Ataques fascistas no Reino Unido são fruto de décadas de propaganda anti-imigrantes

(In Diálogos do Sul, 05/08/2024)


Agressores repetiam “detenham os barcos”, um dos lemas do governo Sunak, que tentou se manter no poder prometendo aprofundar políticas anti-imigrantes no Reino Unido.


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Na segunda-feira passada, 29 de julho, um adolescente de 17 anos irrompeu em uma espécie de baile em Southport, Inglaterra, Reino Unido, assassinou três meninas, apunhalou outros oito menores – cinco dos quais sofreram lesões graves – e feriu dois adultos que tentavam detê-lo. Depois que o jovem foi preso, espalhou-se em redes sociais o boato de que era um imigrante recém-chegado ao Reino Unido em uma embarcação como as que milhares de pessoas usam para cruzar o Canal da Mancha em busca de asilo.

Ainda que o embuste fosse desmentido pelas autoridades e inclusive a identidade do agressor fosse revelada, apesar de ser menor de idade, milhares de simpatizantes da ultradireita tomaram isso como pretexto para sair às ruas, realizando violentos distúrbios em que atacaram policiais, vandalizaram lojas e incendiaram veículos. As consignas destas hordas giram em torno da xenofobia, do racismo e da islamofobia, e já houve pelo menos uma tentativa de assaltar uma mesquita.

Rishi Sunak e as promessas anti-imigrantes para o Reino Unido

Ninguém pode se surpreender com a irrupção fascista: trata-se do resultado previsível, e talvez inevitável, de décadas de intoxicação ideológica e midiática contra a imigração irregular.

É muito revelador, por exemplo, que um dos gritos mais repetidos pelos grupos racistas seja Stop the boats!  (Detenham os botes [ou barcos]!), um dos lemas do governo conservador que terminou este ano, assim como bandeira central na falida campanha do ex-primeiro-ministro Rishi Sunak para manter-se no poder.

Em várias ocasiões, Sunak prometeu a seu eleitorado fazer tudo o que fosse necessário para deter as embarcações, e apenas em janeiro deste ano o Departamento do Interior publicou o comunicado Ações do Governo Britânico para deter as embarcações em 2023, no qual se jacta de operações tão ruins como recrutar as multinacionais Uber Eats, Deliveroo e Just Eat para deter indocumentados que ganhavam a vida fazendo entregas em domicílio.

O mesmo Sunak, assim como seu antecessor Boris Johnson, transferiram buscadores de refúgio para prisões flutuantes em barcos adaptados como centros de detenção, uma política que pretenderam generalizar, mas se viram obrigados a recuar porque ocorreu o que lhes tinham advertido defensores de direitos humanos: o confinamento e o ambiente insalubre causaram uma rápida propagação de enfermidades infecciosas. Ambos foram também os impulsionadores do infame plano para enviar os imigrantes irregulares para Ruanda, sem importar sua origem nem o fato de que esta nação africana carece de qualquer capacidade para alojá-los, em clara violação aos tratados internacionais em matéria de asilo e refúgio.

Os ex-mandatários e os legisladores do Partido Conservador não podem ignorar esta irrupção fascista, por mais que tentem apresentar-se como moderados alheios ao extremismo que tomou as ruas. Foram eles que se alinharam aos setores abertamente xenófobos para aprovar a saída da União Europeia (Brexit), uma de cujas principais motivações residia no tão falacioso quanto racista argumento de que as leis comunitárias eram as causadoras da chegada de imigrantes. Que a explosão se produza quando o conservadorismo já foi desalojado de Downing Street é uma amostra de como o ódio semeado pelas direitas continua danificando o tecido social muito depois que estas deixam formalmente o poder, e impõe à administração trabalhista o desafio de recompor a tolerância e a pluralidade sem as quais não pode existir uma democracia.

La Jornada, especial para Diálogos do Sul – Direitos reservados.

Fonte aqui

63 pensamentos sobre “Ataques fascistas no Reino Unido são fruto de décadas de propaganda anti-imigrantes

  1. Sim, Israel está em vias de estender o incêndio ao Líbano e ao Irão e nos a discutir os grunhos ingleses que são um simples caso de polícia.
    E os números do Hernani que sao só um caso de aldrabão compulsivo.
    O Hernani só para cá veio porque alguém decidiu que tal aldrabão era um estatístico idoneo e a ter em conta.
    Mas efectivamente há por aí muito pior do que aldraboes encartados.

    • Os “sociólogos” e os “estatísticos” estão fartos de citar o Hernâni Carvalho nos seus documentos… en France, bientout!
      Já carniceiros e açougueiros não faltam por aí, hoje em dia até têm gabinetes de marketing e publicidade a embelezá-los…
      Uns moem-nos o juízo, outros o espírito, outros o corpo…

  2. Aldraba-mos,peço perdão,Albarda-mos, como o Sr regidor e o Wale da paroquia…Estamos esclarecidos quanto à ideologia e civismo…Os números serve quando agrada,quando não agrada não serve…O regidor até escavou com a pá para buscar números do expresso que sabemos como funciona a favor do regime,para contrapôr que investiga…De resto está tudo dito não entrando em politiquices,e ocaracter desta gente que diz ser séria…Já fostes!

    No fundo acho que toda a gente percebeu como isto funciona .

    • Patego, perdão, Profeta, já todos sabemos que és pior que uma lampreia quando te debates depois de seres apanhado na rede, e te contorces todo depois de seres apanhado a aldrabar à descarada. Como por aqui já te vamos conhecendo cada vez melhor, cada vez tens menos espaço para semear desinformação, lérias, propaganda alt-rightolas de caca para pategos, isso cada vez te incomoda mais, e as tuas múltiplas tentativas para inverter o rumo natural das coisas, mesmo com os clones e “companheiros” a virem em teu auxílio fazer queixinhas veladas, para não haver “bate boca”. Mas daqui, já devias ter percebido, cada vez vais levar menos e enganar menos lorpas, porque não te vamos dar espaço para patranhas e aldrabices.
      Quanto aos números, esse nem foi o meu ponto, e curiosamente agarraste-te a eles mas os meus comentários ignoraste (fizeste de conta) pois mais uma vez te expuseram como incoerente e falsário.
      Temos pena…

  3. Só não percebi de que cartola foram sacar o Hernâni Carvalho, que de repente era citado em todos os posts.
    Mais um número de ilusionismo do falso profeta (e mentiroso) que anda por aqui, e nuns dias é a vítima, pobrezinho, e nos outros faz parte de um movimento de apoio à exclusão de quem o contradiz.
    Os mesmos truques pategos de sempre… e como têm sido expostos pelo que são, até patinam…

  4. Quando não sabemos onde raio e que o Hernani vai buscar os números so nos resta duvidar
    A mim não me interessa o partido do homem mas que ele grasna como um chegano, grasna.
    Estou me nas tintas para quantos diplomas o homem pode ter, também havia um professor da Universidade do Porto que defendia que se recebesse a tiro quem se fazia ao Mediterrâneo.
    Ter formação académica não impede ninguém de ser uma besta e divulgar informação falsa como e o caso da Van der Pfizer.
    E sim, não podemos andar a divulgar números para o que nos interessa especialmente se são falsos e visam justificar coisas como o caos que em que os fascistas estão a transformar as ruas no Reino Unido.

    • E de repente, graças à “patriótica” e incansável militância dos energúmenos britânicos, deixou praticamente de se falar do genocídio nazionista na Palestina! Ele há coincidências do ca*#lho!

      (erro de colocação anterior, a minhas desculpas)

  5. Continuamos na mesma,ou porque segue o André pastor,seja lá o que for,ou porque o Hernani é chegano.

    Eu não conheço o partido do homem nem me interessa,mas que é uma pessoa conceituada no assunto é..

    Agora não podemos ter números para aquilo que interessa,e para aquilo que não interessa, é mentira,ou outra coisa…

    Sendo assim estão a cair no ridículo…

    E sendo assim,no blogue os comentários estão a perder qualidade devido à falta de humildade.

  6. E noutra frente. Os vacineiros da COVID voltam a atacar e a OMS opta pelo alarmismo com “risco de uma variante mais severa”.
    A tal variante ainda não apareceu mas já se pede um reforço da vacinação.
    Por cá dizem que quem não foi vacinar se na campanha de 2023 2024 não deve ir agora
    E que quando finalmente faz três anos que cai na asneira de dar aquela porcaria era mesmo em meter mais veneno no corpo que eu estava a pensar.
    Vão ver se o mar da megalodonte. E podem levar o Hernani.

  7. O adepto disfarçado das teses do quarto pastorinho André Ventura, que acredita piamente comer-nos a todos por estúpidos, não sente que classificá-lo como “criatura lamentável” e “geostrategista intriguista” seja insultá-lo! E também não acha que acusá-lo de optar por um “discurso xenófobo, racista e alarmista” seja igualmente um insulto. Coitado!

  8. Amigo Joaquim,deixe lá o homem sonhar com perigosos wokistas que querem matar a família tradicional e ir buscar dados onde queira nem que seja num animador das manhãs racista, xenófobo, justiceiro e com qualquer coisinha de misógino.
    Eu há muito que me deixei do Hernani porque o discurso incendiário do homem me dava vontade de vomitar.
    Mas cada um come do que quer.
    Eu já perdi o tempo quando aparecia um discurso honesto e ao mesmo tempo um discurso de extrema direita rasteiro, tudo no mesmo texto.
    Com o texto do tal francês anti árabe em geral e anti palestiniano em particular tive dificuldade em calar o berro de 500 peixeiradas a nortenha que me ia na alma.
    Mas percebi que isso só serve para sermos nós os maus da fita.
    Por isso o melhor é irmos apresentando as nossas versões das coisas e esperar que sejam nessas que a malta que lê isto acredita.
    Que não serão a verdade toda mas estarão certamente mais próximo que as atoardas incendiárias do Hernani que assim vai ganhando a vida.
    Compreendo, contudo,que te falte a pachorra.

    • Tens razão, amigo Whale. O meu problema, porém, é que, quando era puto, engoli um barómetro. A maquineta criou raízes no meu pobre coirão, reproduziu-se por partenogénese e agora tenho uma série de “filhotes” incrustados, que me taparam completamente o botão da pachorra: um aldrabiçómetro, um vigaristómetro, um tretómetro, um ignorantómetro, um analfabrutómetro, um estupidómetro, um chico-espertómetro e mais uma série deles de que agora não me lembro o nome. Os ponteiros giram loucamente ao mais pequeno estímulo e as campainhas de alarme quase me deixam surdo. Para meu azar, os estímulos, no caso em apreço, de pequenos têm nada. E prontes! É assim a minha vida, é esta a minha sina! Reza por mim! Ou não.

  9. Como não me insultou desta vez ,não vou entrar em divergências,por isso espero melhor argumentação como fez agora neste ultimo comentário…

    E neste caso tenho que dizer obrigado!

  10. Expresso de 18 de Dezembro de 2022 (há um ano e oito meses), com base em dados da Pordata:

    “14 em cada 100 bebés nascidos em Portugal têm mãe estrangeira
    Dos quase 80 mil bebés nascidos em 2021 em Portugal, mais de 10 mil, o equivalente a 14 %, são filhos de mães estrangeiras, segundo um levantamento hoje divulgado pela Pordata
    (…)
    Depois de uma diminuição na última década, até um mínimo de 8,4 % de nascimentos de mãe estrangeira em Portugal em 2015, essa percentagem tem vindo sempre a aumentar e, no ano passado, registou-se o nascimento de 10.808 crianças filhas de mãe não portuguesa residente no país, num universo de 79.582 nados-vivos.”

    Aqui:
    https://app.expresso.pt/sociedade/2022-12-18-14-em-cada-100-bebes-nascidos-em-Portugal-tem-mae-estrangeira-094c0115?utm_source=site&utm_medium=share&utm_campaign=url

    Entre os 14% de crianças nascidas de mãe estrangeira em Portugal, da Pordata, e os 60% de gravidezes em Portugal serem de mãe estrangeira, do Hernâni Santos (alegadamente), a minha confiança vai para a Pordata. O geostrategista intriguista, evidentemente, opta pelo discurso xenófobo, racista e alarmista de que os imigrantes, essas hordas imparáveis de invasores pretos e castanhos, nos querem comer a todos, substituir as nossas brancas mulheres pelas suas parideiras pretas e castanhas e ficar com os nossos belos e civilizados jardins cristãos, para os reciclar imediatamente em horríveis mesquitas. Gostaria de me ter enganado a respeito do indivíduo, mas, infelizmente, parece que apenas pequei por defeito. O que dizer de uma criatura que anteontem choramingava aqui que nem uma Madalena que se ia embora por causa do mauzão do Joaquim Camacho, que ontem dava um mortal à retaguarda para admitir que, afinal, era verdade que cometia “muitos erros”, agradecendo-me as críticas e encorajando-me a fazer mais, e que hoje dá nova cambalhota e desata a ladrar-me às canelas, porque afinal parece que sou de novo um mauzão que devia ser irradiado do blogue. Que criatura lamentável.

  11. Tanto quanto julgo perceber, ó geostrategista, estás a tentar pôr-me à bulha com o Whale. Mas até como intriguista és incompetente. O Whale escreve com alma, coração e cérebro, e percebeu perfeitamente a motivação do meu conselho, como amigo. Tu é que não consegues perceber nada. És intriguista e queixinhas.

    • Sr Regidor,estás com medo?Não foste tu que começaste?
      Se para umas coisas os números servem,e para outras não servem, está em contradição daquilo que diz…

      Depois é porque sou perigoso, ou outra coisa qualquer…

      Que eu saiba eu não falei em politica.

      Não podemos estar de acordo,mas quando o objectivo é insultar porque se é frustrado,ou porque se tem uma doença politica fanática,e que há numeros que interessa e outros que não interessa,estamos ditos sobre a imparcialidade e também sobre a ideologia…

      E neste caso o perigo és tu,basta avaliar pelos comentários, e a falta de vergonha que até já foste chamado atenção por uma Sra.

      Eu sentia-me muito mal com isso,ser chamado atenção por uma Sra.

      Embora não tenha certamente tanta qualificação como o Sr regidor,mas quanto à educação estamos ditos…

      Depois como querem que o povo comum acreditem em ideologias,basta ver o nivel de educação..

      O povo comum é muito mais bem educado que o Sr regidor que é um ideologista fanático.

  12. Porra, o Hernani Carvalho e um artolas que por ele tínhamos justiça a americana com linchamento e tudo.
    Fonte superior a Wikipédia, ao INE, a tudo e a todos.
    E não tenho qualquer problema em chamar a esse senhor chegano e aldrabão.

    • Porra,foi o Hernani que disse isso ontem na sic..

      Não vamos deturpar o que ele disse..

      Ele baseou-se nos numeros como o Sr regidor..
      Isto são factos,nem é ideologia nenhuma,apenas factos.

      Agora para umas coisas é mentira e para outras é verdade,alguma coisa aqui está mal.

      Ou falamos todos a verdade em o politicamente correto,ou andamos todos a pregar às cavalas quando vou pescar.

      Eu pessolmente vivo bem com todos,nem me preocupa estes numeros,mas regidores daqui da paróquia parece que entram em êxtase,em depressão,parece que os numeros tem que ser a favor deles…Afinal o que pregam não é a verdade..

      Ps:Se falarem todos a verdade é mais fácil para todos,do que andarem todos a dividir para reinar..

      Que me parece o caso de alguns comentadores daqui da paróquia…

      Haja mais qualidade nos comentários por favor!

  13. Tenho recebido mensagens de apoio,e penso que o blogue igual,que com o Camacho o blogue tem perdido qualidade,porque apenas procura histórias,problemas,onde muitas vezes não existe…O homem tem problemas e não sabe comunicar,é cão que não conhece o dono…”Tanto está bem contigo,que depois está mal contigo,e interpreta as coisas da forma que lhe agrada…Acho da forma repugnante como escreve devia ser irradiado.

    • Caiu-te a máscara, foi? Primeiro dizias que ias embora, agora que o Joaquim te desmascarou mais uma vez e desta vez mostrou que se há aqui um “Polls Pots”! (como lhe chamaste, sem que ele se viesse vitimizar) és tu (pela forma como inventas números de imigrantes no Reino Unido), lá vem mais este choradinho de pobre coitado, e mais as mensagens de apoio. Já no outro dia andava aqui um a fazer queixinhas armado em defensor de pobres vítimas, mas teve de as fazer “em segredo” que é para não haver “bate boca”. Que é tudo o que vocês não querem, serem desmontados nas vossas falácias e hipocrisias. Esse das queixinhas nunca o vi aqui a comentar, apenas fez uma pergunta sobre fontes a um comentador, e depois as queixinhas, de resto nada.
      Desistam, que as vossas tretas para pategos serão sempre desmontadas enquanto for possível, e nem os vossos números de virgens puritanas ofendidas conseguirão ocultar o quanto se humilham, mais do que são humilhados, por aqui.

  14. Falar com malta que só sai do seu bairro para vir de férias a Portugal, Espanha ou Grécia embebedar se e armar desacatos.E que tem as suas fontes no Facebook ou no agora x que débitam noite e dia a tralha de extrema direita que te deu esses números.
    A sério que estou a pensar nisso e o Joaquim certamente também.
    A grunharia que vai em Inglaterra não tem justificação possível tal como o genocídio em Gaza.
    Só espero que nenhum imigrante que se mata a fazer os trabalhinhos de corno que os ingleses não querem fazer não pague com a vida ou lesões graves.
    Já agora, vês muitos franceses nas obras ou a varrer ruas? E que quando lá estive não vi nenhum.

  15. E as pessoas aproveitam os incidentes para fazerem aquilo até já lhes ia na alma fazer e dar asas aos seus instintos mais baixos.
    Mesmo que o jovem agressor tivesse vindo num barco e fosse muçulmano em que e que isso lhe dava razões para andarem a caçar mas ruas todos os imigrantes de todas as religiões.
    Volto ao mesmo, se o atacante fosse um inglês, como já tantas vezes aconteceu, vinham para a rua flagelar se?
    São russofobicos desde o tempo da Guerra Fria e por isso acham normal odiar os russos.
    E a loucura continua. Agora diz se que a Ucrânia divulgou um video em que prova a capacidade em combate dos seus devastadores storm Shadows
    Ora esses misseis são tão ucranianos como o Tal Mahal e meu. Sao armas que lhes sao fornecidas pelos mesmos trastes que agora não teem mao nos grunhos que incendeiam as ruas.
    Se imigrantes forem mortos o sangue está na mão da Polícia que não fez o seu trabalho de zurzir forte e feio e de Governos que se levaram décadas a promover o racismo vil.

  16. E a verdade e que se estes grunhos tivessem os trabalhinhos de corno e os horários desumanos que os imigrantes teem muitos não teriam tempo nem energia para vir para a rua gritar, espancar pessoas e partir coisas.
    E se a polícia lhes caísse em cima com a fúria que caiu em cima dos manifestantes pacíficos contra o genocídio israelita, com o Governo a chamar lhes antissemitas já teriam de certeza acalmado.

    • Caro Whale, era muito mais agradável e fácil ler os teus comentários quando vinha tudo junto. No “método” que agora adoptaste torna-se até difícil perceber quando há comentários novos, é preciso ir atrás e reler as pequenas parcelas até perceber quando começam as novas. Eu até o faço, mas é possível que nem toda a gente tenha paciência para isso. Desculpa-me a franqueza, mas julgo que serás mais lido se voltares ao método anterior.

      • Não é fácil fazer bons comentários todos os dias,mesmo os profissionais da escrita não o consegue fazer.
        Claro que é mais fácil ser regidor do blogue do que ter ideias,e procurar assuntos…Por isso “desculpe lá a franqueza” era bom que argumentasse melhor e procurasse outras ideias construtivas.

        O bjectivo é dar o nosso contributo como cidadãos comuns.

        O objectivo é ter um intercâmbio de ideias que possa contribuir para compreender este mundo cada vez mais complicado.

        Acho que têm muita dificuldade em trocar ideias,e mais facilidade em ser regidor do blogue,mesmo com erros,quem não erra?

        Muitas vezes não estou de acordo consigo,mas não funciono como o Sr regidor do blogue.

        O Sr regidor da minha terra andava sempre à procura dos falhanços dos outros para criar historias, para depois fazer “queixinhas” ao poder politico.

        Neste caso o Sr Regidor faz queixas ao seu “companheiro de luta”.

        Não sei se é o seu caso,mas seria mais interessante como regidor do blogue escrever textos interessantes que possa também contribuir melhor para a riqueza deste blogue,apesar de estar ou não de acordo…

        Excepto se for uma “coisa” grave com no meu caso que me enganei no pai do antigo primeiro ministro françês…Neste caso estou de acordo…

        Em relação ao pensamento é mais complicado,não é o mesmo que o seu,nem pode.

        Gostava que o Sr regidor escrevesse mais e melhor para também ver se era capaz de atingir o nível do Wale…

        Desulpe lá a franqueza Sr regidor!

  17. Há ingleses decentes, claro que os há e nos meus tempos por lá conheci alguns.
    Resta saber se serão suficientes para conter as hordas fascistas que tomaram as ruas de assalto e que já levaram alguns países europeus a desaconselhar viagens ao Reino Unido.
    Os israelitas decentes já se provou que nem de perto nem de longe são suficientes para deter a brutalidade sionista.
    Vivemos tempos duros e perigosos e sim, a tentação de as vezes levar tudo raso e grande.
    Porque tal como na Alemanha nazi, os poucos decentes nunca sao suficientes.
    Isto está complicado.

  18. Por isso esta grunharia toda, ameaçando vidas e propriedades de estrangeiros com a cor e a religião errada não me espanta nada.
    Isto sempre esteve lá, só precisava de um pretexto para explodir.
    Como dizia a minha avó, já vem de trás quem nos empurra.
    Vai ver se o mar da megalodonte.

  19. A criatura não achou graça a brincadeira e, não tendo uma situação tão desesperada como eu tinha na altura quis regressar a Portugal.
    Pois o bilhete de identidade não aparecia nem por um decreto e na Segurança Social diziam que faziam aquilo aleatoriamente pois que havia muitos documentos falsos.
    E nem valia a pena continuar a conversa. O bilhete apareceria quando bem entendessem caso se provasse que não era falso.
    Na polícia disseram que estivesse descansada pois que na Inglaterra a polícia não pedia identificações na rua.
    Quanto a permitirem que a mulher embarcasse num avião sem documentos dada a situação nem pensar nisso era bom.
    Foi preciso quase um mês e a intervenção da embaixada portuguesa para o documento aparecer.
    E nós éramos brancos e europeus, não queria nem imaginar o que passavam outros.

  20. Em 1999 tive em Inglaterra a primeira experiência de emigração.
    Uma criatura da mesma leva viu o bilhete de identidade apreendido quando nos fomos inscrever na Segurança Social sem explicação nenhuma.
    Acontece que chegados a fábrica a criatura não achou graça a ideia de lombar 55 horas enquanto as inglesas faziam 39 e ganhar quase menos duas libras a hora que as congéneres inglesas, a pretexto de que nos davam alojamento e alimentação.
    Alojamento em quartos partilhados por quatro e alimentação a inglesa.

  21. A Inglaterra foi o último pais da Europa Ocidental a deixar de aplicar a pena de morte, outros só a aboliram mais tarde mas não a aplicavam.
    E sempre se reservaram o direito de tratar os imigrantes indecentemente.

  22. Depois sempre houve uma elite que tratou a sua população branca e inglesa com uma cenoura numa mão e um pau na outra.
    A cenoura foi a doutrina de supremacismo britânico que os fez acreditar que eram superiores a todos os outros e ate a outros brancos como os irlandeses, tratados com uma crueldade intolerável.
    O pau foi a crueldade com que essas populações eram tratadas. Muitos eram empurrados para uma miseria extrema.
    Um desgraçado podia ser pendurado na ponta de uma corda por roubar um pão, as condições laborais eram assassinas, mais tarde trataram de exportar “criminosos” muitos deles gente que roubava alimentos para não morrer de fome ou mulheres que se prostituíam para sobreviver, em barcos em condições desumanas, para as colónias da América e,após a independência dos Estados Unidos, para a Oceania.
    Claro que essa gente tratada com crueldade extrema tratava de cevar a frustração nos corpos das populações das terras para onde eram embarcados tendo como alternativa balançar pendurado pelo pescoço na ponta de uma corda.

  23. Este foi o país que explorou ao máximo os recursos dos territórios conquistados em detrimento total do abastecimento alimentar das populações locais.
    Causando fomes devastadoras nos territórios que hoje sao a Índia, o Paquistão e o Bangladesh.
    A última foi a Grande Fome de Bengala e sabemos o que o endeusado Churchill disse a respeito.

  24. Este foi o país que extermínou as populações da Austrália e Nova Zelândia, não que a esse respeito tivessem sido melhores os espanhóis nas Américas.
    Mas foram também eles a iniciar os grandes massacres de nativos americanos no que são hoje Canadá e Estados Unidos.

  25. E longe de mim embarcar na teoria do Miguel Sousa Tavares em relação aos russos e falar de uma crueldade inglesa.
    Mas estamos a falar de uma população racista violenta desde há séculos.
    Este foi o país que conduziu duas guerras contra a China para os obrigar a deixar entrar ópio no país.

    • Nunca se deve tomar o todo pela parte, cada um é responsável e fica com os seus actos, mesmo que “cumpra ordens”, ou “vá no rebanho”.
      Ainda agora estava a dar uma reportagem da CNN internacional sobre soldados da IDF que abandonaram o exército pelas coisas que viram fazer em Gaza, nas operações dos últimos meses.
      Um dizia que os familiares deles tinham mais medo pelo que lhe podia acontecer agora que denunciaram as práticas militares que viram do que propriamente quando eram militares em operações em Gaza.
      Outro explicou que depois de abandonarem um edifício onde estavam abrigados em Khan Yunis, foi dada ordem para arrasar o edifício, prática que a IDF contrariou em comunicado, dizendo que só destroem edifícios que estrategicamente bloqueiem ou dificultem as operações, ou que sejam alvos das operações.
      O grau de consciência (e de responsabilidade) de cada um (sobretudo os que estão no centro das operações e no terreno, sujeitos a tudo) é variável e mais culpados são os sociopatas que estão por trás deste incitamento ao conflito, à guerra, à privação de bens essenciais, ao assédio e terror psicológico constante, estes semeadores da morte e da destruição – os “arquitectos do caos”.
      Além dos “engenheiros sociais”, que moldam e mudam a sociedade às ordens da oligarquia, mas com estratégias mais súbteis, mais “reformistas” (nem todas as “reformas sociais” são boas no médio/longo prazo, mesmo que pareçam construtivas e positivas, e há algumas bastante agressivas e destrutivas no curto prazo, veja-se os tempos da Troika, por exemplo, com promessas de amanhãs que cantam).
      Portanto qualquer atitude xenófoba nunca incide sobre o carácter e a inteligência das pessoas, e sim sobre os aspectos mais visíveis e distintos (a cor da pele, do cabelo ou dos olhos, o hábito – que não faz o monge, a língua e os costumes, etc), apelando ao tribalismo mais primário e reaccionário.

      • *subtis
        O ódio corrói a compaixão e o respeito, e o medo é o inimigo da racionalidade.
        O ódio e o medo (através da manipulação dos estados mentais e das emoções) são os canais de poder destes sociopatas e psicopatas, e as ferramentas que usam são mais do que conhecidas, entre elas a propaganda, a desinformação e a censura. Ainda assim, essas são as menos sanguinolentas. Depois há outras mais violentas e que incidem directamente sobre os corpos dos cidadãos (apropriados pelo regime, categorizados e desumanizados – os outros, os ciganos, os judeus, mas também os párias, os enfermos, as pessoas “deficientes”, os idosos, etc), e não apenas as mentes.
        Quem contribui para isto tem um nome, ou é um nazi assumido ou então é só um patego armado aos cucos. E como há cada vez mais cucos a cantar a mesma “melodia”…

        • Quem diz “os judeus” (na Alemanha Nazi) pode dizer “os palestinianos” (no Israel Sionista), ou os “libaneses”. E todos são povos semitas. Talvez até mais os últimos que os primeiros, uma vez que não vieram da Europa e da América em grandes números para lá, e já várias gerações antepassadas lá viviam.

  26. O que não há dúvida e que Inglaterra sempre teve casos de racismo sordido e este e só mais um exemplo.
    Vejamos, infelizmente os ataques a facas contra crianças não são tão raros como isso e na sua esmagadora maioria sao protagonizados por impolutos ingleses brancos.
    Sempre que isso acontece eles não vêem para as ruas autoflagelar se a dizer que são todos uns malandros e assassinos.
    Se fosse um ataque de um sujeito de extrema direita, como o que dias antes do referendo do Brexit matou uma deputada trabalhista a machadada seria até devidamente considerado maluquinho e ficava por isso mesmo.

    • Aquela comunidade passa por uma tragédia, um ataque hediondo que ainda nem foi “explicado” nos seus contornos, motivos e causas, com as consequências que se conhecem, e estes energúmenos partem para a exploração do ódio, o empolamento xenófobo e a propaganda anti-islâmica (nem vou usar o termo anti-semita, e podia, mas está completamente deturpado, e nem todos os muçulmanos são árabes, ou semitas), e não contentes ainda semeiam destruição e o desassossego, num ataque dirigido à comunidade islâmica, mas que acaba também por afectar e perturbar toda a gente que ali vive.
      Todos bons rapazes. Maus, mesmo maus, são os “wokes de esquerda”. Estes são vítimas das divisões e dos ódios entre “esquerda e direita”, “cristãos e muçulmanos”. Não são agentes e disseminadores desse ódio, logo não são responsáveis por tudo o que fizeram e não podem arcar com as consequências…

  27. Quem manda e controla o sistema inglês? A coroa e os (land)lords, os grandes industriais (herdeiros, locais e deslocalizados), os grandes comerciais, empresários ingleses ou das sucursais americanas, europeias ou asiáticas…
    São o que são num sistema dominado pela direita política, a capital financeira da Europa (com Frankfurt no continente), que sempre operou com moeda própria e forte, um país imperial que conseguiu tornar a sua língua na língua franca mundial, e que usa a Commonwealth para manter a sua influência nas países membro (Austrália, Nova Zelândia, Canadá, etc)…
    Com tudo isto, com as suas políticas dominadas pelas classes abastadas, que precisam constantemente de mão de obra barata para ser explorada com todo o “requinte”, para além dos mordomos do sul da Europa como nós por cá, que lhes preocupa se os imigrantes são 60% ou mais? Os privilégios, as rendas e a mama estão reservados sempre para a elite, num sistema de castas ou classista que tanto é social (títulos
    nobiliárquicos) como económico, e é tão acentuado e díspar quanto na Índia (salvas as devidas diferenças dos costumes e tradições).
    Fica também o registo de mais um comentário “profético” que procura o equilíbrio “salomónico” (como se usa dizer), mas que omite o carácter agressor da extrema-direita (ou “ultra-direita”), para quem as mordomias e regalias do sistema ultra-capitalista são para preservar, mas os direitos humanos não são para todos, só para os “ungidos” e “untados”.
    E não vale a pena ocultar que os seus métodos serão sempre os mesmos, e explorar a ignorância, o preconceito, a desgraça serão sempre os seus apanágios. Eles começam sempre por ser uns poucos, mais ou menos contidos, mais ou menos disfarçados. É na manipulação e desinformação ostensiva, no arrebanhamento (e arrebanhamento) dos crédulos e ignorantes, no semeio do ódio, da desavença, da divisão, da segregação e do sectarismo que vão ampliando a sua influência, e o que trazem ao mundo nunca é nada de novo (é até bastante arcaico e regressivo), a não ser na dimensão da repressão, da demência e desumanidade.
    Serão estes os “wokes de direita”? É que nunca mais ouvi falar neles, a não ser para compor o ramalhete quando aqui muito se acusou e zurziu (“apocalipticamente”) os “wokes de esquerda”. Coerências…

      • Nem me dei ao trabalho de rebater o número, não era esse o meu ponto (a quantidade relativa de imigrantes, que mesmo não sendo tanta é grande). O meu ponto era a quantidade relativamente pequena de lords e grandes proprietários, ou seja, da designada “upper class”.
        Ainda aqui no outro dia falei nisso, veja-se que o partido de “esquerda” inglês, o Labour (um pouco à imagem do partido Democrata nos EUA), produziu figuras proeminentes como Tony “3rd way” Blair, que apoiou a invasão do Iraque e outras políticas do género… se aquilo é esquerda, eu sou destro das duas mãos e pés.
        O modelo económico inglês, que sempre foi particularmente orientado pelas casas reais e a nobreza dominante para extorquir o máximo dos desapropriados (“servos da gleba”), com a Magna Carta como ponto de viragem interna para estancar os abusos e procurar um maior equilíbrio (sem que tenha havido mudanças profundas, pelo que se vê hoje e foi acentuado pelos acontecimentos históricos determinantes nos séc. XVIII, XIX e XX, que vou referir a seguir), outros reinos e nações (cartas de corso, ultimatos a mapas cor-de-rosa, fomes na Índia por desvio de recursos alimentares, por exemplo, etc), e quando se deu a revolução industrial surgiram os grandes industriais explorando o trabalho infantil, desregrado, prolongado e mal pago, na senda dos antigos senhores feudais, comerciais e empresariais.

        • Quando os números reais nos dizem que há hoje no Reino Unido 76,8% de britânicos e irlandeses brancos e 6,2% de “outros brancos”. E que, dos 17,0% de asiáticos, negros, mestiços e outros, muitos serão até tão britânicos como os britânicos brancos, eu diria que fake news “alarmistas” como a do geostrategista residente acima despejada, voluntárias ou paridas pela ignorância, têm relevância. O que presentemente acontece no Reino Unido é prova disso. O Fecesbook e latrinas afins espalham trampa desta pelo terceiro calhau afora à velocidade da luz e a bosta torna-se verdade bíblica num piscar de olhos e sem volta atrás. Gente desta, por vontade própria ou por simples estupidez e ignorância, é muito mais perigosa do que aquilo que a nossa generosa bonomia quer acreditar que seja.

        • Feudalismo, Ancien(t) Régime (en français, but in english is almost the same), Mercantilismo, Novo Regime, Revolução Industrial… os tempos passaram e mudaram, as desigualdades é que nem por isso… a escravatura deu lugar à “escravatura dos tempos modernos”…
          (sempre com os “wokes de esquerda” a trabalhar para o George Soros, que é mais antigo que o cagar de cócoras, talvez até que o Drácula, a conspirar nas sombras e a financiar)

      • Não é nada!Vamos là ver..Não vamos ao wikipédia,basta ter olhos e viver nos países em ques tão. E pergunte a quem vive là !

        Na Inglaterra ou França,quantos verdadeiros Ingleses ou Franceses vivem em França e Inglaterra?

        Quando se sabe que as mulheres francesas e inglesas tem poucos filhos ou nenhum!

        Quem tem muitos filhos…. às vezes aos 7 e 8 são os estrangeiros por causa das ajudas de dinheiro…

        E devo dizer que estas ajudas são bastante grandes consoante o número de filhos e casa de borla..

        Em Portugal as mulheres portuguesas tem poucos filhos,mas quando chegam a estes países,tem logo aos 5 e 6,conheço muitos assim.

        E é disso que se fala,não de numéros da wikipédia,porque está fora da realidade.
        Uma coisa é a realidade e outras são números.

        Agora entendem como quiser,isto são factos.

  28. A sua força é dividir a todos para os tornar fracos. Muçulmanos contra cristãos, negros contra brancos, jovens contra idosos, gays contra heterossexuais, direitistas contra esquerdistas, crentes contra ateus, vacinados contra não vacinados, povos uns contra os outros, etc, etc….. Quando todos juntos seriam fortes.

    A inglaterra está à beira de um abismo financeiro (a supervisão fiscal do FMI vai doer muito) e também está perto da explosão social.

    É realmente um confronto cultural… diferenças na educação e na instrução.
    Um verdadeiro choque de civilizações. Resultante do globalismo e da imigração massiva.. é também um dos objectivos da casta dominante..

    Na Inglaterra, 60% da população é estrangeira e apenas 40% é inglesa.

    Se não tivessem desestabilizado a líbia, se não tivessem causado tantas guerras, se as suas multinacionais não tivessem causado deslocamentos das populações das suas terras. Se tivessem respeitado a soberania de cada povo, não teria havido todo este alarido certamente.

    • Pescador desportivo dixit:

      “Na Inglaterra, 60% da população é estrangeira e apenas 40% é inglesa.”

      What? WHAT???!!! Pôcera, pá, cada cavadela sua minhoca! Mas vai por mim, ET, desperdiçar tanta minhoca em pesca desportiva na Wikipédia de Marte não resulta para nós, finérrimos terráqueos amantes desta bela Estátua editada no terceiro calhau a contar do Sol. Por aqui pescamos a bela sardinha, carapau, besugo, charroco e o mais que vem à rede. De vez em quando, por sugestão do Whale, um ou outro choco. Mas o nosso fino paladar não se dá bem com a fauna piscícola de Marte. Para isso, sugiro-te que convides o Elon Musk.

      Mas adiante. Da Wikipédia do planeta Terra, para elucidação dos terráqueos:

      __________________

      Demographics of the United Kingdom

      Em 2021/22:

      Britânicos e irlandeses brancos: 76,8 %
      Outros brancos: 6,2 %
      Asiáticos: 8,6 %
      Negros: 3,7 %
      Mestiços: 2,7 %
      Outros: 2,0 %

      Aqui:
      https://en.wikipedia.org/wiki/Demographics_of_the_United_Kingdom?wprov=sfla1

      __________________

      Se quiseres só a Inglaterra:

      Demographics of England

      Em 2021:

      Britânicos e irlandeses brancos: 73,5 %
      Outros brancos: 7,5 %
      Asiáticos: 9,7 %
      Negros: 4,2 %
      Mestiços: 2,9 %
      Outros: 2,0 %

      Aqui:
      https://en.wikipedia.org/wiki/Demographics_of_England?wprov=sfla1

      __________________

      Projecções para o Reino Unido:

      2036:
      Britânicos brancos: 68,5 %
      Outros brancos: 7,6 %
      Minorias étnicas: 24,0 %

      2041:
      Britânicos brancos: 65,4 %
      Outros brancos: 8,2 %
      Minorias étnicas: 26,4 %

      2051:
      Britânicos brancos: 59,2 %
      Outros brancos: 9,5 %
      Minorias étnicas: 31,3 %

      2056:
      Britânicos brancos: 56,0 %
      Outros brancos: 10,2 %
      Minorias étnicas: 33,7 %

      __________________

      Vai ver se o mar dá tubarão-branco e, já agora, faz-lhe cócegas nas amígdalas. Li na Wikipédia de Marte que os gajos gostam.

        • Bem,quando se fala aqui de população inglesa,fala-se da verdadeiros ingleses,não de ingleses nascidos em inglaterra que tem carta de identidade.Agora a origem é outra coisa,e é disso que se falou,se é que me entende.

          Passa-se isso na França,como em Portugal em menores proporções…Para dar um exemplo,mais de 60% da grávidas em Portugal,são estrangeiras,mas os filhos certamente serão portugueses,não na sua origem,é disso que se fala…

          Claro que neste caso o wikipédia não faz essas contas,mas eu regulei-me pelo site do Philippot.

          • Diz o geostrategista da Curraleira:

            “Para dar um exemplo,mais de 60% da grávidas em Portugal,são estrangeiras”

            Digo eu: és um mentiroso e és perigoso. Uma das coisas mais perigosas que existem é a estupidez. E nessa modalidade és campeão, ó ventrulhas aldrabão.

            • Então tens que perguntar ao Hernani Carvalho,é o o homem que é mentiroso..Deixa de ser assim,não te fica bem,pergunta a ele?

              São dados dele,e que eu saiba não és tu que sabes mais do que ele..Não entanto,não te fica bem,e mostra que as coisas tem que ser a teu favor…

              Mesmo com dados manipulados da wikipédia..Pergunta?O fake News és tu!

              Como regidor deste um grande coice na cavalariça.

              Informa-te Sr regidor,ou mandas um email ou Hernani carvalho.

              Enfim o perigoso és tu,de tanta ignorância,e de tanta arrogância…Não seria melhor perguntar de onde veio essa informação?

              E nunca percebi tanta preocupação com estas informações….Não te fica bem,não vais longe.Argumenta ao menos.

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