( Diego Fassnach, in AsiaTimes, 10/06/2024, Trad. Castor Filho in VK)

A rejeição do New Deal Verde e das políticas de apoio à guerra na Ucrânia nas urnas sugere uma mudança de maré na política europeia.
As eleições europeias enviaram ondas de choque por todo o continente, revelando mudanças significativas nos cenários políticos e assinalando potenciais mudanças na dinâmica geopolítica.
Os resultados foram particularmente tumultuosos para o presidente francês, Emmanuel Macron, e para os partidos verdes em toda a Europa, nomeadamente na Alemanha.
As eleições revelaram-se especialmente desastrosas para Macron e os seus aliados.
A coligação pró-europeia de Macron sofreu uma derrota severa, ficando muito atrás do Rally Nacional (RN), de extrema-direita, liderado por Marine Le Pen.
Com o RN garantindo 31,5% dos votos contra os 15,2% de Macron, o presidente francês foi obrigado a dissolver a Assembleia Nacional e convocar eleições parlamentares antecipadas, marcadas para 30.6.2024, com um segundo turno em 7.7.2024 visando contornar a crise política na França e a posição precária de Macron.

Na Alemanha, os Verdes enfrentaram um revés substancial, perdendo parte significativa do seu apoio anterior.
O partido, que já foi um forte defensor de políticas climáticas agressivas e do apoio militar à Ucrânia, viu a sua percentagem de votos cair drasticamente para 11,9%, abaixo dos 20,5% nas eleições europeias anteriores.
Este declínio realça a crescente desilusão pública com o New Deal Verde e a agenda mais ampla de Davos, que muitos eleitores rejeitam agora.
Uma tendência notável ao longo destas eleições é a reação contra os líderes que apoiaram o envolvimento militar na Ucrânia.
Macron, um defensor veemente da entrega de armas ou mesmo da possibilidade de enviar tropas para a Ucrânia, viu-se no lado perdedor, à medida que os eleitores se opunham cada vez mais à continuação do conflito com a Rússia.
Este sentimento ressoa para além da França, uma vez que os eleitores alemães também se afastaram dos partidos que defendem posições agressivas em relação à Rússia.
Os resultados eleitorais em França suscitaram discussões sobre potenciais mudanças políticas na Alemanha. Com a direita AfD (Alternativa para a Alemanha) e a recém-formada esquerda nacional BSW (Bündnis Sahra Wagenknecht) a obter ganhos significativos, há uma pressão crescente sobre o governo alemão.
O apoio da AfD subiu para 15,9% e o BSW estreou com notáveis 6,1%. Ambos os partidos, conhecidos pelas suas políticas orientadas para a paz, capitalizaram o declínio da popularidade dos Verdes e da coligação governante.
À medida que a Alemanha enfrenta as próximas eleições regionais nas regiões orientais, onde a AfD e o BSW são particularmente fortes, a perspectiva destes partidos ganharem mais influência é cada vez maior.
Se a AfD conseguisse na Saxônia o mesmo resultado que obteve nestas eleições europeias, o partido estaria próximo da maioria absoluta e poderia formar o governo de uma regiao federal alemã.
Tal resultado poderia ameaçar a estabilidade do governo do Chanceler Olaf Scholz, conduzindo potencialmente a novas eleições nacionais.
Imediatamente após o resultado das eleições ter ficado claro no domingo, o secretário-geral da oposição CDU, Carsten Linnemann, apelou a Scholz para apresentar um voto de confiança ao parlamento, o que poderia levar a novas eleições se ele não receber tal voto da maioria do parlamento.
Os ganhos eleitorais da AfD e do BSW, ambos defendendo o fim do conflito na Ucrânia, indicam uma mudança geopolítica mais ampla.
Estes partidos, juntamente com figuras como o antigo presidente dos EUA, Donald Trump, enfatizam a diplomacia em vez de soluções militares.
Se estas forças políticas ganharem mais poder, a Europa poderá assistir a uma mudança significativa na sua abordagem ao conflito na Ucrânia e nas relações com a Rússia.
Os comentários recentes de Elon Musk no X refletem essa mudança de sentimento.
Musk questionou o retrato negativo da AfD, observando que as suas políticas não parecem extremistas.
Sua declaração sublinha a reavaliação mais ampla dos rótulos e alianças políticas à luz da evolução das opiniões públicas.
As próximas eleições estaduais na Alemanha Oriental poderão solidificar ainda mais estas tendências.
Com a AfD já a liderar nestas regiões, as suas potenciais vitórias poderão desmantelar a atual coligação governamental, provocando eleições nacionais antecipadas.
Tal cenário provavelmente reforçaria a influência dos partidos orientados para a paz e diminuiria o domínio dos defensores da guerra.
É também notável que a AfD tenha terminado no mesmo nível da CDU entre os eleitores jovens.
Anteriormente, os Verdes eram particularmente fortes entre os jovens.
Nas últimas eleições, os Verdes obtiveram 30% entre os eleitores jovens, mas desta vez esse número caiu para 12%. CDU e AfD obtiveram 17% entre os eleitores jovens.
Os terremotos políticos na Europa são mais do que apenas mudanças eleitorais; representam uma profunda reformulação das estratégias geopolíticas da Europa.
À medida que as estruturas de poder tradicionais enfrentam desafios, surgem novas alianças e prioridades.
O apelo à paz e a soluções diplomáticas, ecoado por figuras políticas europeias e americanas, poderá remodelar o futuro do continente e o seu papel na cena global.
As recentes eleições europeias destacam realinhamentos políticos significativos e mudanças geopolíticas emergentes.
A rejeição do New Deal Verde e das políticas de apoio à guerra, juntamente com a ascensão de partidos orientados para a paz, sugere uma mudança de maré na política europeia.
À medida que a França e a Alemanha navegam nestas águas turbulentas, os resultados influenciarão, sem dúvida, o panorama geopolítico mais amplo, com ramificações que se estendem muito para além do continente.
Fonte aqui.
Quanto aos plagiadores ainda vou tendo alguma paciência para o Nostradamus que de quando em vez lá da uma no cravo, embora no último tenha dado tantas na ferradura que lhe dei o conselho de ir passar umas férias na Argentina de Milei.
Mas pelo menos esse da alguma coisa ao dedo.
Já o senhor capelao que trata de nos insultar e depois manda uns links para outros fascistoides para nos provar que tem razão, a espera que nos deiamos ao trabalho de ler, podia ir ver se o mar dá megalodonte.
Já agora para que raio precisaria uma “baleia” que se vê que está de bem com a vida, o chouriço e os torresmos de mamar quatro anos, não sao cinco, numa cidade triste como a noite. Já lá estive, felizmente só quatro dias por razões que não vêem ao caso e não me parece que aquela “baleia” estivesse a precisar de ir lá malhar com os ossos e as banhas. Mas em todos os partidos também há trabalhos sujos e alguém tem que os fazer.
E tocou ao alentejano engolir a bolota. O que não me parece é que o sindroma de abstinência do chouriço, do presunto, toucinho e torresmos o faça fazer a figura que fez o Rangel medindo a toda a largura uma rua de Bruxelas.
Não que naquela altura tenha querido crucificar o Rangel por saber a depressão que aquela cidade pode de certeza meter nos cornos de um.
Por isso não vou crucificar a “baleia” se cair na tentação de Baco. Mas não me parece que vá por aí.
Quanto ao Ventrulhas pode ir perdendo as ilusões de se tornar o próximo Presidente da República.
Talvez a malta tenha estado mais atenta a “limpeza” que Milei está a fazer na Argentina do que se diz por aí.
Amigo Whale, não tenho paciência para o Nostradamus porque não tenho paciência para vigaristas e ele não passa disso. Ainda por cima um vigarista estúpido, que já não consegue enganar ninguém mas insiste nos mesmos truques básicos e ineficazes. Perder tempo com esse tipo de gente, só para os desmascarar e varrer para o lixo.
Por acaso também vi a imagem que nos foi vendida como a de uma corajosa ucraniana a confrontar um soldado russo.
Vi logo que era peta e antes de alguém o dizer. Não porque me julgue mais inteligente que os outros mas porque não sofrendo de cegueira da propaganda, tive atenção aos detalhes.
Aquela paisagem semi desértica, aquela criança sumariamente vestida para um calor que se adivinhava de porco, aquele sol que se adivinhava inclemente não podiam ser na Ucrânia naquela altura do ano nem em nenhuma outra.
Mas a imagem passou como sendo na Ucrania e quase toda a gente engoliu.
Quanto a prisão da desventurada moça ela foi as trombas do porco que enfiou uma bala de borracha nos queixos de um primo seu de 12 anos deixando a pobre criança as portas da morte.
Foi presa e nessa altura muita gente, incluindo a grande vaca que, era ministra da Defesa de Israel disse que se tinham sentido humilhados, agredidos e que a moça deveria ficar na prisão até ao fim dos seus dias.
Ela é a mãe mamaram uns quatro meses de cadeia onde, na velha lei do olho por olho, devem ambas ter levado muitas bofetadas.
Fome de certeza passaram muita pois que vinham bem mais magras, especialmente a mãe que a pobre moça não tinha grande banha para perder.
Alguns dos nossos presstitutos não deixaram de constatar que a moça devia ser mesmo “torta” pois que não vinha escarmentada. Antes pelo contrario, entre as primeiras coisas que fizera tinha sido entrar numa geladaria a comer um gelado tamanho família, por conta da casa.
Enfim, aqueles palestinianos não reconhecem a sua condição de subhumanos e pretos da areia. Uma chatice.
E realmente espanta me que ainda haja reféns para resgatar. Numa destruição daquelas, quem resistiria a dar um tiro nos cornos do refém ou pelo menos deixa lo morrer a fome e a sede que lhes está a ser imposta por Israel.
Temos de reconhecer que aqueles “terroristas”, “fanáticos” e mais que lhes queiram pôr são uma gente com um autodominio notável.
Que certamente a nação mais moral do mundo nunca teria, como aliás o tem provado, nem o teríamos nos.
Se ainda há reféns para resgatar ao fim de quase oito meses de crimes hediondos e de soldados que agem com uma selvageria digna dos guerreiros da antiguidade e graças a humanidade dos desumanizados.
E sim, os reféns de Israel são sem dúvida muito pior tratados e quando teem a sorte de sair vivos das prisoes e so olhar para a cara deles.
Como para a cara dos que saem das cadeias ucronazis muitas vezes para serem entregues a Rússia. Quando teem a sorte de não acabar como o Gonzalo Lira que ninguém viu o estado em que estava pois que foi cremado.
Vao ver se o mar dá choco.
Enganei-me no link que desmascara a aldrabice onde a miúda é apresentada como uma corajosa criança ucraniana afrontando militares russos. Aqui vai o verdadeiro:
https://youtu.be/9P7wqzs28YE?si=9AnS2uQ30VsH_o3D
A seguir, imagens de Ahed Tamimi filmadas entre 2012 a 2017, sem a reinvenção aldrabada. Lembro-me que, na época, as autoridades de ocupação fizeram uma propaganda enorme para a desacreditar e à família. Como a miúda é loura, sabiam que as imagens que correram mundo teriam muito mais impacto do que com criancinhas castanhas, ranhosas e mal vestidas (infelizmente é assim, há um racismo latente mesmo nas boas pessoas), pelo que tentaram desacreditá-la dizendo que tanto ela como os pais e irmãos não eram uma família real, mas sim “actores” contratados para fingirem ser uma família palestiniana. O “argumento” principal dos nazionistas era precisamente o facto de ela ser loura, o que “provava” que não podia ser palestiniana.
https://youtu.be/bttixyhAqoM?si=JvOth0ZFRdMJhjtv
https://youtu.be/taFM1rRDNGk?si=fiDo12eViy6wmQ1H
https://youtu.be/vPwAyNRuuJY?si=SJ_byPN88tNRSHNP
https://youtu.be/OPTC4nJzFWY?si=dlbQVKMyyWsr_9tz
Este é de Novembro de 2023, depois do ataque do Hamas:
https://youtu.be/44f2k9bApxk?si=wPKGZqScm2FAHtVH
https://youtu.be/EDDUFe8ZhDY?si=9bagY_ROH0naxoHZ
O palestiniano Bassem Tamimi, que se vê nas imagens, vive na Cisjordânia e é pai de Ahed Tamimi, miúda que se tornou famosa por, em criança, ter feito frente a soldados israelitas que tinham acertado com uma bala de borracha na cabeça de um irmão (ou primo?), criança como ela, que sofreu sequelas graves e ainda por cima foi preso. Tanto o pai como a mãe foram presos inúmeras vezes e a mãe foi uma vez atingida com bala real pelo “exército mais moral do mundo”, tendo ficado com limitações físicas graves. Compare-se o aspecto dele, depois de oito meses preso (mais uma vez) pela tropa de ocupação, sujeito a agressões e torturas, e o dos reféns há dias libertados pela IDF, nomeadamente Noa Argamani, que se vê no vídeo.
Já adolescente, Ahed Tamimi acabou por ser presa, julgada e condenada a uma pena de prisão, que cumpriu. Os vigaristas merdiáticos usam agora imagens dela em criança a fazer frente à tropa nazionista para dizer que se trata de uma corajosa criança ucraniana afrontando militares russos. Porra! É mesmo preciso não ter um pingo de vergonha no focinho.
https://youtu.be/srmuxDYCig0?si=D6IQDNHWFPQykaS9
Na minha juventude, contava-se de um feirante cujo engraçado e original pregão abria assim:
“Minhas senhoras e meus senhores, eu não estou aqui para enganar um, dois ou três! Estou aqui para enganar todos ao mesmo tempo, que é para isso que a fábrica me paga!”
Senhor de uma verve invejável, continuava no divertido despautério, reunindo sempre uma bem-disposta plateia em frente da caixa da camioneta que lhe servia de palco. Toda a gente se ria e a “confissão”, escusado será dizer, valia-lhe sempre um volume jeitoso de vendas. As pessoas passavam palavra e na feira seguinte, invariavelmente, a assistência crescia. E com ela as vendas. A que propósito vem isto? Bueno, ao contrário do genial feirante, que na realidade não enganava nem pretendia enganar ninguém, o copista residente quer mesmo enganar toda a gente e não consegue meter na cabeça que há muito deixou de o conseguir, insistindo, pateticamente, diariamente, constrangedoramente, na fraude há muito desmascarada. Coitado.
“Precisamos de empresários e de funcionários de topo num Estado magro, onde os funcionários públicos devem ter um espírito empresarial, livre de qualquer compromisso político.”
Esta é uma das tiradas do ano, não sei se já abriu a “época das tontices” (silly season, em linguagem de bifes)…
Ou seja, os funcionários públicos deviam ser reduzidos/eliminados e canalizar essa despesa para funcionários de topo e empresários…
…que como sabemos têm sido “top” a gerir a economia, as finanças e a coisa pública, por isso é que a diferença entre os (cada vez mais) pobres e os (cada vez menos) ricos aumenta aceleradamente nos últimos anos. E a culpa é dos funcionários públicos de base, “politizados”… os de cima, os intermédios e os de topo não ligam a essas coisas da “política”, nem praticam religiões pouco recomendáveis como o comunismo e o socialismo, quando muito fingem ser católicos, mas não muito.
…depois quem tratava da manutenção das ruas, das cidades, das vias públicas, dos jardins, dos canteiros, da recolha do lixo, e por aí fora seriam empreendedores por conta própria, tal como dos serviços públicos, desde as finanças aos hospitais… provavelmente teríamos de dar uma notinha a cada um deles para nos facilitarem a vida, como bons empreendedores por conta própria que seriam todos eles (os que ainda restassem depois do emagrecimento do Estado)…
Eu também sou meio anarquista, e não sou propriamente o maior fã do Estado (sobretudo na sua vertente abusiva, opressiva, repressiva, militarista, mas pior que o Estado, que é um mecanismo social e tecnocrático, burocrata, são as pessoas que se apropriam e servem dele), não sou é lunático nem acordo de noite sobressaltado com pesadelos com wokes e comunas e os imigrantes da “grande substituição”. Como não acredito em propaganda para pategos, deve ser esse o meu mal…
Esperava mais de um Nostradamus 3.0 ultra-viajado e com amigos aos magotes…
Quanto ao tradutor automático passar tudo para português do Brasil, é uma chatice, e também por vezes fico sem saber que estrangeirice é essa… e as configurações são cada vez mais confusas, essa é que é essa.
Pois, o comunismo e o socialismo são religiões. Ainda que defendam que não há poderes lá de cima ou que os representantes dos poderes lá de cima devem limitar se a dar missas e afins e não se meterem nos negócios mundanos.
Faz sentido. De resto temos um exército de funcionários públicos que não faz nada e o Estado deve ser magro.
Estamos conversados. Olha, não sei qual é a periodicidade das ligacoes entre o Porto e Buenos Aires mas devias pensar nisso com carinho.
Por lá também há um senhor que defende um Estado muito magrinho. O problema é que muita gente por lá tambem está a ficar muito magrinha graças a tanto incentivo ao empreendedorismo sem lei.
Mas talvez por lá haja gente que se sente em casa.
Eu já tinha dito isto muito antes,para um rapaz viajado como eu,com muitos amigos franceses e de muitas outras nacionalidades…
Afinal de quem é a culpa?
Será do “wokismo”,de extrema direita,da extrema esquerda, do Putin,de quem a culpa?
Nada vai mudar, porque é disso que se trata na política. Tirar e redistribuir, subtraindo a sua margem de manobra para viver bem.
A culpa tem várias razões:
Quando se trata de tributar para redistribuir…
Para evitar que o contribuinte se zangue…
“Estão a ver, nós também os tributamos…
Bem, vamos devolver-lhes o dinheiro, mas vocês são demasiado estúpidos para fazer uma subtração, por isso está tudo bem, podemos enganá-los…”.
Sobretudo, permite manter toda a gente à trela sem o dizer…
Não mordas a mão que te alimenta!
Porque sou eu, o Estado, que vos tira 200 mil milhões, para depois dar migalhas,para vos fazer crer que me devem alguma coisa…
Fazendo-vos crer que estou a fazer alguma coisa… quando na realidade não estou a fazer nada.
É uma situação vantajosa para o Estado e para os seus dirigentes, que se tornaram inúteis por terem sido privados do poder de decisão, enquanto continuam a falar-nos de democracia…
Criar regras para fingir que são indispensáveis, a fim de justificar a sua existência…
Que agora só têm um objetivo: privatizar tudo e, por conseguinte, sobre-endividar os Estados para que possam desaparecer na Europa… Multinacionais.
“Digamos que eu lhe tiro 10 euros e lhe devolvo 2 euros, para que pense que estou a ser simpático e que estou a fazer algo mais do que lhe tirar dinheiro…
E como estou a dar-te dinheiro, sou o bom da fita…”
Bem, não vou dizer-vos para onde vão os 8 euros que guardo… tendo em conta que 5 euros são utilizados para financiar o sistema de redistribuição (60% do PIB público,ou mais).
No fim, só poderia tirar-lhe 3 euros, mas não poderia jogar o jogo de ser indispensável e de ser o bom da fita…
Por isso, prefiro tirar-vos 10 euros e devolver-vos 2 euros, deduzindo 5 euros para despesas de funcionamento…
E para cobrar e redistribuir, criamos um exército de funcionários públicos que nos obrigam a cobrar ainda mais …., “um processo sem fim”, em suma.
Por outro lado, os Estados Unidos, país “democrático modelo”, sempre subvencionaram as suas indústrias e a sua agricultura, apesar dos encantamentos liberais, e só aceitaram a morte de certas empresas por serem pouco sólidas e demasiado numerosas (por exemplo, os bancos).
Cada vez mais economistas admitem, pública ou secretamente, que o sistema capitalista está no fim da sua vida (K. Schwab, etc.).
O “fascismo”, ou pelo menos certas práticas do “fascismo”, parecem ser-lhes favoráveis.
Não há dúvida de que o mundo está em plena mutação social, que se esforça por encontrar soluções para todos os problemas colocados por essa mutação e que essas soluções só podem passar por uma redução drástica da população (por razões ambientais) seguida de uma reestruturação nihilo de TODOS os nossos parâmetros! E este é um assunto muito mais vital do que a nossa pequena nação.
Porque a nossa elite já não é Portuguesa mas capitalista, o seu país é o dinheiro.
Infelizmente, agora que estamos nus por causa da nossa elite, tudo o que podemos fazer é sofrer e adaptarmo-nos ou morrer economicamente…
Estamos simplesmente a caminhar para um governo de multinacionais, primeiro no Ocidente, depois a nível mundial…
E todos acham normal, as multinacionais ditarão as regras (já o fazem em Bruxelas… Lobistas).
Os nitritos são proibidos para os animais, não para os seres humanos.
Temos de vos vender os medicamentos que desenvolvemos…
Bayer – Monsanto só por si é suficiente para perceber isso…
Em suma, o mundo de amanhã será um mundo sombrio, porque toda a gente odeia a gestão ocidental, e com razão, mas é a gestão ocidental que manda…
Sim, aquele que cria o problema para fingir que dá a solução ao problema que ele próprio criou para que o consideremos indispensável!
Ninguém joga “limpinho”, porque já ninguém acredita em grande coisa: o trabalho não é valorizado em relação ao capital, por isso as pessoas procuram formas de tirar o máximo partido do sistema de proteção social.
As crises são deliberadas, a dívida e a falência são deliberadas para nos escravizar com o euro digital e o controlo total como na China.
De resto, se a população mundial diminuísse, isso seria óptimo para eles…
O comunismo e o socialismo são duas religiões tão perigosas como o catolicismo.
Precisamos de empresários e de funcionários de topo num Estado magro, onde os funcionários públicos devem ter um espírito empresarial, livre de qualquer compromisso político. Um sindicato único, não politizado, que garanta a defesa e o bem-estar de todos os trabalhadores. Mas isso é outro mundo,dada a falta de políticos capazes de dar a volta a este país, penso que deveriam “inventar” um novo curso político.
Podem ver a estratégia de choque de Naomie Klein, que explicará um pouco mais sobre a engenharia social em ação…
A Fábrica do Consentimento, de Noam Chomsky
Os testes de Asch
Revisitar a experiência de Milgram
Etc etc. Em suma, cabe a voçês ir ao fundo da questão.
E depois continuem a vossa investigação, mas “boa sorte”…
Se não estiverem à altura, é destrutivo.
“Abrir os olhos”, não se está isento de riscos, sobretudo quando se pensa que se é suficientemente inteligente para nunca ter sido enganado pelos nossos dirigentes e pelos nossos meios de comunicação social…
Resumindo, com tudo isto em mente, se quiserem abrir os olhos, podem começar suavemente…
Caso contrário, sim, os russos são os maus e os EUA são os bons.
E perdoem-me por me atrever a dizer o contrário.
Depois de ter dito tudo isto, repito: nenhum país é todo branco, mas nenhum é todo preto… É por isso que é preciso procurar informação, cortá-la, cruzá-la e voltar a cortá-la.
Os meus sinceros cumprimentos a todos, e perdoe-me se entenderam isto como um ataque pessoal, apenas uma reação ao mainstream, demasiado comum hoje em dia, que me põe a paciência à prova de vez em quando.
Não é nada de pessoal, e hoje em dia há tantos “trolls” encarregados de poluir sítios perturbadores que, por engano, pensei que fosse um deles.
Seja como for, bem-vindo.
“Pensar para compreender, pensar de novo para ter a certeza e pensar sempre…”.
“As pessoas são as mesmas em todo o lado. Quando os seus ferros são dourados, não odeiam a servidão”.
Deixo-vos adivinhar quem disse esta frase tão actual.
PS: Peço desculpa pelos erros, o meu t9 está a funcionar mal e estou a escrever à pressa,porque a pesca à cavala vai ser a seguir.
Claro que a rejeição dos Verdes alemães não veio do seu pretenso combate as, alterações climáticas que é bem conhecido por todos quantos neles votaram.
Tem mesmo a ver com a militância anti russa que cada vez mais alemães vêem que pode muito bem acabar mal.
Mas esta gente não é por isso que vai arrepiar caminho e continuam a ver a vitória ucraniana já ao virar da esquina, estando no rescaldo deste repolho todo embalados no avião ucraniano que atingiu o comando militar russo, não sei qual deles. Desta vez é que é.
Como esta gente não ganha vergonha no focinho isto tem tudo para correr mal.
Por cá tivemos a Van der Pfizer a vir dizer a estes perdularios que gastam em mulheres e vinho em quem votar. Um bravo a todos quantos ontem, nas urnas, a mandaram ir ver se o mar dá choco. A ela e a quem teve a pouca vergonha de a convidar.
Uma análise pertinente, mas com clara falta de nuance. A rejeição dos Verdes alemães não é uma rejeição das políticas direcionadas ao combate às alterações climáticas. Se algo, estas figuram cada vez mais como uma das questões cruciais e mais significativas para a generalidade dos europeus, como as sondagens insistem em confirmar.
O que o povo alemão rejeitou, e muito bem, foi a chantagem merdosa de acoplar aquilo que todos querem: ação política determinante para mitigar alterações climáticas futuras; com algo que todos rejeitam: mais dinheiro para o buraco negro da Ucrânia e a contínua e desnecessária provocação de uma nação independente com capacidades nucleares.
Se algo, estas eleições foram um referendo relativo ao falhanço monumental da direita convencional, a direita dos Macrons, Costas, Montenegros, Starmers, Scholtz e companhia (que insistem em vender como “esquerda”, o que é particularmente insultuoso para a verdadeira esquerda). Esta escumalha continua a posicionar-se em oposição aos maluquinhos de estrema-direita na esperança que, tal como nos EUA em 2016 e com os resultados que todos conhecemos, o povo lá engula mais 4 anos de mais do mesmo porque os extremistas supostamente são bem piores. A proposta destes Verdes patetas em agrupar duas políticas completamente antagónicas no mesmo pacote é prova disto mesmo. Os Verdes alemães prometeram uma caixa de cartão a cada alemão se ganharem as eleições, mas nessa caixa colocaram, lado a lado, uma marmita com brownies de chocolate feitos por um chefe Michelin, e outra com cocó de cão. Mas por cada brownie que o alemão comum decidisse comer, este está contratualmente obrigado a comer um peso equivalente de cocó de cão. Convencidos que o amor pelos brownies superavam a repulsa pelo cocó de cão, lá foram os Verdes para as eleições apenas para levarem um grande “não, obrigado” da maioria da população.
É exatamente o que se está a preparar para acontecer do outro lado do Atlântico em Novembro próximo: Trump lideram as sondagens em relação a Biden desde o ano passado, às vezes até com mais de 10 pontos de diferença, mas, no entanto, os rallies de Trump estão às moscas e por muito que este implore, os únicos que lá vão fazer figuras para as portas dos tribunais onde este vai passar muito deste ano, são os maiores freaks que o establishment conservador doentio americano produziu no último século. Entre os que acreditam que Trump é o rei dos lagartos espaciais que vão conquistar o planeta em 2026 e os outros que acham que ele é a segunda volta de Jesus Cristo, venha o diabo e escolha. Então como raios está este a dar tal coça ao Biden?
Pois é exatamente o que se passa no outro lado do “West”: as pessoas estão fartas. Fartas do concurso de popularidade deprimente a cada 4 ou 5 anos. Fartas da desilusão de mais um pseudo-socialista que afinal eram mais um neo-liberal com pele de ovelha. Fartas deste sistema que promete ser uma meritocracia apenas para verem pseudo-monarquias a crescerem que nem tumores a partir de partidos ditos democráticos. A coisa tá a ficar tão complicada que cada vez mais pessoas preferem o desconhecido e instabilidade da extrema-direita a 4 anos de mais do mesmo. Foi o que a maioria dos Americanos fizeram em 2016, se preparam para fazer daqui a 6 meses e o que os Europeus fizeram ontem.
Ah, só uma mão cheia de parvinhos acreditam na virtude da extrema-direita. O resto? O resto está apenas com esperança que estes façam merda tão grossa que obrigue a um colapso do sistema atual, por forma a obrigar à criação de um novo livre dos parasitas do antigo. Não é prático, é ultra arriscado, mas cada vez mais parece ser a única opção que nos resta…
De passagem, só para deixar uma nota de parabéns pelo desempenho da “esquerda”. Venha de lá outra eleição, para resolver a questão. Mais 65 500 votos ou menos 65 500, o que conta é que o “camarada” lá foi salvo ‘in extremis’ e vai poder viver 5 anos à moda dos proletários eurocratas.
Excelente o trabalho do xarroco e das duas pequenas piranhas de “esquerda” residentes nos comentários.
O resultado está à vista, por isso em táctica vencedora não se mexe. Continuem!!!!!
Lamentar a derrota da Direita. Ficou aquém do desejado, mas a culpa é dela. Ou acerta o passo e assume que em vez de populista, deve ser nacionalista, ou terá o mesmo fim da esquerda tradicional e do seu internacionalismo. Para isso vai ter que mudar de discurso.
Um mapa com a divisão da Alemanha entre Oeste e Leste. Não deveria o Leste estar agradecido?
https://interaktiv.tagesspiegel.de/lab/europawahl-2024-live-karte-deutschland-wahlergebnisse/
Para a “esquerda” que por aqui anda, um pequeno artigo:
https://www.wsws.org/pt/articles/2024/04/27/fgtz-a27.html
Para os preguiçosos, deixo como termina:
“… A burguesia portuguesa resistiu à revolução graças à traição do PCP e seus apêndices radicais, que amarraram a classe trabalhadora aos partidos burgueses, à máquina estatal e ao MFA …”
Agora venha daí o xarroco-residente e os seus comentários cheios de NADA.
Até breve.
O lamento e as lágrimas de crocodilo do mistificador residente, capelão Lara-lara…
Tanta preocupação com os comunas em extinção no Alentejo e vai-se a ver em Bruxelas a diferença para o Patega é de um deputado.
Nos últimos dias andava em silêncio, a ver se reduzia os danos dos díspares aqui semeados, lá saiu da toca agora depois do banho de realidade.
Quem acredita em aldrabões desilude-se rápido.
https://cheganos.com/andre-ventura-publicou-1-semana-antes-sondagem-que-dava-quase-o-dobro-dos-votos-ao-chega-vamos-vencer/
https://cheganos.com/o-chega-perdeu-783-459-votos-em-3-meses-cerca-de-67-deixaram-de-votar-na-extrema-direita/