(José Manuel Correia Pinto, in Facebook, 31/10/2024)

Chovem de todo o lado as críticas à Ministra da Saúde. Até o “cordato” Rebelo de Sousa na sua interrompida função de comentador quebrou o silêncio para fazer as críticas que julga adequadas sem se esquecer de apresentar a proposta para as superar, assente, como sempre, na substituição do Serviço Nacional de Saúde por um “sistema de saúde público, privado e social” devidamente alimentado pelo Estado em todas as suas componentes. E também o cauteloso SG do PS interrompe a sua atitude contemplativa de “abstencionista exigente” para dizer que algo vai mal no domínio da saúde.
Eu tenho uma opinião diametralmente oposta. Acho que a Ministra, que já vem do anterior Governo, está a desempenhar razoavelmente bem e sem desânimos a função para que foi “contratada”.
O objetivo de quem lhe encomendou o serviço é fácil de compreender. O Governo não quer um “serviço nacional de saúde” público e gratuito. O Governo quer montar em Portugal um “sistema” de saúde muito diferente do atual SNS. E mais: quer que seja o “grande público” a pedir essa mudança, acentuando a ineficiência do atual serviço, mediante cortes abruptos de financiamento, encerramento de serviços, temporária ou definitivamente, e tudo o mais que influenciar um irreversível desejo de mudança.
Aceite como uma evidência nacional essa incapacidade, o Governo fará passar para o domínio privado (ou seja, para os grandes grupos já instalados no sector da saúde) uma parte muito considerável das receitas que hoje estão afetadas ao SNS, mediante a multiplicação das parcerias público-privadas ou outras formas de “colaboração” rentista. Seguidamente ou simultaneamente injetará também algum dinheiro no chamado sector social, para impedir que a dúvida se instale nas boas almas que frequentam as IPSS. O que sobrar, que já será bem pouco, será afetado ao “serviço público de saúde”, cuja esfera de competência será a seu tempo delimitada, mas sempre circunscrita ao dinheiro que sobrar. Quem estiver doente e a sua “doença cair fora” do âmbito destas atribuições vai de ter pagar os seus cuidados de saúde, seja por intermédio de seguros ou outra qualquer via, na qual o pagamento estará sempre à frente do tratamento.
Portanto, se alguém quer protestar a sério terá de o fazer atacando e impedindo o objetivo que o Governo tem em vista e que visa pôr em prática, logo que o contexto político o permita, a grande reforma da saúde, ou não fosse este Governo um “governo reformista”!
Mas terá de fazer mais: terá de atacar frontalmente os cortes no domínio da saúde, contestando e opondo-se frontalmente ao desvio dessas verbas para compra de armamento bem como as dádivas escandalosamente feitas ao governo corrupto da Ucrânia para alimentar uma guerra que nada nos diz e na qual não temos nenhum, absolutamente nenhum, interesse a defender.
É escandaloso e inacreditável que uma instituição criada para impedir a guerra na Europa – a Comunidade Europeia – seja hoje a grande promotora da guerra e pressione criminosamente os seus Estados membros a financiarem essa guerra com base em decisões ilegítimas de órgãos incompetentes para o efeito.
E mais escandaloso é ainda que um país como Portugal a quem a sua História impõe responsabilidades mundiais tenha quase completamente abdicado dessa responsabilidade relativamente a Estados com os quais deveríamos manter estreitas relações de cooperação e amizade para dar à Ucrânia, que nada nos diz e com a qual nada temos em comum, o que deveríamos utilizar para fomentar relações duradoiras de cooperação mutuamente vantajosas.
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Esta bruxa maligna está ao nível de um Kaja Kallas ou de uma Ursula von der Leyen na relação sinuosa com a mentira, no recurso a mistificações e na falta de respeito pelos cidadãos qu supostamente governa e representa, e digo supostamente porque é evidente que governa para as oligarquias, e a sua política é de prejuízo do cidadão comum.
São mesmo gente rançosa, mentirosa e criminosa, e é mais uma direitolas da seita KLM (Martins) que pretende fazer a reengenharia social da Europa, empobrecendo os europeus, praticamente escravizando-os, pois terão de trabalhar mais para receber menos, apenas o suficiente para subsistir, terão cada vez menos tempo e recursos para se instruirem e educarem, e serão transformadoscem carne para canhão nas guerras internacionais das oligarquias maquiavélicas.
Removendo o véu do esoterismo que cobre a designação e os desígnios desta ministra, e de outras tantas “principalidades” dos dias que correm, e que consuzem os povos aos sacrifícios no altar das oligarquias e das elites, proveniente de um étimo ou código alfabético, e àcerca daquilo que designo seita KLM, anagrama reverso de MLK:
“Moloch , [ a ] Molech ou Molek [ b ] é uma palavra que aparece várias vezes na Bíblia Hebraica , principalmente no Livro de Levítico . A Septuaginta grega traduz muitas dessas ocorrências como “seu rei”, mas mantém a palavra ou o nome Moloch em outras, incluindo uma ocorrência adicional no Livro de Amós , onde o texto hebraico não atesta o nome. A Bíblia condena fortemente as práticas associadas a Moloch, que incluem fortemente o sacrifício de crianças . [ 2 ]
“Oferta a Moloque” em Imagens Bíblicas e o que elas nos ensinam , por Charles Foster, 1897. O desenho é típico das representações de Moloque em ilustrações do século XIX. [ 1 ]
Tradicionalmente, o nome Moloch tem sido entendido como referente a um deus cananeu . [ 3 ] No entanto, desde 1935, estudiosos têm especulado que Moloch se refere ao próprio sacrifício , uma vez que a palavra hebraica mlk é idêntica em grafia a um termo que significa “sacrifício” na língua púnica, intimamente relacionada . [ 4 ] Esta segunda posição tem se tornado cada vez mais popular, mas permanece contestada. [ 5 ] Entre os proponentes desta segunda posição, a controvérsia continua sobre se os sacrifícios eram oferecidos a Javé ou a outra divindade, e se eram um costume religioso nativo israelita ou uma importação fenícia . [ 6 ]
Desde o período medieval , Moloch tem sido frequentemente retratado como um ídolo com cabeça de touro e mãos estendidas sobre o fogo; esta representação pega nas breves menções de Moloch na Bíblia e combina-as com várias fontes, incluindo relatos antigos de sacrifícios de crianças cartagineses e a lenda do Minotauro . [ 7 ]
A partir da era moderna , “Moloch” tem sido usado figurativamente em referência a um poder que exige um sacrifício terrível. [ 8 ] Um deus Moloch aparece em várias obras de literatura e cinema, como Paraíso Perdido de John Milton (1667), Salammbô de Gustave Flaubert (1862), Cabiria de Giovanni Pastrone (1914), Metrópolis de Fritz Lang (1927) e ” Uivo ” de Allen Ginsberg (1955).”
E ainda:
“A etimologia de Moloch é incerta: uma derivação da raiz mlk , que significa “governar”, é “amplamente reconhecida”. [ 10 ] Desde que foi proposta pela primeira vez por Abraham Geiger em 1857, alguns estudiosos argumentaram que a palavra “Moloch” foi alterada pelo uso das vogais de bōšet “vergonha”. [ 11 ] Outros estudiosos argumentaram que o nome é um particípio qal do mesmo verbo. [ 12 ] RM Kerr critica ambas as teorias, observando que o nome de nenhum outro deus parece ter sido formado a partir de um particípio qal e que a proposta de Geiger é “uma teoria ultrapassada que nunca recebeu qualquer suporte factual”. [ 13 ] Paul Mosca, Professor Emérito da Universidade da Colúmbia Britânica , argumentou de forma semelhante que “a teoria de que uma forma molek sugeriria imediatamente ao leitor ou ouvinte a palavra boset (em vez de qodes ou ohel ) é produto do engenho do século XIX, não da tendenciosidade massorética [ sic ] ou pré-massorética”. [ 14 ]”
Estudiosos que não acreditam que Moloch represente uma divindade comparam o nome a inscrições na língua púnica, intimamente relacionada, onde a palavra mlk ( molk ou mulk ) se refere a um tipo de sacrifício, uma conexão proposta inicialmente por Otto Eissfeldt (1935). [ 15 ] O próprio Eissfeldt, seguindo Jean-Baptiste Chabot , conectou o púnico mlk e Moloch a um verbo siríaco mlk que significa “prometer”, uma teoria também apoiada como “a solução menos problemática” por Heath Dewrell (2017). [ 16 ] O significado proposto por Eissfeldt incluía tanto o ato quanto o objeto do sacrifício. [ 4 ] Estudiosos como W. von Soden argumentam que o termo é uma forma causativa nominalizada do verbo ylk/wlk , que significa “oferecer”, “apresentar” e, portanto, significa “o ato de apresentar” ou “coisa apresentada”. [ 17 ] Kerr, por sua vez, deriva a palavra púnica e hebraica do verbo mlk , que ele propõe que significava “possuir”, “ter” em proto-semítico , passando a significar “governar” apenas mais tarde; o significado de Moloch teria sido, portanto, originalmente “presente”, “dádiva”, e mais tarde passou a significar “sacrifício”. [ 18 ]
A grafia “Moloch” segue a Septuaginta grega e a Vulgata latina ; a grafia “Molech” ou “Molek” segue a vocalização tiberiana do hebraico, com “Molech” usado na Bíblia King James em inglês . [ 19 ]”
https://en.wikipedia.org/wiki/Moloch
A brincar, a brincar, temos uma raiz semântica que pode significar “governar”, que pode designar “sacrifício” na língua púnica, que refere uma “realeza”, ou uma “divindade”, e é uma figura proeminente nos panteões cananeus, fenícios e judaicos da antiguidade, como Molok (Moloch) ou Molek.
Alguém se lembra da expressão “clássica” da AD, “os sacrifícios dos portugueses”, para “melhor governar em tempos de crise”?
Apenas “alimento para o pensamento”, como diriam os nossos “Grandes Irmãos” anglo-saxões, daqueles que ainda se podem dar ao luxo de o desenvolver, …
Pode também significar (mlk) na língua síriaca “prometer”, e Kerr diz que (mlk) na língua púnica e na hebraica é o verbo “ter”, “possuir”, e daí a “governar” foi um passo. Faça-se luz…
“sacrifício” = “oferenda”
Outros exemplos gritantes de ritualismo esotérico, não me digam que são todos coincidência…
Maria Corona Machado, prémio nobel da paz (sic)
Angela Merkel
Giorgia Meloni
Christine Lagarde
Mariana Leitão
Rita Matias
Será tudo coincidência?
Veja-se que até à esquerda existe um fenómeno mimético:
Catarina Martins
Marisa Matias
Mariana Mortágua
Alexandra Leitão
Mais aleatoriedade confluente e paradoxal?
Já nem falo da Kamala Harris, já passou de moda, mas vejam quem agora está na berra: Karoline Leavitt, e mais direitolas e sabuja do que esta é difícil.
Esta conjectura é inteiramente da minha autoria, não encontrarão em outro lugar a não ser que seja plágio, ou simultaneidade espontânea. É apenas e só observação e interpretação de padrões e muita pesquisa e aprofundamento cognitivo, e podem crer que existe alguma explicação e significado oculto (agora não tanto) para tudo isto e o comportamento destas encantatrizes, que não surgem por acaso. A gematria, a programação preditiva e a manipulação por controlo mental têm provavelmente um grande peso neste fenómeno constatável mas difícil de explicar e perceber.
Continuem atentos pois eles “andem” aí… não se deixem iludir, capturar ou levar…
Emannuel Macron
Joachim-Friedrich Martin Josef Merz
Keir Starmer
Carlos Moedas
Luís Montenegro (Loja Mozart)
Ainda consideram que todas estas coincidências/convergências são “peaners”?
Já vos tinha falado da Ursula von der Leyen
e da Kaja Kallas…
Mantenham-se atentos à seita LKM (MLK)…
KLM –
– Marcelo Caetano I (Primavera Marcelista – Primavera da Democracia – Abril-Maio-Verão Quente)
– Marcelo Rebelo de Sousa II (Primavera Marcelista reversa – Outono da Democracia)
Nuno Melo…
Gouveia e Melo…
Marques Mendes…
José Manuel Seguro…
Qualquer coisa, avisem…
Sabemos para que é que a mulher foi contratada. Para assegurar a destruição do SNS tal como foi criado, ou o que resta dele.
O SNS nunca foi um dos afectos do PSD dado que foi contra a sua criação e votou contra.
Mas ao menos podia a criatura ficar calada pois que quando abre a boca inevitavelmente sai asneira.
Porque dizer que a maior parte das crianças que nascem fora dos hospitais são filhas de “imigrantes recém chegadas ao país” e de bradar aos céus e, para além de aldrabice, mais uma tentativa de dizer aos pategos que se nao fossem os imigrantes tudo estaria bem.
E agora os hospitais teem ordens diretas para reduzir despesa, sendo que essa redução homicida está inscrita no Orçamento para o próximo ano.
Para além desta gente odiar o SNS estamos também ja a ver de onde sairao as gigantescas borlas fiscais a dar aos grandes grupos económicos via descida do IRC, fim das derramas e o Diabo que os carregue a todos.
Dos nossos direitos mais básicos, das nossas vidas.
Pelo menos calem a ministra pois que e uma medida de promoção da higiene mental de todos nós.
E que vão todos ver se o mar da Kraken, tubarão branco faminto e megalodonte.
Assino por baixo! Certeiro em simultâneo na política nacional e geopolítica. Tem sido coisa rara.
Só uma adenda: este objectivo (destruição do SNS) é partilhado pelo PS. Ou melhor, pelo P sem S. Só parecem governar de forma diferente da Direita, mas na realidade fazem parte da mesma máquina de NeoLiberalização, Fascista, traidora, vende-pátrias. É o chamado Efeito Ratchet na política: a Direita puxa para a direita, e esta “esquerda” tem na realidade a função de impedir que se puxe para a esquerda.
Off-topic: boa sorte à nova Presidente de Esquerda da Irlanda, e boa sorte à nova Esquerda do Corbyn no Reino Unido. Que consigam derrotar o NeoLiberalismo/Fascismo respectivamente do Fianna Fáil e Fine Gael na Irlanda, e do “Labour” e dos Conservadores e do Farage no Reino Unido.
Boa sorte ao Mélénchon em França.
Boa sorte ao BSW na Alemanha.
E melhor sorte ao PCP em Portugal, e desejo que uma real alternativa (realmente de Esquerda, mas sem ser Comunista) apareça na política portuguesa.
Eu já não acredito nos regimes ocidentais (ilegítimos, fraudulentos, não representativos, violadores de direitos humanos, colaboradores de nazis e terroristas e genocidas, sobrevivendo à custa da lavagem cerebral da maioria do povo via FakeNews das PRESStitutas da MainStreamMedia Goebbelsiana), só volto a votar depois da revolução, mas não deixo de apoiar quem ainda não desistiu de lutar neste campo inclinado…