(João Gomes, in Facebook, 16/11/2025)

(Sobre o resultado da resolução da ONU, a que o artigo abaixo reporta , avanço com alguns esclarecimentos, pois não encontrei nenhum meio de comunicação social que por cá o tivesse noticiado: o Ocidente, Portugal incluído, não é contra o nazismo mas não quer que se saiba…
“A 14 de novembro, em Nova Iorque, a Terceira Comissão da 80ª Assembleia Geral da ONU adotou, por iniciativa da Federação Russa, a resolução sobre o combate à glorificação do nazismo, do neonazismo e de outras práticas que contribuem para alimentar formas contemporâneas de racismo, discriminação racial, xenofobia e intolerância conexa.
Quarenta e quatro Estados, representando todas as regiões do mundo, foram coautores da resolução. Cento e catorze Estados votaram a favor da adopção do documento; 52 delegações votaram contra e 11 Estados abstiveram-se. A resolução condenou a glorificação do movimento nazi e a exoneração de antigos membros das SS, incluindo as Waffen-SS, que foram considerados criminosos nos Julgamentos de Nuremberga.” (Press release do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia),
A votação da União Europeia e de Portugal foi coerente: se passam a vida a apoiar o regime nazi da Ucrânia, como poderiam votar contra a glorificação do nazismo?!
Estátua de Sal, 16/11/2025)
Há coisas que nos dizem mais pelo que calam do que pelo que proclamam. E a recente posição da UE na ONU – recusando aprovar uma resolução dedicada ao combate à glorificação do nazismo, do neonazismo e da xenofobia – é um desses casos em que o silêncio pesa mais do que o discurso.
Com palavras cuidadosamente medidas, a UE procurou justificar a sua escolha recorrendo à crítica insuficiente, da instrumentalização russa do tema. Invocou o relatório de E. Tendayi Achiume como quem ergue um biombo moral, apontando a outros a manipulação do termo “neonazismo”, para assim evitar olhar para o espelho. Porque o espelho, hoje, é incómodo: nele a Europa vê a emergência de partidos de extrema-direita que crescem nas urnas, que governam países, que moldam políticas migratórias, que normalizam discursos outrora inaceitáveis.
O nazismo, para a UE, parece ser uma palavra perigosa – não por aquilo que evoca, mas por aquilo que expõe. É mais fácil tratá-lo como um conceito distante, como um rótulo usado indevidamente por um adversário geopolítico, do que reconhecê-lo – ou às suas variações contemporâneas – dentro da própria casa.
E, no entanto, a resolução rejeitada não era sobre a Rússia. Era sobre racismo, neonazismo, intolerância, glorificação do passado fascista. Era sobre realidades que se manifestam hoje na Europa: nas ruas, nos parlamentos, nos discursos eleitorais, nos programas de governo. Realidades que não se resolvem com retórica diplomática nem com deslocações estratégicas do debate.

Ao votar contra, a UE fez do combate ao nazismo uma discussão lateral, uma nota de rodapé de uma disputa política maior. Mas para quem observa o avanço da extrema-direita – que deixou de ser sombra e se tornou presença ativa – este combate não é um detalhe: é uma urgência civilizacional.
A UE escolheu transformar o nazismo num eufemismo, numa palavra cuja pronúncia só parece conveniente quando pode ser projetada para fora, para outros. Mas para a Europa, para os seus cidadãos, para as suas democracias vulneráveis, o nazismo – ou o que dele renasce, adaptado aos novos tempos – é uma realidade palpável. Não precisa de ser inventado, nem instrumentalizado: basta olhar para o mapa político.
O voto europeu na ONU é mais do que uma decisão diplomática. É um sinal inquietante de que a Europa prefere discutir quem usa o termo “neonazismo” de forma imprópria, do que enfrentar quem o está a colocar novamente em prática – e com sucesso eleitoral.
Assim, entre o eufemismo e a realidade, entre a retórica e o compromisso, entre a política externa e a coragem interna, a UE fez a escolha errada. E uma Europa que vacila perante o passado corre o risco de tropeçar no futuro.
Porque enquanto a UE debate tecnicalidades, o fascismo organiza-se. E cresce. E vota. E governa. E a resolução que devia ter sido aprovada – essa, ficou por aprovar.
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Entretanto, um crescente nº de observadores já percebeu que, apesar do plano de Paz-Trump, logo endeusado por Starmer, o facto é que para a Rússia se sentir segura de facto, parece que terá de ocupar o resto do país ou pelo menos fazer com que a parte ocidental da Ucrânia seja mais friendly. Lá chegaremos, com certeza.
Sobre nazis e das várias formas de lidar com eles, explicado por quem conhece a História e já os derrotou uma vez:
Nunca tive dúvidas de que estava do lado errado e que esta gente e nazi.
E por isso mesmo estamos metidos numa grande patranha e num grande sarilho. A Rússia não aceitara morrer sozinha nem ser novamente pilhada impiedosamente como nos anos Ieltsin por saber que isso a prazo mais longo também significa o seu extermínio como povo e país.
Na Rússia faz frio, muito frio, e não e possível viver com a miséria que esta gente impoe em países africanos e latino americanos.
Nem nesses climas e fácil e por isso tantos desgraçados arriscam e perdem a vida tentando emigrar. Mas na Rússia e impossível e a prazo significa extermínio total. O sonho de Hitler cumprido.
E se dúvidas houvesse que e mesmo de nazismo que se trata o que vivi no tempo do COVID ia tirar me as dúvidas todas.
E o tratamento cruel que está a sofrer gente que as famílias cometeram a imprudência de, por desespero, pedir ajuda pública psiquiátrica ia ajudar muito a tirar essas dúvidas. Aquela canalha de criminosos que se dizem psiquiatras poderiam muito bem assessorar Mengele em Auschwitz.
Os juízes e procuradores que os sustentam poderiam estar nos tribunais plenários de Hitler.
Isto e tudo um putedo.
Livre? A Alemanha? Deve mesmo ter batido com os cornos numa azinheira.
Gente horas numa fila, debaixo de neve e chuva gelada para dar a vacina Pfizer contra a COVID se não no outro dia já não iam trabalhar.
O discurso de ódio contra quem não queria xarope foi simplesmente delirante e nem ao supermercado queriam deixar as pessoas ir. O único Supermercado a furar o bloqueio foi o Lidl e foi multado por isso.
O que salvou alguns foi a corrupção possível nesse grande e próspero país. Quem podia ir a entidades privadas pagava 300 euros aos enfermeiros e não levava porra nenhuma. O mesmo de fez na Suiça onde o esquema era igual.
A prosperidade da Alemanha mede se hoje em gente a passar frio por não poder pagar o aquecimento, gente sequelada por ter sido obrigada a dar quatro doses de vacina e a coisa só acabou por sequelados demasiados para ser escondidos, custo de vida galopante e gente a viver nas ruas apesar de ter emprego.
Por mim dou graças ao santo protector dos cachalotes por nao ter emigrado para lá como cheguei a pensar porque a ter acontecido estava a esta hora na terra dos pes juntos graças a liberdade de meter veneno no corpo para não perder o trabalho.
A Alemanha nunca foi desnazificada e por isso hoje o racismo abjecto corre solto e aquele cara de peido mal saído pode dizer atrocidades dessas.
Que grande patranha e que grande sarilho em que estamos metidos.
Um mapa para se perceber melhor o resultado desta votação e as ideias do artigo:
https://i.postimg.cc/tTLJ0B1k/map-results-the-un-votes.jpg
Não era necessário, mas com certeza a ajuda visual ajudará quem sofre de iliteracia geográfica.
Basicamente são os EUA e os seus vassalos
Quanto ao João Gomes, até tem o coracao6no sítio certo, mas anda a usar palas… Com que então a UE não está a lutar contra nazi-fascismo? Como é que alguém ainda pode ser cego ao ponto de dizer uma coisa destas? Obviamente a UE não se vai combater a si própria…
Seria como dizer, em 1939, algo como: “ora bolas, o Terceiro Reich não votou do lado certo para condenar o nazi-fascismo, que maçada, agora o nazi-fascismo vai continuar a ameaça a democracia do Terceiro Reich. O senhor Hitler, para a próxima, devia votar do lado certo”….
É ridículo, é mind-blowing, como é que ainda há gente neste nivel6de ingenuidade.
A UE/NATO/EUA são o nazi-fascismo!
Obviamente não se iam combater a si próprios.
E os Venturas, VOX, Le Pens, Melonis, AfD, Faragea, Trumps, etc, são apenas um sintoma do problema.
Não são a causa.
A causa do problema são os nazi-fascistas fingidos como o António Costa, em Kiev a tirar fotos ao lado de nazi-fascistas declarados.
O problema são nazi-fascistas fingidos como o Rui Tavares e a Mariana Mortágua que querem dar mais armas aos nazi-fascistas declarados em Kiev.
O problema são nazi-fascistae fingidos.como Macron e Sanchez que mandam a polícia marítima tudo fazer para condenar refugiados à morte.
O problema são nazi-fascistas fingidos como Leyen e companhia a roubar os nossos bolsos e a tirar-nos o que resta da soberabia nesta construção do QUARTO REICH que dá pelo nome de “União Europeia”.
O problema são nazi-fascistae fingidos como Biden e Clinton e Kamala e Obama a financiar e a celebrar um GENOCÍDIO em Gaza.
Como é que esta gente havia de votar contra o nazi-fascismo? Alguma vez se viu alguém a votar contra si próprio?
Pelo que sei hoje, aquilo que não era nada normal era quando esta gentinha votava FINGIDAMENTE ao lado da Rússia nesta resolução entre 2015 e 2021.
Abram os olhos, caralho! Quem quer que esteja ao lado da UE, da NATO, dos EUA, da Ucrânia, de “israel”, ou dos partidos que apoiam essas merdas, está do lado do nazi-fascismo!
Não há mais espaço para nuances nem para tolerância para com esta estrumeira que exterminou mais de 20 milhões de humanos desde 1945!
Ou aprendem a lição de Karl Popper sobre o paradoxo da tolerância, ou estamos definitivamente tramados!
O PSD, CDS, e IL, com o total silêncio do PS, Livre, PAN, e BE, convidaram um ucraniano nazi do Svovoda para as listas da câmara de Lisboa.
Todas, TODAS, as PRESStititas da MainStreamMerdia português omitiram este assunto.
E as redes sociais dos EUA (ex: Facebook) censuraram a notícia do site AbrilAbril onde os únicos anti-nazis organizados em Portugal (os comunistas) denunciavam esse escândalo.
Portanto, deixemo-nos de rodeios: com exceção de gente como eu e de genre do PCP, toda a restante gente é nazi-fascista!
É esta a verdade mais inconveniente das nossas vidas. E com certeza vocês pensarão: “estás a exagerar, eu voto no centro moderado, quero o melhor para o meu país e para a humanidade, não sou a favor de algo assim tão condenável, tu é que estás radicalizado”
E eu respondo: em 1939 na Alemanha muitos eleitores do Adolfo diriam a mesma coisa…
É portanto neste momento histórico em que o ocidente coletivo está NOVAMENTE: o equivalente à Alemanha em 1939. Isto é, o negacionismo da realidade, a recusa em ver o quão maléfico é o nosso lado, a dificuldade em admitir que estamos do lado errado e que fomos enganados, e num último momento de “normalidade” antes da realidade nos bater com estrondo no focinho!
Se por acaso a coisa chegar a vias de facto, como antecipa o tresloucado corrupto que é ministro da defesa na Alemanha, um tal de Pistorius, que não passa um mês sem anunciar repetidamente que a guerra “Europa-vs-Rússia” (como se a Rússia não fosse Europa…) está para breve, já em 2029 ou antes, então eu não me admirava nada que poucos meses antes os EUA saissem da NATO, só para poderem sacrificar a Europa toda (como já fazem com a Ucrânia) sem serem arrastados pelo artigo 5°.
Ou acham ingenuamente que o Trump é um outsider? Não, o Trump representa a 100% o sistema, tal e qual como Biden e Bush e Obama.
A antipatia para com a parte Europeia da NATO é só teatro, e um mero início da criação de consentimento para o que virá a seguir.
O problema é que no dia em que esta loucura chegar a vias de facto, o senhor Medvedev já avisou o que irá acontecer: enquanto que na Ucrânia a Rússia combate de forma controlada e cirúrgica, porque a Rússia considera que se tratam de povos irmãos, já o mesmo não se pode dizer dos “Europeus”. De nada valerão os biliões gastos em tanques e lança-rockets e aviões e muros e trincheiras. Quando a “Europa” começar a guerra DIRECTA contra a Rússia, A Rússia tirará finalmente as luvas, i.e. fará aos vassalos sacrificados dos EUA o mesmo que os nazi-fascistas mascarados de “moderados democratas” adoraram fazer no Vietname, Sérvia, Líbia, Iraque, etc, e Gaza. E a Rússia nem sequer se vai dar a trabalho de gastar muitas munições. Basta uma dúzia de Orechniks e Burevestniks e Sarmats, cada um deles com VÁRIAS ogivas nucleares, e o assunto fica arrumado.
Foi assim que os EUA de Roosevelt acabaram com o nazi-fascismo do decadente império Japonês. E é assim que lá para 2029 a Rússia porá fim ao nazi-fascismo na Europa, caso este nazi-fascismo, encabeçado pelo Pistorius, cometa o impensável.
Mais do Merz(mo)…
https://www.uol.com.br/ecoa/noticias/deutsche-welle/2025/11/17/chanceler-diz-que-alemaes-ficaram-contentes-ao-irem-embora-de-belem.htm
Pois, Merz, o funcionário da BlackRock, só não colabora directamente com nazis porque estes goram derrotados em 1945 e os que conseguiram fugiram para a América do Sul ou foram reabilitados e cooptados pelos americanos na operação Paperclip, ou os que ficaram na Europa, na operação Gladio. De resto, já se viu que a sua personalidade de sociopata sem escrúpulos não tem limites. Já disse que os israelitas estão a fazer o “nosso trabalho sujo”, o que é abjecto pois trata-se de limpeza étnica e genocídio. Agora diz aos refugiados de guerra ucranianos para ficarem ou regressarem à Ucrânia para irem combater e fertilizar os campos de morte. Já demonstrou que tem um perfil semelhante ao de um Himmler, resta saber em que difere da AfD, talvez apenas na dissimulação e nas aparências, assim como na sujeição ao capital estrangeiro anglo-saxão, sobretudo americano. E têm uma miúfa em relação à Rússia que nem se aguentam direitos. Provavelmente porque tèm a consciência pesada, ou melhor, sabem bem o que andaram a fazer, porque consciência não têm nenhuma.
Nazismo e fascismo é no lixo.
Tal como o III Reich e as corporações alinhadas tiveram o financiamento de oligarcas norte-americanos, agora o chefe do governo (chanceler) alemão tem a BlackRock por trás, talvez o maior fundo de investimento que já existiu na História.
Esta-se mesmo a ver o que faz mover esta gente toda, e sendo a Alemanha considerada “o motor da Europa”, e ainda por cima sendo a UE dirigida por uma alemã, também ela sem escrúpulos, tão ou mais russófoba e amiga dos nazionistas em Israel…
Mas tudo isto continua a ser apresentado e pintado como se fosse o país, ou o continente, das maravilhas, a von der Leyen fosse uma gata borralheira e com as boas intenções no discurso de uma Miss Europa e não uma bruxa maligna, e o Merz um grande estadista e não um funcionário de corporações e oligarcas sem escrúpulos e venais, ambos dispostos a tudo pata levar a sua avante. Cada um acredita no que quer, eu acredito no contrário do que esta gente representa e apregoa. E não vão ser as Sollérias, as Ferra Aveiad e os Baú-Guardas que me convecerão ou farão a cabeça.
E parem com essa treta de chamar ultraconservador a saudosistas do fascismo e das ditaduras que o seu país sofreu.
O bandalho que vai a segunda volta mas eleições chilenas, de apelido alemão, não é ultraconservador porra nenhuma. E um fascista saudosista de Pinochet.
Um fascista que tem crescido a conta de manipular as tais percepções de insegurança que não correspondem a realidade no país que tem os mais baixos níveis de criminalidade da sua zona geográfica.
Como os fascistas fazem aqui.
A estrategia e a mesma em todo o lado e e arrepiante a maneira como funciona em todo o lado.
Prova de que o povo e burro em todo o lado.
E se achamos normal que Herr Zelensky não va a votos também acharemos normal se esta gente, chegada ao poder, não convocar eleições quando deve.
Aí sim, seremos todos ucranianos.
Que grande patranha e que grande sarilho em que estamos metidos.
Uma Europa em que o chanceler alemão insta os jovens que fogem da Ucrânia a ficar e continuar a luta contra a Rússia nunca irá votar a favor de uma resolução russa condenando o nazismo.
A Europa agarrou definitivamente o testemunho do velho nazismo na luta contra a Rússia.
Já antes deste escalar da guerra que começou em 2014 a União Europeia abstinha se quando a Rússia apresentava esta resolução.
Agora que as máscaras caíram e a vergonha no focinho morreu votam abertamente contra.
A Rússia apresenta esta resolução todos os anos.
Foi o povo que mais perdeu vidas para derrotar Hitler, cerca de 20 por cento da população morta ou mutilada. Foi o único pais contra o qual os nazistas combateram uma guerra que não visava a submissão mas o extermínio.
Para nenhum dos outros contendores o nazismo era um desafio existencial. Era apenas uma questão de submissão.
Se as condições de vida de tornaram brutais na Europa Ocidental ocupada foi porque a Alemanha, á medida que ia perdendo a guerra precisava de cada vez mais recursos.
Mas exterminar as populações não estava na agenda.
Apenas minorias entre essas populacoes eram alvo de extermínio. Mesmo assim muita gente, judeus, ciganos, homossexuais, doentes graves, deficientes, grupos religiosos que recusavam combater no exército como as Testemunhas de Jeová.
Mesmo assim barbaro, cruel, sem justificação possível a luz da humanidade.
Mas aos outros seria permitido viver.
No caso da então União Soviética o caso foi diferente.
A ideia foi mesmo exterminar populações, em especial no território da Rússia pois que na Ucrânia Ocidental e estados Balticos era possível encontrar “arianos” colaboracionistas.
Mas o território russo conquistado foi alvo de uma campanha sistemática via SS de toda a população civil daí a horrorosa cifra de mais de 20 milhões de mortes civis.
Grupos organizados exterminavam metodicamente as populações de aldeias, vilas, cidades e quintas colectivas.
Nos sítios mais pequenos simplesmente juntavam os habitantes no edifício maior, muitas vezes a escola, pegavam fogo pelos quatro cantos e metralhavam os que conseguiram fugir as chamas.
Foram nostálgicos desse tipo de coisa que deitaram fogo a Casa dos Sindicatos em Odessa. Abatendo também quem tentava fugir.
Os planos eram deixar vivos uns 30 milhões de escravos que mesmo assim so viveriam até que as heróicas parideiras arianas produzissem gente capaz de substituir esses subhumanos.
Por isso a Rússia sempre teve mais interesse que a Europa Ocidental em manter viva a memória da brutalidade e do que de verdadeiramente demoníaco havia no nazismo.
Mesmo após a mudança de regime pois que teem a noção de que seriam atacados para que a Alemanha tivesse o seu “espaço vital” as suas custas tivessem o regime que tivessem.
Já na Europa sempre houve muitos nostálgicos do nazismo que acreditam que viveriam hoje melhor se Hitler tivesse conseguido sacar os recursos da Rússia.
E que acreditam que viverao melhor se conseguirmos o mesmo hoje a pretexto de apoiar a Ucrânia.
Porque partilham com o nazismo a ideia de que os russos são subhumanos, não merecem ter o que teem e merecem ser exterminados.
Vão todos ver se o mar da Kraken.