(In AbrilAbril, 31/08/2024)

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Ao entrar na cidade de Jenin, o carro que transportava uma equipa da RTP foi alvejado pelas forças israelitas. «Eles disparam para tudo o que mexe. Não dão sequer oportunidade de diálogo ou de estabelecer um contacto», relatou o enviado da RTP, Paulo Jerónimo.
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Aquela gente achasse superior a todos os povos do mundo, e isso que lhes ensina a sua religião, que são o povo eleito de Deus.
Uma ideologia supremacista e racista como esta só pode dar em atrocidades para todos os gostos de quem for sádico.
O que e arrepiante e haver gente até concorda com isto por estar na Bíblia.
Era manda los passar um mesinho em qualquer um dos territórios ocupados por esses eleitos de Deus.
Talvez aprendessem alguma coisinha se tivessem a sorte de sair vivos. Que se não tivessem também não se perdia nada.
E vão chamar antissemita ao diabo que os carregue.
Até podia ir o Papamóvel que eles disparavam na mesma… deve pensar que é especial de corrida! Ambulâncias, bombeiros, caravanas humanitárias… “eles é que estarem a defenderem os nossos valores e a democracia”.
Claro, eles são muito democráticos a matar. Tanto varrem muçulmanos como cristãos. Quando se trata de matar gentios não há discriminações.
Mas ainda há uns bandalhos a dizer que sao cristãos e sionistas. Só com merda no focinho.
E viva a democracia.
Francamente, não compreendo a surpresa. Para justificar o honroso título de “única democracia do Médio Oriente”, só podiam mesmo disparar “contra tudo o que mexe”, sem distinções. Disparar apenas contra alguns dos que mexem seria discriminatório e pouco democrático e questionar tão igualitário critério apenas prova a deficiente formação democrática dos gentios. Francamente again, não havia nexexidade.
75 por cento de todos os jornalistas mortos em 2023 foram mortos pelo exército mais moral do mundo.
Isso dá bem a noção da barbárie israelita e da crueldade sem limites de uma gente que se julga eleita de Deus.
E de crueldade sem limites que se trata quando manifestantes pedem um acordo que permita libertar os poucos reféns que ainda estao vivos, mas nem passa pela cabeça de nenhum deles pedir o fim do massacre e a prisão do assassino de mais de 50 mil pessoas.
Um assassino que continua a matar e agora sempre gostava de saber qual foi o terrível massacre que justifica o massacre em curso também na Cisjordânia.
O que ainda não vi foi nenhum articulista falar numa especial crueldade israelita mesmo um que por pelo menos duas vezes falou de uma especial crueldade russa.
Não que estejamos mesmo perante uma especial crueldade mesmo tratando de uma gente que se julga escolhida por Deus e superior a todos os outros.
O que torna os israelitas particularmente promotores de crueldade e a sua impunidade, o facto de todos nós lhes darmos armas e as suas vítimas não terem quaisquer meios de defesa.
Os ucranianos só não fizeram o mesmo no Donbass porque não os deixaram.
Mas quem foi capaz de lançar cinco misseis de alta potência numa praia cheia de gente, e não lançou mais porque certamente não os tinha, quem organizava safaris para caçar ruskies teria feito exactamente a mesma coisa.
Se naquela praia não morreram centenas de pessoas como nos ataques israelitas a Gaza foi porque ao contrário dos desgraçados habitantes de Gaza havia uma defesa anti aérea a funcionar.
Mesmo assim cinco pessoas perderam a vida e dezenas ficaram feridas.
Agora o que me arrepia e que ainda haja gente pro israelita.
Gente que não perceba o que lhe teria acontecido se tivesse nascido na ponta errada do Mediterrâneo.
Gente que não perceba que o facto de serem cristãos não os salvaria. Os locais de culto cristão em Gaza tiveram a mesma sorte que os locais de culto islâmico.
E a impunidade que damos aos assassinos que os faz assassinos.
Morte aos assassinos. E vai chamar antissemita ao diabo que os carregue.