(Vídeo no canal do YouTube de Luís Basílio, 16/08/2024)

A operação ucraniana em Kursk está a transformar-se num pesadelo, com pesadas baixas e a perda de centenas de veículos, ao mesmo tempo que a Rússia avança implacável no Donbass. Enquanto isso, os nossos comentadeiros de serviço continuam a comemorar com o seu azedo champanhe opinativo as vitórias do “grande e valente”, Zelensky. É deprimente e lamentável: merecíamos ser enganados com mais requinte e primor… É ver o vídeo abaixo…
Estátua de Sal, 16/08/2024
Site interessante:
https://youtube.com/@inside_china_business?si=yy692lohrqSY6sdw
Com estas mentiras, que mataram no nosso próprio terreno, esta gente provou que sao como os crocodilos que se não tiverem a jeito outro alimento comem se uns aos outros.
E a campanha foi tão eficaz que mesmo gente que não engoliu nenhuma das mentiras que citaste engoliu esta com anzol, linha e chumbada.
Dois desses amigos já cá não estão.
Outros teem tido sorte. Talvez uma ancestral tenha tido alguma coisa com Rasputine ou outro imune a venenos.
Outros apanharam só um susto e pararam com essa treta de ir dar reforços.
Mas os aldraboes esses continuam cantando e rindo.
Claro que me lembro disso tudo.
Se trouxe a colação a treta das vacinas foi porque talvez essa tenha sido a primeira mentira descarada usada não para legitimar a destruição de outros povos mas para nos transformar a todos em ratos de laboratório com consequências que na realidade essa gente sabia ser imprevisíveis.
Essa foi a mentira que me viu ver a morte a frente dos olhos com enxada e tudo, a mentira que destruiu a vida a um familiar próximo que teria pelo menos mais 20 anos de vida saudável pela frente.
Esta foi a mentira que me fez enterrar amigos e gente que estimava. Esta foi a mentira que me fez ver morrer gente que cresceu comigo.
Esta foi a mentira que, tal como as armas de destruição massiva do Iraque e os talibãs heróis libertadores deixou os mentirosos impunes e uma legião de vítimas no terreno.
Nunca saberemos quantos de nós morreram nem quantos continuam a morrer por continuarem a cair na asneira de ir dar reforços.
Os mentirosos continuam impunes e o mentiroso mor, o CEO da Pfizer Albert Bourla até escreveu um livro reivindicando a vitória contra a doença que o seu veneno teria conseguido.
O livrinho estava a venda ate nos correios e eu só tinha vontade de usar um isqueiro e gasolina no escaparate.
Esta mentira provou que esta gente não tem limites nenhuns.
Esta mentira caiu nos em cima como um cavaleiro do Apocalipse e os presstitutos foram mais uma vez sublimes.
Lembro me de um editorial na Visão que dividia quem não se queria ir vacinar em quatro categorias uma delas a dos mariquinhas que não queriam ir dar uma pica e cujo destino infalível seria ir parar a uma unidade de cuidados intensivos onde seria picado até a morte.
E havia muita coisa nesta linha colando todas as dúvidas a extrema direita.
E sendo que a extrema direita na realidade sempre faz o frete aos senhores do mundo pergunto me hoje se as atoardas delirantes da extrema direita não visaram justamente deacreditar as dúvidas legitimas que havia em relação a uma coisa feita em cima do joelho.
Porque tínhamos o direito a perguntar porque e que uma vacina eficaz e segura contra todas as variantes havidas e a haver tinha assim aparecido quando em décadas não se fez uma vacina contra a SIDA, a maior parte dos cancros e até a gripe que se no ano seguinte aparecer uma variante nova ardeu a tenda.
Mas atoardas como recomendar beber mijo para curar a COVID reduziram toda a gente a Bolsonaro.
Também as vezes dou por mim a desejar que o super caldeirão sob o parque nacional de Yellowstone acorde.
Enfim, um grande evento que lhes dê trabalho, que lhes dê que fazer na terra deles a ver se desistem de andar a tentar xaringar os outros.
Realmente há muita gente valente hoje, que se opõem a esta canalha também por já ter percebido que a vida num mundo dominado exclusivamente por esta canalha não é opção para ninguém.
Por exemplo, querer que um pais com as dificuldades económicas que tem a Eslováquia torre recursos para apoiar o nazismo ucraniano prova ate que ponto e que esta gente e um perigo de vida para todos nós.
Eles estão se nas tintas para as nossas vidas.
E quando a nossa comunicação social chegou ao ponto de culpar Robert Fico pelo atentado que por aquela altura o mantinha entre a vida e a morte nada do que estes vendidos digam me poderá surpreender.
E claro, se o homem tivesse o seu povo a passar fome para apoiar a Ucrânia, assim como faz o Governo da Chequia, se alguém desse ao cabecilha uns tiros no bestunto o candidato a assassino seria convenientemente fervido em azeite para confessar te lo feito a mando da Rússia de Putin. E o vendido seria elevado a categoria dos “grandes e valentes”.
Tal como agora já andamos a tentar branquear uma tal de Legião da Liberdade da Rússia, um grupelho nazi que apoiou a Ucrânia nalgumas incursões em território russo. Levando sempre forte e feio no focinho porque uma coisa e andar a brincar aos tiros e atacar migrantes desarmados enquanto se afogam em vodka, outra coisa e enfrentar soldados a serio no terreno.
Vergonha no focinho esta gente não tem mesmo nenhuma. Vale tudo.
No caso de Robert Fico certamente estao muito danados primeiro por o seu suposto lobo solitário ter falhado. Talvez se da próxima apostarem em alguém mais novo, quem sabe.
Danados estão também por o raio do homem não ter aprendido a lição e não ter voltado ao trabalho convertido a ideia de torrar na Ucrânia um dinheiro que o seu país não tem.
O problema é que os valentes existem mesmo, apesar de no seu número não constar o palhaço de Kiev.
E isso e uma grande chatice para esta gente.
Já agora. Valente? Um sujeito que ninguém sabe muito bem onde ele está e que se limita a mandar os seus e os seus mercenários para a morte?
Valente foi, por muito que a estratégia fosse miserável, o Rei D. Sebastião que liderou as suas tropas em batalha.
Valente foi o rei marroquino que, moribundo, cavalgou frente as suas hostes para provar que continuava a ser a alma do seu país e que seria possível derrotar o invasor.
Agora um bandalho que se esconde num bunker de onde escarra ódio e elogia os “guerreiros” que manda para a morte e valente e na senhora mal comportada que o desovou.
Valente é o cidadão ucraniano tenta fugir ao rapto/mobilização.
Valente é o soldado ucraniano que engana os nazis e se consegue render, vivo, aos seus amigos russos.
Valente é o povo do Donbass que olhou de frente os nazis já por duas vezes na história, e na segunda vez resistiu sem ter sequer o apoio de um exército (2014-2022).
Valente é o cidadão ocidental que desliga os MSM e se informa de maneira a defender-se da popaganda deste império genocida.
Valente é o povo da Palestina que sobrevive a um genocídio num campo de concentração onde os NAZIS (Israel e Ocidentais) lhes fazem tiro ao alvo e assassinam diariamente famílias inteiras.
Valente é o soldado Russo que vai para a linha da frente sem precisar de ser mobilizado à força.
Valente são os que no ocidente ainda se vão atrevendo a recusar as ordens do império genocida NAZI de Washington e dos seus vassalos em Londres e Bruxelas e companhia.
Valente é o guerreiro da resistência, seja Hamas, Hezbollah, Houthis, ou outros naquela região, que arriscam a vida em nome dos direitos humanos de um povo inteiro.
Valente é o povo da Venezuela que continua a resistir ao nazi-fascismo do império genocida, e faz manifestações de apoio ao seu líder Bolivariano.
Valente é o povo Cubano que resiste à brutal agressão do império, do bloqueio feito para lhe provocar a fome, e dos actos de traição dos Cubanos fascistas exilados na Florida ao lado da família Fulgêncio.
Valente é o povo Sérvio que vive no Kosovo sob ocupação do grupo terrorista chamado NATO.
Valente é quem não tem medo de chamar nazi aos nazis, genocida aos genocidas, e filho da p*ta traidor a todos os políticos europeus corrompidos pela NED/CIA e USAID/Pentágono.
Valente é o povo da Transnístria e da Gagaúzia que vive sob constante ameaça de nazis ucranianos e de fascistas romenos.
Valente é o povo do Sahel (Mali, Niger, Burquina Faso) que enfrenta diariamente os terroristas islâmicos apoiados pelos EUA e, sabe-se agora, pelos nazis ucranianos.
Valente é a África do Sul que colocou os nazis de “israel” em tribunal por genocídio, mesmo com a África do Sul a ser ameaça pelos nazis de Washington.
Valente é aquele 1% ou 2% do povo Português que manda os MSM nacionais à m*rda e se informa a partir de fontes que não são presstitutas do império nem colaboradores de nazis, terroristas, e genocidas.
Valente é o povo do Iémen que vendo-se no meio da misério e destruição, percebe que mais nada tem a perder, e bombardeia barcos que guerra do império nazi anglo-americano, e lhes destrói drones.
Valente é o povo do Iraque que se manifesta nas ruas pelo fim da invasão dos porcos nazis do ocidente.
Valentes são as crianças e mulheres do Afeganistão que, após terem provado a liberdade e o progresso durante a União Soviética, vivem hoje com fome e total repressão dos “bravos guerreiros mujahideen” (era assim que os MSM e Hollywood descreviam os Talibans, Al-Qaeda, e Bin Laden) que a CIA radicalizou nas madrassas do Paquistão e depois armou até aos dentes só para fazer mal aos socialistas.
Valente foi o povo do Vietname, Laos, e Camboja, que foi o mais bombardeado da história, inclusive com armas químicas para lhes destruir a comida e a saúde de forma genocida.
Valentes são os Judeus da Palestina que recusam apoiar o projecto nazi/sionista de “Israel”, e que por isso vão sendo alvo da repressão do ditador hitleriano de Telaviv.
Valente é a China por ter-de tornado a maior economia do Mundo em paridade do poder de compra sem nunca abdicar da sua soberabia, da sua posição pró-paz, e do seu modelo económico e de governação anti-fascista.
Valente é o povo da Bolívia que saiu às ruas e no espaço de um ano comseguiu inverter um golpe do império nazi de Washington e dos seus vassalos fascistas e racistas nesse país Sul Americano.
Valente é o Robert Fico e seus eleitores Eslovacos, que continuam convictos na recusa de enviar armas para os nazis ucranianos, mesmo após a tentativa de assassinato levada a cabo pelo império nazi de Washington.
Valentes são os ex-Ucranianos democratas anti-nazis que já adquiriram a nacionalidade Russa e vivem hoje na reconstruída cidade de Mariupol, celebrando o Dia da Vitória sem medo das ameaças de bombardeios pelos nazis criminosos de guerra de Kiev.
Valente é o único jornalista em Portugal, Bruno Amaral de Carvalho, que arriscou a carreira e a vida só para poder mostrar a verdade e os factos aos seus compatriotas.
E valente como ele são todos os verdadeiros jornalistas, como os que estão no terreno na Palestina. Mais de 160 já foram assassinados pelos Nazis sionistas.
Valentes são os cidadãos do Bangladesh que levaram porrada quando tentavam apoiar a sua Presidente deposta em mais um golpe dos nazis da CIA. Ficaram por estes dias a saber que o sucessor é um corrompido pela NED e pela Fulbright, e que a sua Presidente foi deposta porque recusou dar uma ilha (Saint Martin) aos EUA que aí querem fazer mais uma base militar.
Valente é o povo do Norte de Moçambique que nos dias que correm continua a ser vítima dos ataques do Estado Islâmico! Sim, isto está a acontecer neste momento!! E relembro aqui que o Estado Islâmico é uma consequência directa das ações dos Nazis de Washington na sua agressão ao Iraque (que constituiu um genocídio com cerca de 1 milhão de mortos).
Há muita gente valente no mundo, podia passar o dia a escrever. A vitória dos valentes é inevitável. Só é pena que, até lá, tanta gente tenha de morrer devido à covardia dos Nazi-Fascistas Genocidas Imperialistas aka os “democratas” Liberais, USAtlantistas, EUrom*rdas, NATOcornos, e Sionistas.
PS: por estes dias, desejo uma maldade: que um meteorito como o da Tungusta passe a rasar e exploda nos céus entre Washington e Nova Iorque, arrasando tudo de uma ponta à outra e, tal como aconteceu com o da Tungusta, não fazendo mal a mais ninguém na Terra (ou então que caíssem mais uns quantos pedaços em Londres e… Bruxelas). O tipo de metorito ideal, no local ideal. Se esses montes de m*rda gostam assim tanto do seu império nazi genocida, pois então que o genocídio lhes aconteça a eles. Desejar mal a gente ruim, é ter coração! E imaginemos que graças a esse meteorito, morriam ali 20 milhões de nazi-fascistas imperialistas genocidas. Mesmo assim, seria menos do que o número de humanos que eles e o seu regime assassinaram desde 1945.
E eu cá gosto de contas certas…
A sério que definem aquele matraquilho como “grande e valente”?
Porra, ainda bem que não os ouço
E ainda bem que a Rússia não tem interesse nenhum em invadir a Europa.
Porque com estes aldraboes só saberíamos o que realmente se está a passar quando vissemos os vasos de guerra russos a subir o Tejo.
Ate lá iriam dizer nos que não podíamos viajar para a Europa por causa de um qualquer bug informático nas redes de transportes ou até por lá ter surgido uma variante mais mortífera de COVID.
Numa guerra s primeira vítima e a verdade e desde as “vacinas eficazes e seguras” que esta gente nos perdeu o respeito e se desabituou de nos dizer qualquer coisa que se pareça com a verdade.
Talvez por terem visto como foi fácil enganar a maior parte de nós.
E se há coisa difícil de largar são os maus hábitos.
E estes trastes ganharam de vez o mau hábito de quando dizerem uma verdade lhes cair um braço, sendo que nenhum e maneta.
“esta gente nos perdeu o respeito e se desabituou de nos dizer qualquer coisa que se pareça com a verdade.
Talvez por terem visto como foi fácil enganar a maior parte de nós.”
– acertaste em cheio!
Mas erraste só o momento do início da mentira e manipulação. Não começou com as vacinas, já vem muito mais de trás.
Lembras-te das “armas de destruição massiva no Iraque”?
Lembras-te do “o €uro vai ser bom para Portugal”?
Lembras-te do filme do Rambo dedicado aos Taliban, ou das duas páginas inteiras do The “Independent” dedicadas ao “herói saudita” (= Bin Laden) e aos “bravos guerreiros Mujahidee” (= Taliban, e futura Al-Qaeda)?
Lembras-te do “é preciso intervir no Vietname para parar o Comunismo”?
Lembras-te do “não se pode acabar com a escravatura, pois isso seria uma catástrofe para a economia”?
Lembras-te do “temos de ir em nome do rei e do nosso deus numa cruzada numa terra longínqua, pois os infiéis têm de morrer”?
Lembras-te do “e ao terceiro dia, o filho da virgem, ressuscitou”?
Etc.
Isto é a coisa mais velha da história. A profissão mais velha do mundo não é a outra, da mãe desta gente. A profissão mais velha do mundo é a do peopagandista mentiroso ao serviço do lunático que quer controlar o povo.
Não é “homo sapiens”, é homo mentiens!