(José Gameiro, in Expresso, 04/10/2020)

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Não me largou durante os meses do confinamento. Logo que esta porcaria acabe, quero ir viajar. Não aguento estar aqui metida neste país pequenino, preciso dos grandes espaços. Por muito que lhe explicasse que Portugal tem sítios lindos, que ela não conhece, seria uma boa oportunidade para conhecer o país onde nasceu e vive, nada a demoveu. Com medo das represálias, que podem ser tremendas, quando não faço o que ela quer, comecei a delinear um plano.
Quando em setembro de 2020 a vacina de Oxford teve um revés, temi o pior. Ainda que muitos colegas meus nos tenham avisado que não existem vacinas feitas à pressa, que os ensaios clínicos são muito lentos para serem seguros, existia uma mensagem subliminar que, no início do ano, teríamos boas notícias. Uma noite comuniquei-lhe que tinha começado a preparar uma viagem a África. Fui logo recompensado. Pesquisei, pesquisei, qual o país com menos covid. Os cientistas mundiais não encontram nenhuma explicação para a baixa letalidade em África. Depois de muita pesquisa, que ela ia acompanhando, decidi propor-lhe uma ida ao Quénia. Com muita falta de turistas, os lodges, habitualmente muito caros, estavam em saldos. Isolados no meio da savana, o risco de contágio seria baixo. Achou a ideia perfeita. Eu próprio me convenci de que a viagem poderia vir a ser uma realidade. Uma mentira dita mil vezes, transforma-se numa verdade…
Para lhe mostrar a minha boa vontade, mostrei-lhe os e-mails que troquei com um dos lodges mais exclusivos da reserva Masai. Até lhe disse que tinham lá ficado o Brad Pitt e a Angelina Jolie, no tempo em que eram felizes. Ficou deslumbrada e foi logo dizer às amigas que tinha um marido fantástico… Mostrei-lhes fotografias das tendas, enormes, confortáveis e das zonas comuns, num estilo colonial inglês, bem mais imponente do que o nosso, sempre bastante pindérico. Disse-lhe que de Nairobi para a reserva alugaríamos um pequeno avião, só para nós. Assim o risco seria desprezível. Estava preocupada com o longo voo, a partir de Lisboa. Sosseguei-a. Esta era uma viagem especial, feita à medida dela. Não pouparia um cêntimo, para lhe dar todas as condições de segurança, mesmo que para isso fosse necessário comprar um bilhete de primeira classe.
Foram meses de muito entusiasmo, noites e noites a ver fotografias dos animais. Vamos ver este? E este? Disse-lhe sempre que sim, umas pequenas mentiras no meio de um projeto tão arrojado não têm valor ético… Quando chegámos a janeiro e me pediram para confirmar as reservas e pagar, senti-me muito mal. Aproximava-se o momento da verdade. Procurei a melhor forma de sair da situação, mas os meses de felicidade conjugal já ninguém me tirava. Não tive coragem para lhe dizer que não havia vacina, não havia voos, a pandemia estava novamente no auge. Nas duas semanas anteriores à data da partida, começou a fazer as malas. Por muito que lhe explicasse que os voos internos eram muito limitados em peso, insistiu, com razão, que as amplitudes térmicas em África são grandes. Além de que, na nossa viagem de sonho, teria de se vestir bem. O caqui, claro, foi a cor preferida. Chegou o dia da partida. Carro à porta, depois de uma noite quase sem dormir com a excitação.
Era o momento da verdade, repito. Entrámos e disse ao motorista, para Sete Rios, s.f.f. Estava distraída a enviar fotos às amigas, não ouviu. Parámos à porta do Jardim Zoológico. Quando percebeu onde estava perguntou-me se íamos chegar a tempo, se o que eu tinha de fazer, ia demorar muito? “Não querida, não vai demorar nada, a nossa viagem parou aqui. Vais ver leões, elefantes, crocodilos, chimpanzés, zebras, tudo a que tens direito.” Não mostrou nenhum sinal de zanga ou irritação. Com um ar muito calmo disse-me: “Estás a ver aquele hotel ali? Eu vou andando, tens meia hora para chegar lá. Vamos ficar 14 dias de quarentena. Acho bem que passes pela farmácia antes.” Vou querer tudo a que tenho direito.

Outubro 4, 2020 às 4:57 pm, assum nasceu pelo que faltava aqui no lindo molho de rosas (e é oportuno, aliás).
Off.
Da série “Subsídios para um Dicionário Breve do Aspirina B” (Letra M de Nas muralhas da cidade)
Nas muralhas da cidade
2 SETEMBRO 2020 ÀS 9:04 POR VALUPI
[…]
Pomba Branca
2 DE SETEMBRO DE 2020 ÀS 12:19
Valupi diz-nos uma coisa!
Isto das muralhas da cidade investaste quando o José Sócrates esteve preso no interior das muralhas da prisão de Évora? É que a nova cadeia fica para lá das muralhas da cidade de Évora, pá, antigamente é que existiam as cadeias comarcãs e, naturalmente, Évora não seria a excepção…
Ou esta cena filosófica de algibeira surgiu-te com a condenação do Armando Vara?
Foi uma profecia na volta: o Azeredo vai aterrar em Paços de Ferreira, que, apesar de tudo, fica ali à porta de casa, e sempre dá para o Tiago Barbosa Ribeiro lhe ir levar uns maços de tabaco.
🙂
Off.
Da série “Subsídios para um Dicionário Breve do Aspirina B” (da Letra A a Letra Z, dispersos 2015-2020)
Epígrafe/s, três:
Chamar caluniador profissional a alguém e vir depois dizer que JMT é especializado nos alvos de quem lhe paga é muito baixo. Diga quem lhe paga. Ou o caluniador é você.*
– Ferreira Luís, 3.10.2020, A Estátua de Sal.
Olha o vírus a ter vida própria…
– Vasco M. Barreto, 2.10.2020, Ouriq (simplesmente profético).
Não tens que fazer, pá? Põe máscara e vai fazer jogging para o Jardim da Estrela. Fazia-te bem e era mais útil que essas prosas delirantes…
– estatuadesal, 21.10.2020, in situ.
A de acrónimo do cabrão do J. S. mentiroso, ou A de acrónimo do c. do José Sócrates m., vulgo o cabrão do José Sócrates mentiroso e por extenso
B de onde beber um drink ao fim da tarde em Bruxelas, profecia
C de Fernanda Câncio, a namoradinha do #Twitter, moça dada a outras modernices e à prática do flirt à janela
D de Da cobardia!, da decadência e Da falta de vergonha (número duplo)
E de um belo dia José Sócrates ver-se ao espelho e obter uma imagem claramente distorcida, ou por onde andaste tu menino e o qu’andaste a fazer?
F de script para um filme de sucesso, ou a actualidade esquecida: a colecção bizarra da personagem Valupiana, o CM, o Túnel do Marão e José Cid (número duplo)
G de grandiloquência doutros tempos, como poderia ter sido escolhido o mesmo G do encantador Giorgio, o R de Reality Choque, o B de “bulling”, SIC, segundo os advogados de José Sócrates, ou o T de tournée evangélica em busca dos militantes perdidos no PS
H de Vou xim, mas vou já!, ou o hi-fi do juiz Carlos Alexandre
I de Idem, ibidem, inquilino d’Évora, Universidade Independente e in extremis, no original Da série “Sugestões de leitura para a gente da Província…” (número duplo)
J de Juís, SIC, vulgo o juiz Carlos Alexandre
K
L de Legenda, Valupi, Lili e as fofocas da Dondoca d’Um Jeito Manso (número duplo)
M de Nas muralhas da cidade
N de Novecentista, SIC, Oitocentista ops!
O de Opereta, por aí se fez ao tempo doutrina sobre o que teria sido afinal a Operação Marquês e se compreendia o papel que estaria reservado a alguns dos protagonistas… estávamos na fase de conseguir responder à importante pergunta da personagem Valupiana: Quem tramou José Sócrates? Nós todos (número duplo)
P de Português de lei
Q de Quem tramou Armando Vara? Nós todos: substitui a anterior Letra N de É dos nervos, ou o quanto Karl Marx estava errado (número extra)
R de Rui Rangel, antigo explorador de um filão bastante lucrativo, ou de como se passou a falar do tipo passada rapidamente a idade da inocência
S de Salomé, a propósito do quadro a óleo de Júlio Pomar “comprado” por Carlos Santos Silva através da tal conta do BES: ou como um senhor dado a trapalhadas chamado Ivo Rosa fazia funcionar as papilas salivares da sôtora Virgínia da Silva Veiga que, coitada, andava a vender umas bimbalhadas de lata urdidas na net pela conceituada firma de Valupi, Tangas & C.ª, Limitada
T de A Menina dos Telefones, hashtag #ameninadostelefones (número duplo)
U de um filão bastante lucrativo, ou de como na idade da inocência ainda não se falava do juiz Rui Rangel…
V de Vamos lá a saber, um passatempo alegre durante as primeiras semanas de confinamento
W
X de xilindró e enforcamento do bandido, ou o spin asinino, a acção da censura, [as sapatilhas de Obikwelu], e um comentário banido
Y
Z de Zé Neves
Asterisco. «Tem calma, pá! // Nota. É preciso conhecer-se um bocado da colorida e reduzida gramática da personagem Valupiana, que é usada recorrentemente contra os estranhos ao Socratismo ou [acarinhando] quem, no momento, lhe dá as sopas no PS para aquecer o estômago, para se dar a devida importância à muita merda embrulhada em papel brilhante que o tipo escreve… Isto é, o que pretende ser traficado como análise, digamos assim, vale politicamente nada (é ler!). De resto, a conversa é sempre a mesma embora cozinhada com a arte típica de quem simula conhecer o segredo das iscas com elas, do exótico ovo estrelado e do bitoque.», nem mais. Cfr. Ilíada, Canto IX, 438-43, comentário de Outubro 3, 2020 às 6:43 pm, online.
🙂
Off.
Da série “Subsídios para um Dicionário Breve do Aspirina B” (Letra A de acrónimo do cabrão do J. S. mentiroso, ou A de acrónimo do c. do José Sócrates m., vulgo o cabrão do José Sócrates mentiroso e por extenso)
[…]
Se uma pessoa comprou um carro e, passados uns meses, descobre que ele não funciona como deve ser e que foi enganado, percebe-se bem que não volte a comprar outro carro [qualquer que ele seja] ao mesmo vendedor.
– Pedro Silva Pereira, Edição da Noite, SIC N, 11.9.2020.
Nota. Nem mais, meninos/as, eis uma metáfora magnífica para que os eleitores portugueses enganados pelo cabrão do José Sócrates mentiroso não votem novamente no PS do António Costa. Não via o Silva Pereira há tempos: está velho, engordou bastante acentuando-se assim o facies tortuoso, o olhar amedrontado e pouco confiável e, pior, ostenta agora um inestético sinal na sua bochecha esquerda como se fosse uma Carmen espanhola decadente, uma Lolita envelhecida?, durante as operetas populares representadas nos theatros do bas-fond da viragem do século XIX ou nos actuais espectáculos de transformismo para maiores de 18 anos.
Off.
Da série “Subsídios para um Dicionário Breve do Aspirina B” (Letra X de xilindró e enforcamento do bandido, ou o spin asinino, a acção da censura, [as sapatilhas de Obikwelu], e um comentário banido)
Jornalismo de sarjeta e… calma!
14 Dezembro 2017 às 14:47 por Penélope
[…]
Pimpampum
17 de Dezembro de 2017 às 2:16
Filha da putice é coisa que não falta na falhada democracia portuguesa, mas, quanto ao visado dos submarinos, o João Soares, que calha ser filho de quem se sabe, afirmou na TV, que o ministro mais competente que conheceu no Ministério da Defesa, foi Paulo Portas, tendo elogiado o desempenho do mesmo, exactamente pelo comportamento exemplar e pelo excelente negócio da compra dos submarinos .
Ora, quem estará mais errado, e quem se situa no campo da filha da putice, o João Soares, ou o badalhoco e encharcado de vinho Ignatz, ( uma outra fachada de Valupi ) que assina acima sobre uma outra fachada ?
Eric
17 de Dezembro de 2017 às 19:17, encontrado no sótão.
Pimpampum, um conselho.
Ao identificares esse desgraçado que anda pelo Aspirina B (mais, e pior: ao referires que ele próprio se trata da personagem Valupiana) podes meter-te em maçadas porque, sabe-se, o tipo anda há longo tempo fugido à bófia desde que o Observador assustou a cabecinha do Valupi com um artigo* sobre a actividade de MP. Concorde-se, só isso é engraçado!
Depois, e daquilo que percebi, a política de comentários fechados no Aspirina B ocorreu quando o caso José Sócrates se aproximava a galope daquele cinematográfico frame antes de enforcamento do bandido ser consumado e visava não a tua prosa (eu, tu, ele, nós, vós, eles) mas evitar a responsabiliação criminal do proprietário do blogue. Vai por mim, que sei.
Por fim, o refastelamento da censura e o congelamento dos comentários e, novamente, os cortes de censura que passaram a ser norma no Aspirina B teve um efeito digamos que hilariante. Desde logo, porque quem lê se diverte com as bacoadas e tantas vezes a cobardia da troupe… Pôs a nu, ainda, o nível asinino da “argumentação” utilizada na esmagadora maioria dos posts (e na totalidade, num caso). E o detergente transformado em spin que é utilizado é tão básico que dá vontade de rir, ou de chorar!, e quem insiste em usá-lo não percebeu ainda que literalmente puxa uma carroça porque a sua arte não dá para mais.
Maçadas, dizia eu né? É que assim podes ser testemunha abonatória do Valupi, caso as coisas dêem para o torto na investigação em aberto do MP. Em caso justificado eu fá-lo-ia de bom-gosto, nota, mas reconheça-se que seria mais uma canseira.
______
Asterisco. «Escreveu sob anonimato e atacou todos os que se opunham a Sócrates. Entrou nos radares da Operação Marquês por causa das alegadas avenças pagas pelo ex-PM. Quem era e o que escrevia “Miguel Abrantes”?», lead. Cfr. O modus operandi do blogger que defendia Sócrates, 21.2.2017, artigo de Miguel Santos Carrapatoso e Vítor Matos. https://observador.pt , online.
Off.
Da série “Subsídios para um Dicionário Breve do Aspirina B” (Letra F de script para um filme de sucesso, ou a actualidade esquecida: a colecção bizarra da personagem Valupiana, o CM, o Túnel do Marão e José Cid)
II
Sócrates, não mates o procurador, pá
30 Maio 2016 às 16:44 por Valupi
[…]
Eric
31 de Maio de 2016 às 12:12
Nada incomodado, jrcc, nada de importante, jpferra, nada não sei de que falas, Jasmim, de um quadrúpede nem eu nem ninguém espera nada, Ignatz, e por mim eu não estou nada comovido, Valupi. Ontem foi só uma alucinação que se revelou, como diria o José Mário Branco, de um só jorro mas relendo-me hoje parece-me que foi das boas. Eventualmente poderia tornar-se num empreendimento com elevado potencial, ao cuidado da AICEP.
Draft, versão um. Teriamos uma “crime scene” transmontana, resmas de figurantes desdentados, um vilão de nome Cid que mandou construir uma muralha onde os desdentados são subjugados e, o teu herói de 2005, entretanto engendra a construção de um túnel para os libertar e virem banhar-se nas praias do litoral. Depois, eu bem me esforço mas…, seria necessário “endurecer” a tua personagem como um coleccionador de coisas bizarras e, eventualmente, surgirias sob um foco num quarto-escuro forrado com as capas do CM e posters do ex-PM. Idem, na parede ao fundo existiria um painel de TV’s com a CMTV ligada e, sempre conectado, o indispensável computador no Aspirina B. Personagens secundárias: a Jasmim que se perde em avisos para ti, mas as mensagens passariam a ser criptadas; o Ignatz, claro, sempre vigilante e muito embriagado a fazer de teu cão de guarda; e, por fim, a Penélope que nunca apareceria mas que, de uma forma assaz profissional, varria todos os dias a caixa dos comentários no Aspirina B e, de seguida, dissertava sobre tudo e principalmente sobre nada. [Não tenho ideias sobre o papel da Isabel Moreira, para além de saber que ela recebe uns elogios da “criativa” neta do Ferraz].
Digam-me lá se assim, com uma sucessão de crimes à portuguesa, alguns destes ingredientes não teriam pernas para andar? Que achas, Valupi?
Valupi
31 de Maio de 2016 às 12:43
Eric, acho que tens de largar o vinho.
Eric
31 de Maio de 2016 às 13:07
Adenda, Valupi. Sobre a Isabel Moreira, para além dos “criativos” elogios da neta do Ferraz, existem ainda os teus enternecidos beijos e abraços de conforto através da tarde mark aspiriniana do Exactissimamente. Que, qual boomerang, serve também para a enterrar publicamente, como há dias aconteceu, ficando eu injustamente a pensar se, quem escreve e pensa assim (fraquinho!), cumpre os mínimos para ser deputada da Nação?
Nota. Eu sei que tem por lá colegas ao nível do Duarte Marques e do Hugo Soares, da D. Domicília no BE, ou do partner Paulo Campos no antigo PS; idem, que até há pouco esteve por lá a Inês Teotónio Pereira, no CDS, ou o Ricardo Rodrigues (que ganhou fama como «palhaço», lembras-te?) ainda na bancada do PS; que há uma ou outra camarada (Paula Santos, e.g.) nas lutas do PCP e que existem umas filas ignotas aos olhos da opinião pública, etc., mas estes casos não são particularmente elogiosos para ninguém.
Eric
31 de Maio de 2016 às 13:08
Valupi, comigo não desças a esse nível.
Valupi
31 de Maio de 2016 às 15:55
Eric, fica descansado que não tenciono descer ao teu nível. Entretanto, se conseguires largar a vinhaça, tenta sair desse buraco onde estás enfiado.
Eric
31 de Maio de 2016 às 16:07
Então, pá?
Valupi
31 de Maio de 2016 às 16:18
Erica, então o quê? Qual é a parte de “larga o vinho” que tens dificuldade em entender?
Eric
31 de Maio de 2016 às 16:31
Valupi, se alguma coisa te apoquenta ou se quiseres defender as tuas damas por mim estás à-vontade. Mas fá-lo com estilo, criativo, que eu tentarei responder-te na mesma moeda. Assim não, sorry.
[Perguntas, até porque essas são umas coisas recorrentes para mim. Tens pelo menos um alter ego, é?* Ou seja, o Aspirina B sempre foi uma Sociedade Unipessoal? É que eu já tive esta conversa aqui na caixa de comentários…]
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Asterisco. A ver se pegava, o pardalinho… Olha quem! Cfr. comentário de 21 de Setembro de 2016 às 20:04, supra.