Uma pedra com olhos

(Tiago Franco, in Facebook, 21/10/2025, Revisão da Estátua)

Coronel José Carmo: “Não há fome generalizada em Gaza, vimo-los todos gordinhos, bem-dispostos e cheios de energia. Até em Portugal há problemas de fome”

(Eu se não tivesse visto não acreditaria que alguém, no seu perfeito juízo, pudesse dizer tanta alarvidade. Mas foi dito como podem ver nos 2 vídeos que abaixo deixo.

Estátua de Sal, 23/10/25)


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Eu sei que vivemos tempos em que apenas analistas mais conotados com a direita ou extrema-direita sobram nos canais de televisão. Tanto no público como nos privados.

Mas temos que chegar a este ponto? A CNN não fica contente com o João Marques, o Relvas, o Frazão e a Helena Gouveia? É mesmo necessário vermos uma pessoa, com um aparente desequilíbrio, a negar aquilo que nem Israel nega?

Não há um gajo, lá dentro na regie, que sinta vergonha de cada vez que este Zé abre a boca e perceba que, discursos destes, deixam a CNN com a credibilidade dos programas de mexericos que a Cinha Jardim e mais uns desocupados fazem antes do almoço?

Percebo que a politica de cancelamento só se aplica a pessoas de esquerda, em especial se souberem o que estão a dizer. Mas mesmo para fazer papel de alucinado e de simpatizante de genocídio, não arranjam um coronel qualquer que valide o assassinato de crianças, recorrendo a argumentação mais elaborada?

É que este Zé, que começa cada frase com “o Hamas”, nem para fazer de odioso serve. Sabe pouco, é movido unicamente por extremismo e nem isso consegue justificar com alguma inteligência. É um embaraço e uma vergonha alheia, de cada vez que este pobre desgraçado abre a boca.

Por este andar, não tarda, a Helena “direito à defesa” Gouveia e o Rodrigo “mas quantos morreram?” de Deus, passam a figurar na galeria dos moderados.


“Não há fome generalizada em Gaza, vimo-los todos gordinhos, bem-dispostos e cheios de energia. Até em Portugal há problemas de fome”

Ou podem ver a intervenção completa do cavalheiro, em debate com o Tiago André Lopes, na CNN, aqui

14 pensamentos sobre “Uma pedra com olhos

  1. O problema do bosta de cão é que está desfasado. Durante décadas, os supremacistas genocidas do Estado nazionista parasitaram, assassinaram, roubaram e facturaram à sombra do discurso dos judeus coitadinhos, perseguidos e massacrados pelo planeta inteiro, durante milénios, por povos invejosos da sua alegada superioridade. Desses judeus coitadinhos, em vias de extinção pela mão dos gentios invejosos, seriam eles os últimos descendentes, repetiu (e repete ainda) a narrativa até ao enjoo. Para isso contaram com a colaboração mercenária da criadagem merdiática, a nível mundial, sempre pronta a baixar prestimosamente as calcinhas para oferecer o rabinho ao patrão, assim garantindo as latinhas de Pedigree Pal fora do prazo com que enche a barriguinha.

    Azar dos Távoras, acontece que o que os supremacistas genocidas têm feito nos últimos dois anos, em Gaza, fez em fanicos o velho discurso aldrabão e tornou-o completamente inoperante, tal é a força da realidade, absolutamente à prova de narrativa, que os ecrãs de televisão ou simples telemóvel esfregam na retina da humanidade inteira todos os dias. É esse o problema do bosta de cão. O idiota ainda acredita na eficácia da vigarice que, durante décadas, conseguiu enganar milhões e insiste na narrativa rançosa. Coitado, está desfasado!

  2. Se fosse défice cognitivo o homem ainda tinha desculpa e dai não havia perigo.
    Mas não, o problema e que o homem é fruto de toda uma ideologia nefasta que mistura em indigesta caldeirada islamofobia, racismo e subserviência para com os poderosos. Podemos chamar lhe fascismo, extremismo de direita ou qualquer outra coisa.
    E para mal de todos nós há por aí muitos como ele.
    Se fosse défice cognitivo ou qualquer outra patologia mental ainda o homem podia ser curado.
    Assim só o homem encontrar mesmo no mar um tubarão branco tão faminto como os “gordinhos” de Gaza nos pode livrar das suas repugnantes tiradas.
    Isso ou ser corrido como foi a Raquel Varela da RTP. Mas todos sabemos que não vai acontecer.

  3. Eu pretendia definir este coronel como um humanóide que apenas é um idiota, abentesma, alimária, néscio…mas não! O retardado é mesmo atrasado mental na perspectiva da pessoa com deficiência intelectual congénita!
    Fico deveras preocupado pois fico com a ideia que os militares progridem na carreira sem serem sujeitos a uma avaliação clínica e psicológica por uma equipa multidisciplinar, que inclua testes de inteligência e a avaliação de habilidades adaptativas! Me perdoem os inúmeros amigos que tenho que chegaram ao topo da carreira no meio castrense!

  4. As cavalidades que o mencionado espécime vomitou sendo de uma imensa gravidade em si, são-no ainda mais se as integrarmos no contexto da execrável campanha mediática em curso orquestrada pelos lacaios do império e seus capangas de serviço e na qual os media lusos sempre mergulharam de cabeça, prontos como estão a beijar o traseiro das directivas do outro lado do mar. Ainda agora, quando o palhaço da NATO Mark Rutte foi a Washington prestar vassalagem ao rei do mundo, ao ser confrontado (e bem) com várias questões altamente incómodas, engasgou-se e ficou visivelmente atrapalhado sem conseguir responder. Ainda teve a distinta lata de acrescentar que “quer a paz”, como se a NATO alguma vez tivesse dado um passinho que fosse nessa direcção. Não há paciência.

  5. É incrível como um órgão de comunicação social dá voz a uma pessoa que não só ignora os factos como ainda justifica o genocídio. Para ele, os palestinos não morrem, fingem que morrem.

  6. O que é que o cabrao merecia? O mesmo que a Ferra Aveia. Ser enfiado num cercado no meio do Alentejo, numa tenda, com um pão seco tipo papo secoe uma garrafa de 33 centilitros de dois em dois dias durante dois anos.
    Ou melhor, era tar lhes um quilo de farinha de 15 em 15 dias e eles que de desemerdassem.
    Talvez no fim estivessem gordos e cheios de energia.
    E sim, estamos todos nós a pagar esses trastes pois que as TV privadas também mamam muito na teta do estado via apoios a comunicação social.
    E claro que ver o vídeo da criatura não esta nos meus planos. Teria de ter feito um dia de jejum antes para ter a certeza que não tinha nada no estômago que pudesse ser vomitado.

  7. Um vídeo com muita matéria para reflexão. Não é fácil acompanhar Shahid Bolsen, em especial para quem está habituado aos papagaios das televisões, mas a quantidade de informação e a qualidade da argumentação compensam um pequeno esforço:

  8. O que é que um cabrão destes merecia, depois de vomitar uma nojice destas?
    E é o nosso dinheiro, no fundo, que paga a boa vida desta cáfila de filhos de p.ta.
    Se a carneirada não abrir os olhos ……

  9. Fui militar, fui para a Guiné e lembro-me que a grande maioria dos oficiais tinham caráter eram corteses nas relações, estavam no exército por vocação.
    Parece-me que agora estão lá porque não sabem fazer mais nada, não conseguiriam viver num emprego em que tivessem de demonstrar competência. E o mais grave é que lhes pagamos o
    ordenado.
    Desde já as minhas desculpas para as exceções, que felizmente as há.

  10. Não conto ver os vídeos porque o resumo já me deu volta as tripas.
    Mas o discurso não espanta pois que os argumentos, ou a falta deles, da extrema direita são sempre iguais. A imaginação não e o seu forte.
    A imaginação é liberdade e eles odeiam a liberdade.
    Ainda há uns dias o Quarto Pastorinho tambem reconhecia alguma fome em Gaza mas dizia que também na Moita havia gente a passar mal.
    Todos sabemos que o que se passa em Gaza ultrapassa em muito qualquer problema que possamos ter em qualquer lugar de Portugal.
    Quanto mais não fosse porque não fomos impiedosamente bombardeados durante dois anos tendo mais de 90 por cento das edificações destruídas, 240 mil pessoas oficialmente mortas e umas 50 mil debaixo de escombros, 100 mil mutilados, todos os hospitais destruídos e a esmagadora maioria das escolas arrasada.
    Se Portugal tivesse sido bombardeado como foi Gaza seriam estes os números de mortos e feridos.
    Também Portugal não viu um inimigo devolver 10 mil desgraçados com marcas de fome e torturas medonhas nem centenas de cadáveres com marcas de sevícias medonhas, fruto de um sadismo digno das civilizações de há quatro mil anos atrás incluindo atropelamento por tanques.
    Se os números de Gaza se multiplicassem pela população portuguesa seriam estes.
    E como seria receber corpos com cordas de forca ao pescoço, com falta de órgãos e até membros?
    Por isso tentar comparar o que se passa em Gaza com o que quer que se tenha passado em Portugal durante os últimos dois anos e só fruto da obscenidade e indecência, temperada com muita falta de vergonha no focinho que sempre caracterizou a extrema direita.
    Já agora ver lá gente gorda ou o homem tem uma doença nos olhos que o faz ver os corpos a triplicar ou o homem está mesmo a gozar com a p*ta da nossa cara para além de com a cara da população de Gaza.
    Quanto a “energia” que o sujeito viu, tratou se simplesmente alegria.
    Alegria por voltar a ver gente que seja duvida já davam como morta pois que sabiam que tinham sido capturados pela gente mais cruel do mundo, os sionistas.
    Há muitos anos que essa gente conhece a brutal crueldade sionista que não tem paralelo neste tempo.
    Muitos deles voltaram para saber que toda a sua família tinha sido morta, tal como lhe tinham dito os seus bárbaros captores. Tinham prazer em dizer aos desgraçados que toda a sua família tinha sido morta. Outros tiveram a alergia de encontrar a sua família viva apesar de, num requinte de crueldade, os nojentos carcereiros lhes terem dito que estavam todos mortos mesmo sabendo que tal não tinha acontecido.
    Como se alguém em Portugal tivesse passado por isso nos últimos dois anos.
    Mas esta e a falta de vergonha no focinho que caracteriza toda a extrema direita e esse bandalho e só mais um.
    Va ver se o mar da tubarão branco tão faminto como os “gordos”de Gaza.

    • Concordo em absoluto. E claro que nem vale a pena assistir a este patego debitando lérias que fariam corar a Sollérias de vergonha, e quanto aos palestinianos, massacrados e despojados durante dois anos, para não recuar mais, forçados a debandar e a viverem sob terror constante, estarem gordos e enérgicos, deve estar a falar da Ferra Aveia, que não passa fome de certeza, ou do Netanyahu, o criminoso de guerra, que continua a fazer das suas impunemente.
      Como já disse antes, bestas quadradas não entram no meu bestiário nem servem de referência, vou fingir que este mamífero desconhecido em busca de protagonismo a encantar pategos nem existe. Por muito menos tivemos um pseudo-moderador/apresentador/pivot/jornalista a expulsar um Major General que nunca expressou tamanha alienação e desonestidade intelectual, para não lhe chamar outra coisa.

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