(Por Sófia Puschinka, in Facebook, 30/04/2025, revisão da Estátua)

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Estas notícias em baixo foram de dia 21. Uma empresa sueca a laborar em Portugal avisou os funcionários da possibilidade de um apagão nos “próximos dias”. Isto há mais de uma semana. A e-redes fez um aviso também e até uma Câmara Municipal publicou no seu Facebook o alerta à população, só que ninguém viu. Quem é que anda a ver as páginas da e-redes e das Câmaras diariamente?
Mas, esperem lá, o Governo quer tentar explicar à população que é inocente e não tem responsabilidades no apagão? Querem tentar explicar às pessoas que depois do rol de notícias que foram saindo, e às quais ninguém deu importância, não esperavam um apagão geral?
Querem tentar convencer a população que, impingirem kits de emergência bacocos com rádios a pilhas, lanternas e água, umas semanas antes, foi só uma coincidência?
Isto é mesmo pior do que eu pensava… Estes anormais comem-nos mesmo por completos estúpidos e a comunicação social embandeira nesta treta insana da mesma forma que embandeirou na da Ucrânia e no apoio ao suicídio da Europa.
Mas houve algum jornalista que tivesse confrontado Luís Montenegro ou o Governo com estas notícias e lhe tivesse perguntado, “quais foram as medidas que o seu Governo tomou face aos sucessivos avisos além, claro, de terem avisado a população há semanas para uns kits de emergência?” Meteram as centrais portuguesas a produzir energia para evitarem que Portugal passasse pelo que passou? Ou isto foi propositado?”
Bom, vistas bem as coisas a hora a que aconteceu também foi conveniente: as empresas ainda trabalharam de manhã e tiveram tempo para assegurar o mais urgente; se tivesse acontecido durante a noite e o país acordasse sem luz tinha sido mais dramático.
O que me leva a colocar outra questão: isto foi um teste ao país? Porque não fez o Governo, previamente, um aviso público a toda a população através das televisões e jornais? Ao invés de notícias envergonhadas, aqui e ali?
Convenhamos que já são coincidências a mais, não? A mim bastou-me a do kit: parece que já sabiam o que ia acontecer…Mas nessa altura não explicaram nada: lançam o alerta do kit para mentecaptos cumprirem sem questionarem, sabem que os papalvos que os seguem não questionam nada, nem pensam; tiveram esse exemplo no Covid, com a Ucrânia e agora com os apagões, espero que não pensem que nos podem arrastar para a guerra porque pode correr mal…
Se calhar a ideia até foi mesmo essa: levar aos poucos os cidadãos a acreditar nos maiores disparates e, através do medo, escravizarem a população…
Já meteram 30 gajos diferentes a explicar o que se passou e continuo sem perceber e cada vez tenho mais dúvidas porque as explicações são más demais – mas não há protocolos de segurança e de emergência? Bem, e eu não sou muito lerda, se calhar o problema é esse mesmo… Como é que, sabendo um Governo de antemão que pode haver um apagão geral, não são tomadas medidas para o evitar ou, ao menos, para estabelecer serviços mínimos à população?
Numa das tais notícias que referi até previam um apagão para dia 24. Aquela decisão de se adiarem as comemorações do 25 de abril não teria tido a ver com isso? É que, entretanto, já questionamos tudo. A mim parece-me que o Governo sabia que isto ia acontecer. O problema é que a coisa corre-lhes sempre mal, datas e comunicação são um problema sério em época pré-eleitoral.
Não gosto de teorias da conspiração mas, desculpem lá, nesta história há coisas que não batem certo e nada justifica deixarem o país às cegas 12h, sem nenhumas comunicações na maior parte dos sítios, nem mesmo para o 112.
Isto é a completa irresponsabilidade e incompetência do Governo na melhor das hipóteses, na pior, é serem mesmo criminosos às ordens da criminosa-mor, Úrsula dos cadáveres.
Podem ser vistos alguns dos artigos que que referem a antecipação dos riscos do apagão aqui e aqui e aqui.
Ontem a propósito do apagão e das suas origens, e da desinformação que rapidamente grassou, os comentadores Gustavo Cardoso e Rita Figueiras tiveram um momento (breve e isolado) de lucidez, quando comparado com horas e horas de comentários redundantes ou desviantes sobre o assunto nesse e noutros canais, pela maioria dos paineleiros. Sobre os rumores de ataque cibernético da Rússia, o primeiro usou uma metáfora, que me parece certeira: a desinformação é como a poluição numa cidade, está lá sempre, mas quando é muita dificulta-nos a respiração e causa-nos problemas. A segunda acrescentou, quando perguntada se uma comunicação oficial ajudaria a minimizar a influência da desinformação, que esta não desaparece ou é reduzida quando a comunicação é oficial, não é anulada, dando a entender que também faz parte do discurso oficial. Um momento de lucidez na RTP3, ontem à noite, mesmo que contido, sem exemplos concretos e algo genérico. A desinformação sobre a ameaça russa ficou um bocadinho mais exposta e evidenciada.
Nos últimos dias tenho me dado ao trabalho ver alguma coisa do que aí vai no manstream merdia para ver onde chega a loucura mas vou deixar me disso.
No Público era notícia de que migrantes venezuelanos detidos numa prisão no Texas e ameaçados de ser despachados para El Salvador, para uma prisão horrenda, fizeram um sinal de SOS com os seus corpos pedindo ajuda pois todos sabem bem o que os espera se forem parar ao CECOT.
Ate aqui tudo bem, ou tudo mal, porque e mais um sinônimo da desumanidade distópica que atinge tanto Estados Unidos como El Salvador.
Mas não deixa o jornal de dizer que tal só acontece porque a Venezuela recusa recebe los.
Como se mesmo que tal fosse verdade justificasse enviar gente para um campo de concentração que parece uma cópia mais moderna da infame prisão israelita de Sdi Teimam, sem passarem por julgamento nenhum e sem qualquer data para o fim de uma detenção que pode muito bem ser para o resto da vida dadas as condições extremas da prisão que já custaram a vida a centenas de detidos no seu escasso tempo de funcionamento.
Mas como esse traidor ascendência palestiniana tem as costas quentes melhor e não falar nisso.
A Venezuela neste momento até tem um programa de estímulo ao regresso de migrantes que poderá não ser grande coisa dadas as condições que o bloqueio impor ao país.
Mas é falso que se recuse a receber deportados e o Governo tem incansavelmente pedido a libertação dos mais de 200 desgraçados já mandados para a infame prisão salvadorenha.
Basta uma acusação sem passar por juiz algum de que o desgraçado pertence ao Tren de Aragua para ter lugar numa prisão onde o director se gaba que há sempre lugar para mais um.
Na última tirada o traidor palestiniano propos a sua troca por “presos políticos” venezuelanos que se presume que sejam alguns que estão presos por actos violentos ou por apelarem a cara podre a violência homicida.
E assim vai o mundo e assim vai este jornalismo da treta. Pelas ruas da amargura.
Vão ver se o mar da choco.
E temos o incansável educador do povo, o jornal Correio da Manha, a “vender” um kit de sobrevivência de 72 horas “para que mais nenhum apagão o apanhe desprevenido”.
E os pategos lá irão e quem for mais preguiçoso pode encomendar via NET que há para todos os preços e alguns até prometem envio gratuito.
Entretanto por cá andamos e a censura soma e segue em todo o lado.
Em Itália, na homenagem a António Gramsci, dirigente comunista morto aos 45 anos sob tortura nos cárceres do fascismo, a directora do cemitério onde estão enterrados os não católicos de Roma, desconhecia este apartheid tumular, proibiu a bandeira vermelha alegando que a cor vermelha e “divisiva” e podia ser ofensiva para os familiares de outra gente lá enterrada.
A senhora tem de apelido Mazurek, o que significa ascendência polaca ou ucraniana mas e bem o exemplo do que por aí anda.
Imigrantes desses, que exportam fascismo e ódio, como certamente foi a senhora ou os pais, já são bem vindos.
Foram ainda proibidos símbolos partidários a bem disto de não haver divisoes.
Nas coroas de flores deixadas no local só ficaram discretamente os nomes dos partidos como deve ser para não ferir sensibilidades.
No fim os participantes hastearam a Bandera Rossa mandando a censora a m*rda.
Do outro lado do mar o Tiranossauro ameaça não deixar entrar a mulher do George Clooney, libanesa que para além de mulher de vedeta e conhecida como advogada e defensora dos direitos humanos e das vítimas do genocídio israelita em geral.
Mas o homem parece também não gostar de fêmeas que se dêem ao luxo de pensar em mais que roupas e em como agradar ao marido na mesa e na cama.
E se ainda por cima não apoiaram o genocídio israelita esta o caldo entornado.
O mesmo está a acontecer com todos os críticos do estado genocida de Israel que continua a apostar na destruição da população de Gaza agora que tem as costas quentes como nunca teve.
Os jornalistas estão também a ser perseguidos incluindo se até quem não papou as suas alegações de fraude eleitoral ou divulgou sondagens que davam a vitória a sua adversária nas últimas eleições.
E de uma coisa podemos ter a certeza, seremos ainda mais enterrados no atoleiro da Ucrânia.
Se não tivesse essa certeza nunca o grotesco palhaço de Kiev teria ameaçado directamente quem participar no Dia da Vitória mandando as urtigas a tregua que a Rússia tinha decretado para essas dias.
Agora digam lá perante um monstro destes que mais poderá fazer a Rússia a não ser continuar a guerra sob pena de viver sempre sob a ameaça do terrorismo e da destruição massiva.
Apoiantes pategos da Ucrânia nazi. Vão ver se o mar da um grande cardume de tubarões brancos famintos.
A sina de Hitler é que os seus sonhos de um III Reich terminaram com a sua Alemanha feita em cacos, ocupada e dividida pelas potências a quem declarou guerra, e até hoje nunca mais voltou a ter capacidade e pujança militar, não fosse aparecer um novo fuhrer com as mesmas ideias megalómanas e agressivas de supremacismo, racismo e ultra-nacionalismo. Ele preferiu suicidar-se, ao que consta, do que assistir ao resultado final das suas acções, à queda de Berlim. Hoje em dia é tabu na UE relembrar estes acontecimentos, todo aquele que os relembre ou refira sem ser em forma de lamento é mal visto, pois o valor da russofobia é melhor apreciado do que o da verdade histórica, e das suas cruéis lições, e a poesia da propaganda do ódio é mais bélica, ao ponto da censura voltar a impor-se aos europeus, pelo menos aos crédulos e colaboracionistas dos algozes e carrascos do nazismo, do fascismo, e a Alemanha pretende endividar-se o que for preciso para rearmar-se outra vez, voltar a poder declarar guerra a quem quiser e cultivar o militarismo que a caracterizou no(a) século(s) anterior(es) tanto que já sentem ansiedade.
O que tem isto a ver com o apagão? Talvez nada. Há gente que está disposta a arrasar o mundo, antes de ser confrontada e finalmente se suicidar. Muitas das maiores figuras do nazismo tiveram esse fim, fosse com cianeto ou tiros na cabeça. Teria sido melhor para todos se tivessem cometido suicídio antes de se tornarem assassinos, carniceiros, genocidas. Hoje fazem tudo para elevá-los, e diminuir quem os colocou no seu lugar. E há muitos apagões da realidade histórico e política, financiados e patrocinados pelos suspeitos do costume, que cpmo sempre contam com os apagões de memória da pategada, que pensa que tanta deturpação mediática e informativa é feita com a melhor das intenções e para seu bem, no seu interesse. Ou melhor, julga que pensa, pois pensar é um acto de subversão, e questionar os ditames e as diretivas da UE e dos seus financiadores é um acto de insurreição.
«De acordo com declarações prestadas ao programa Al Rojo Vivo, da estação televisiva La Sexta, Carlos Cagigal, que se dedica ao estudo do setor energético, incluindo fontes renováveis e gás, afirmou que o sistema já mostrava sinais de instabilidade.
“Estávamos há vários dias no fio da navalha”, disse o especialista, referindo-se a alertas anteriores sobre a pressão crescente nas redes de distribuição.
Excesso de produção renovável pode ser risco
Segundo a mesma fonte, o incidente foi causado por um desequilíbrio técnico na rede elétrica, e não por um ataque externo.
Cagigal afastou a hipótese de ciberataque, que chegou a ser especulada nas primeiras horas após a falha. “É muito difícil que um país externo consiga executar um ciberataque sobre as nossas infraestruturas energéticas”, afirmou.
Escreve o jornal que o verdadeiro problema terá estado no excesso de produção renovável, que coincidiu com a geração de energia pelas centrais nucleares e de ciclo combinado. Esta sobrecarga provocou flutuações de tensão e, por fim, o colapso da rede.
Conforme a mesma fonte, o especialista comparou a falha a um pico de energia doméstico: “É como quando em casa temos um pico de energia e os disjuntores disparam”. O sistema de proteção terá funcionado de forma semelhante, desligando-se para evitar danos maiores.
Nós de ligação saturados
Cagigal explicou que o excesso de energia não foi absorvido pela rede devido à saturação dos pontos de ligação, especialmente nas subestações onde se integra a produção renovável.
Acrescenta a publicação que o equilíbrio da rede exige um controlo constante, sobretudo quando diferentes fontes energéticas funcionam em simultâneo a alta capacidade.
Refere a mesma fonte que o problema não foi a perda de energia, mas sim a dificuldade em gerir a distribuição de uma produção que ultrapassava a capacidade da rede.
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Armazenamento insuficiente agrava o problema
Outro fator apontado por Cagigal é a ausência de infraestrutura de armazenamento de energia. De acordo com o especialista, Espanha e por extensão, a Península Ibérica, tem feito progressos na produção renovável, mas ainda está atrasada no que toca à capacidade de armazenar essa energia.
Escreve o jornal La Sexta que o sistema atual não dispõe de baterias industriais ou soluções de bombagem hidroelétrica suficientes para absorver os excessos de produção. Essa limitação torna a rede mais vulnerável a falhas em situações de pico.
O risco não passou
Segundo a mesma fonte, o especialista sublinhou que esta situação poderá voltar a acontecer. “Este não é um caso isolado. Temos de preparar a população, porque isto vai voltar a acontecer”, alertou Cagigal, apelando ao reforço urgente do sistema elétrico.
Conforme a mesma fonte, poderá demorar entre 12 a 24 meses até que as infraestruturas estejam preparadas para lidar com este tipo de stress energético.
Para isso, será necessário investir em novos sistemas de armazenamento e reforçar os pontos de ligação à rede elétrica nacional e ibérica.
Impacto nos serviços essenciais
Enquanto isso, Portugal e Espanha continuam a contabilizar os prejuízos do apagão, que afetou milhões de pessoas. Os setores dos transportes, comércio, saúde e telecomunicações registaram interrupções significativas.
Segundo a mesma fonte, o colapso foi descrito por várias entidades como “excecional” pela sua dimensão e pelo número de serviços afetados.
Este episódio volta a colocar a segurança energética no centro do debate público, especialmente num contexto de transição acelerada para energias renováveis, cuja gestão continua a apresentar desafios técnicos.»
Uma coisa e certa, o apagão serviu mesmo para muita gente engolir a patranha dos kits de sobrevivência.
E e realmente uma coincidência dos diabos que tenha acontecido justamente quando andavam a impingir nos os ditos kits.
Tem sido uma corrida a lanternas, enlatados, caixas de primeiros socorros e fogões de campismo.
Mais uma vez temos o gado a ir de cabeça.
Como com as vacinas naquela que foi a primeira vez na vida em que segui a manada só para ver a morte com enxada e tudo.
Pelo que jurei para nunca mais pelo que podem meter os kits de sobrevivência onde lhes faltam três reis de pele venham os apagoes que vierem.
Efectivamente isto veio a uma hora que veio mesmo a calhar.
Quando o principal trabalho do dia já estava feito para o prejuízo não ser muito.
Imaginem Lisboa sem semáforos a partir das seis da manhã, o caos que não tinha sido.
O apagão foi a uma hora perfeita, passado o meio da manha, quando já se pensa no almoço.
Quanto a kits de me derem um de graça aceito. Não me comprometo e a guardar os enlatados a espera da guerra que está cambada quer fazer com a Rússia.
Mas os bandalhos que nos deram se graça veneno que matou muita gente e deixou outra estropiada se estão novamente tão preocupados com o nosso bem estar deixem se de gastar o nosso dinheiro em armas e dêem nos de graça os malfadados kits.
Noutros planos, hoje faz 80 anos que o Hitler deu um tiro nos cornos.
O seu herdeiro, Herr Zelensky ameaçou ataques terroristas no desfile do Dia da Vitória, em Moscovo.
Talvez esteja na hora da Rússia perder de vez a paciência para os herdeiros de Hitler.