verde?
    Não!

    Como disse o Grande Timoneiro: “o poder está na ponta da espingarda”, ou naquela versão Estado-Novo: “manda quem pode e obedece quem deve”.

    Ali em 1603, foi selado o conceito de ‘mare nostrum’ da Monarquia Portuguesa, que falar nesta altura de Portugal, é errado.
    Nasceu ali o ‘mare liberum’, que ainda hoje todos reclamam, seja junto a Taiwan, seja no Mar Negro, pelos ‘beefs’ e ianques.
    Nós, desgoverno de Portugal reclamámos só as ilhas Selvagens, no tempo do chefe do golpe contra-”revolucionário” em 25N em Belém.

    Depois um pouco mais à frente, quase 50 anos depois (1648), tratados de Vestfália e o princípio da ‘soberania’. Serviu enquanto serviu.

    Se olharem sem estados-de-alma, o que está por detrás de tudo é o Capital. Ora este hoje não se sabe onde está e a quem pertence, na sua corrida hiper-rápida ao redor do mundo. Precisa-se, precisam ELES, sejam eles quem forem, de uma Nova Ordem.
    Qual será?
    Não se sabe ainda, mas não tardaremos muito em saber.
    A Grande Guerra (14-18) acabou com 4 impérios europeus, agora como será?
    Tal como na Conferência de Berlim (1884), seremos meros espectadores e não espetadores como o ppd/ps acham que se deve escrever.

  8. E se a China aproveitasse a maré e assumisse … o comando em Taiwan ?
    A Formosa sempre pertenceu à China e nada ou quase nada haveria a apontar se a mãe abrigasse os seus filhos…
    Seria entáo delicioso ouvir os comentários das toupeiras pusilãnimes que agora nos ferem os ouvidos , dando por justificado o roubo,o rapto, o assassínio e o mandar às malvas de qualquer sombra de Direito Internacional…

  9. E temos as enguias do Bloco no seu melhor.
    Depois de anos a insultar Maduro lá veio a Catarina condenar a agressão americana tendo a pouca vergonha de dizer que se não podemos aceitar que Putin invada para sacar as riquezas da Ucrânia não podemos aceitar que Trump faça o mesmo.
    Ora a senhora sabe que está a mentir com quantos dentes tem na boca. Porque riquezas tem a Rússia de sobra, que despertam cobiça e daí esta guerra proxy.
    A invasão russa foi sobre impedir um genocídio semelhante ao de Gaza que estava a ser prometido por 200 mil nazis as portas do Dombass.
    Foi sobre impedir um regime francamente hostil e que integração nazis de ter armas nucleares.
    E quer uma besta destas ser presidente da República.

    • “Ter acesso” é o termo da novilíngua que o CU (candidato único) professa para significar pilhar?
      E assim poder acusar os ciganos de “ter acesso” ao RSI, aos imigrantes de “ter acesso” à nacionalidade, etc, como se fossem crimes muito graves?

  10. Já agora, a mulher de Maduro vai ser acusada de que? De ter tido sexo com o homem? Sei que naquela grande democracia até dizer uma asneira no quintal da casa pode dar cadeia em certos estados muito puritanos mas ter sexo seja com quem for que uma mulher seja casada ainda não deve estar na lista.

  11. O cerdo prometeu a Dercy Rodriguez, um destino pior que o de Maduro se se opuser a intervenção, leia se pilhagem, dos Estados Unidos sobre a Venezuela.
    Declarações que não surpreendem pois que após as suas declarações tresloucadas sobre roubo de petróleo e ouro ninguém veio para a rua exigir uma mudança de regime que lá pusesse um Governo capaz de ser fantoche de um vulgar e reles ladrão ainda que armado da mais alta tecnologia militar.
    No meio disto tudo veio aquele traidor cubano do Rubio garantir que os Estados Unidos não precisam do petróleo venezuelano.
    E para rir ou para chorar?
    E ate quando vão estes trastes que nos governam achar isto normal?
    Ainda não e suficiente?
    Normalizaram a destruição da Libia, normalizaram a entrega da Síria a jihadistas, normalizaram o nazismo ucraniano e a projectada destruição da população do Dombass, normalizaram o genocídio em Gaza, normalizaram os ataques ao Irão e a tentativa de lá colocar um descendente não eleito do passado dos cornos que foi o último xa do Irão, vão agora achar normal uma ocupação em regra de um país como acontecia no Século XIX?
    Tenham espinha, tenham vergonha no focinho. Não digam asneiras.
    Quando for com a Gronelândia ou os Açores como é que vai ser?
    Pelo menos esses territórios são pouco povoados, não teem por junto 300 mil habitantes.
    Não quero dizer com isto que as suas vidas não interessam. Mas por enquanto não são eles a ser bombardeados.
    Na Venezuela vivem mais de 30 milhões de pessoas. São três Portugais.
    Mais de 30 milhões de pessoas ameaçadas de escravidão e de morte em massa se não a aceitarem a bem.
    Que pelo menos não sejamos cúmplices.
    Mas parece que mais uma vez a classe de psicopatas indecente que nos governa vai por nos nesse barco negro.
    Isso é tudo uma cambada.

    • Dizem-se cristãos e alguns muito católicos e crentes, mas depois lá se verifica que são mais dados a Baphomet… muitos anos de Loja Mozart ou outra qualquer acabam por ter os seus efeitos nestes degenerados mafiosos “atlantistas”. O Papa Francisco é que os topou vem topados.. também, quem é que usa avental para cozinhar reengenharias sociais e esquemas de corrupção e extorsão monumentais?

  12. E isso não acaba aqui pois que o certo já disse que quer o petróleo e o ouro todo e ser ele a escolher quem vai mandar na Venezuela.

  13. Se um dia uma civilização mais avançada surgir, revelando-se à Humanidade, e o Chicken Shit Chicken Hawk for abduzido juntamente com a Melania, e forem levados para a Hiperbórea, ou para a Antártida, ou a Lemúria, ou Shangri-La, ou para dentro do Monte Shasta, ou do Monte Kailash, para serem julgados e humilhados como símbolo da prepotência, da indecência e da decadência das pseudo-elites políticas humanas do século XXI, os sabujos e deslumbrados “atlantistas” ficarão indignados pelo abuso de autoridade dos nossos novos “grandes irmãos” em relação aos actuais, ou, pelo contrário, lhes darão razão e dirão que eles estão, na vanguarda da tecnologia e do poderio militar, a defender os valores comuns do Humanismo e da demo-cracia?

    Espero que comecem a aparecer muitos veículos não identificados a sobrevoar a Casa Branca e Washington D.C., já não seria a primeira vez – e que desta vez, para variar, levem com eles o(s) iluminado(s) que lá habita(m), neste caso, que lá obra. Como um dia levaram Enoque, ou o profeta Elias. E não estou a falar dos “balões espiões chineses”, ou de hologramas xpto, ou de objectos celestes, nem dos testes falhados da SpaceX cujo “detentor” diz que bem antes de 2030 está a chegar a Marte que se desintegram e desfazem em mil pedaços, estilhaços e detritos inflamados. É que parece ser das poucas coisas que os “polícias do mundo”, lá no “farol do mundo livre”, ainda não conseguem controlar nem impedir, e os pode fazer parar. Ou pelo menos, ficar em sentido. No fim serão apenas uma entre muitas outras civilizações na América a colapsar, ainda por cima de todas a mais corrupta, criminosa e reles. A que mais roubou, pilhou, chacinou, abusou. E a menos recomendável.

  14. Mais uma operação americana pela calada, mas que já se adivinhava que pudesse ocorrer, embora de forma indefinida. As ameaças eram várias e em crescendo, e consumou-se o rapto do presidente venezuelano e sua 1.ª dama.
    Deve ser uma acção muito boa de se apoiar, sobretudo pela pategada que considera que desta vez não foi prejudicada. Venha a próxima, e veremos os “atlantistas” auto-proclamados moderados a começarem a suar ao fazer tanta ginástica, e os pategos beija-CUs (candidatos únicos) a suarem as estropinhss… ou vice-versa…
    Entretanto, lá vai o Tóni Gu-Gu-Dá-Dá na ONU ter de fazer de conta que ainda contam (ele e a ONU) para alguma coisa… e rezar para que o ICE não o venha buscar ou um procurador MAGA amigo do herói do CU e do Montepardo o mande devolver à procedência… sob suspeita de ser um “extremista radical”, ou lá como lhe chamava o parceiro Netanyahu…

  15. Pode crer que mete nojo. As declarações do Governo português são inaceitáveis.
    E também por cá se dá destaque aos fascistas que acham isto normal, como a comunidade madeirense com ligações a Venezuela no Funchal e não as vozes que em todo o mundo se levantam contra esta barbaridade e a promessa de mais.
    Muito menos ao facto de não haver ninguém na Venezuela interessado em dar o poder a direita que só lhes deu fome e porrada ao longo de décadas.
    A Venezuela estava a sair do buraco das sanções pelo que era preciso avançar com a pilhagem.
    Mas a Europa, que financia a Ucrânia tentando também pilhar os recursos da Rússia só lamenta que não seja assim tão fácil fazer o mesmo na Rússia.
    Esta gente e toda podre e triste.
    Quanto a Maduro mais lhe valeria ter sido morto na hora.
    A prisão num dos regimes carcerários mais cruéis do mundo pode ser tão selvática como o fim dado a Kadhafi ou Saddam.
    Morte ao imperialismo americano. Morte a Trump.

  16. Parabéns pelo comentário !!! conciso , cirúrgico e eficiente 👏👏👏Como cidadã luso-brasileira me dá um nó na garganta assistir a indiferença e hipocrisia europeia associada a humilhação do sequestro de um chefe de estado soberano eleito , não importa quem seja .

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