Documentos da Pfizer comprovam os seus crimes contra a Humanidade

(Por Ciencia_y_Salud_Natural, in Resistir, 15/11/2024)

Tenho-me abstido de publicar textos sobre a presumível fraude à escala global, relativa à eficácia das vacinas mRNA contra a COVID-19, denunciando todos os malefícios por elas causados. Não porque o capitalismo, nas suas piores práticas, não pudesse albergar um crime tão hediondo, mas apenas porque, perante a enormidade de tal horror, eu achar que a sua desmontagem e alertas públicos, devem assentar em provas irrefutáveis e conclusivas, sob pena de serem qualificados de imediato como levianas “teorias da conspiração”.

Pois bem, as provas aí estão, no livro cuja capa se mostra na imagem acima, e que resulta do esforço de 3250 voluntários em todo o mundo. O artigo que se segue é um resumo da obra e revela-nos uma factualidade aterradora. Dedico-o ao Whale project, pseudónimo de alguém que, praticamente todos os dias, comenta os artigos deste blog, e que já referiu várias vezes ter estado às portas da morte devido aos efeitos secundários das vacinas mRNA contra a COVID-19.

Estátua de Sal, 15/11/2024


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O livro “Os Documentos da Pfizer: Os Crimes da Pfizer Contra a Humanidade” foi publicado há poucos dias e já é um best-seller. Trata-se de um livro que três governos (Estados Unidos, Reino Unido e Austrália) tentaram suprimir. A história de como isso se concretizou é extraordinária: 3.250 médicos e cientistas altamente credenciados, sob a liderança de Amy Kelly, trabalharam durante dois anos nos 450 mil documentos internos da Pfizer que foram tornados públicos por ordem judicial após uma ação bem-sucedida do promotor Aaron Siri. No processo, estes voluntários confirmaram o maior crime contra a humanidade de todos os tempos.

Ler artigo completo aqui.

21 pensamentos sobre “Documentos da Pfizer comprovam os seus crimes contra a Humanidade

  1. Já agora, o contraditório tens tu em todo o lado. Tomates para dizer que o rei vai nu e que pouca gente tem. Aquela cambada do Infarmed continua a dizer que os efeitos secundários são leves, que aquilo e eficaz e seguro e que quem por coincidência morre após as campanhas de vacinação que se repetem todos os anos morre de outra coisa.
    O que não se explica e o excesso de mortalidade que só não e maior porque cada vez menos gente cai no logro.
    No primeiro reforço, em que a maior parte da malta ainda caiu o excesso de mortalidade foi tanto como no auge da COVID.
    Mas claro que e tudo coincidência.
    Mas descansa que não desejo que a sorte acabe a ninguém num dos reforços desta vida.

  2. Boa viagem. Se tivesses visto a morte a frente dos olhos com enxada e tudo, tivesses perdido amigos e fosses cuidador de um sequelado estavas te nas tintas para o Steve Bannon.
    A tua avó foi às vias de facto com o Rasputine e tu herdaste imunidade a venenos? Ou foi qualquer outro imune a venenos? Agradece por teres tido coiroes na família.
    E se achas que por um texto anti vacinas podres cujos promotores e produtores deviam estar era todos presos, vale a pena deixar de ser subscritor de alguma coisa não ficas de certeza a fazer falta nenhuma.
    Eu estou me nas tintas para se quem denuncia as vacinas e fascista ou não. Se esta porcaria não for denunciada vao haver novas investidas assim que voltar a aparecer qualquer coisa.
    Eu não tenho vontade nenhuma de voltar a passar pelo que já passei e desta vez poder ficar mesmo sem conserto nenhum. Se tens força nisso mas no fim de contas quem tinha razão foi aquele que disse “se virar jacaré e problema seu”.
    Eu preferia ter virado jacaré porque tudo o que sofri foi mesmo problema meu.
    Vai ver se o mar da choco.

  3. nojento! sou subscritor da estatua mas vou deixar de ser. ao menos publiquem o contraditório. o nome steve bannon não vos diz nada?!

  4. Sim. E isso mesmo. Também houve logo quem começasse a colar todas as dúvidas ao fascismo e a ameaçar os médicos com as 10 pragas do Egipto se expressassem alguma dúvida e por isso a maior parte deles trataram de ficar calados.
    Em sa consciência custa me a acreditar que gente que não e parva, que teve de estudar pelo menos 24 anos para sair com o curso feito acreditasse mesmo que uma vacina feita em menos de um ano ia erradicar mesmo uma doença e não teria qualquer risco.
    Quando uma vacina em condições normais leva anos para ser testada e poder ser aplicada. Quando doenças efectivamente terríveis e de alta letalidade como o cancro intestinal ou de pâncreas, ou a SIDA, não teem qualquer vacina apesar dos esforços de décadas de cientistas.
    Foi mais um lavar daí as mãos embora acredite que muitos deles foram também vítimas de uma propaganda para a qual todos fomos formatados durante anos.
    Conheci um médico de um pequeno concelho do interior do país que recomendava aos seus pacientes que antes de ir tomar a coisa desse uma dose massiva de Vitamina C e D e outra tanta depois. Recomendava vivamente que não dê fossem dar nada sem terem os medicamentos em casa.
    Naquele concelho envelhecido so houve duas mortes confirmadas por COVID e depois disso houve algumas mortes pouco explicadas mas de gente mais nova que achava que o médico, por ser latino americano, não era certo em contas de cabeça. Mas nada como o que vi noutros lados.
    Esse medico foi certamente dar a vacina para se livrar de acusações de negacionismo e ter um estilo de vida saudável não o livrou de uma trombose massiva aos 62 anos.
    Ou seja, também se viu quente com a vacina mas certamente ele sim salvou vidas.
    As pessoas ainda se lembram dele como alguém decente e atencioso.
    Uma pessoa ainda relativamente nova, na casa dos 60 anos, deu o reforço por causa da tal pressão nefasta de poder apanhar a doença e pegar aos idosos que tinha em casa.
    Nunca mais teve sossego, com dores terríveis, infeções umas atrás das outras e o raio que o parta. Quando começou a ser convocada para ir dar mais um reforço procurou o dito médico e perguntou se deveria ir dar.
    Resposta do homem “porque e até acha que eles começaram por dar isso aos velhos?”.
    Para bom entendedor meia palavra basta e a senhora não foi dar mais porra nenhuma.
    Hoje, ainda as voltas com sequelas, está convencida que o médico lhe salvou a vida.
    Poucos dias depois, o desgraçado teve a tal trombose que o deixou estropeado.
    Cheguei a equacionar ir dar o reforço fazendo o tal trabalho de desintoxicação.
    Hoje parece me que teria corrido mal mas a verdade e que não e fácil estarmos preparados para não poder fazer nada a não ser trabalhar e ir ao supermercado.
    No tempo das restrições cheguei a ir a pé a um supermercado que ficava a dois quilómetros da minha casa três vezes no mesmo dia.
    O que não perdoo e a postura hoje, com tudo o que sabemos e tudo o que sofremos, de organismos oficiais como o Infarmed que continua a organizar campanhas de vacinação todos os anos e a dizer que as sequelas são inofensivas e iguais a qualquer outro medicamento.
    E que se há mortes devem se a outra coisa. Então expliquem me porque e que há excessos de mortalidade em relação ao tempo pré pandemia e pré vacina.
    E se vai havendo menos e porque cada vez mais gente vai acordando. Mas as pessoas vão a farmácia dar a vacina da gripe porque sempre a deram e o camelo pergunta se não querem também a da Covid.
    E o velho tem de ser bem assertivo a dizer que não sob pena de sair dali com as duas.
    Isso sim e criminoso e e preciso que se diga e me xinguem de Bolsonaro que eu gosto.
    Porque hoje já ninguém tem desculpa nenhuma para acreditar.
    No início talvez porque efectivamente todos fomos formatados.
    Quantos filmes de ficção científica vimos ao longo dos anos sobre um vírus novo que matava que se fartava mas em poucos meses uns cientistas heróicos e abnegados faziam uma vacina eficaz e segura.
    Na vida real isso não funciona assim e neste caso não funcionou.
    O que me frita e que ainda haja gente, incluindo gente com responsabilidades oficiais a tentar dizer nos que funcionou.
    Isso sim e crime.

  5. As farmacêuticas não tinham boas intenções, queriam simplesmente lucrar fortunas apresentando um novo produto mal testado (porque sem tempo para o fazer), desenvolvido em cerca de ano e meio após a pandemia se disseminar no Ocidente, e apresentada como os charlatães de outrora vendiam os elixires curativos e as poções milagrosas, que não passavam de banha da cobra e não valiam um gole de óleo de fígado de bacalhau.
    Referia-me aos médicos de medicina geral, e alguns especialistas, que não acredito que agissem apenas para beneficiar a indústria farmacêutica, e que se convenceram, por um motivo ou por outro, por uma causa qualquer, que as vacinas realmente imunizavam as pessoas, e eram necessárias para proteger a população. Evidentemente que muitos partiam da ignorância para a crendice cega, o dogma absoluto do cientismo de corporação que vende o seu próprio produto infalível e precioso. Outros não querem saber de problemas de consciência, lavam daí as suas mãos e se houver chatices desculpam-se com as bulas dos laboratórios e as directivas nacionais e comunitárias. E é assim que todos se safam e enriquecem como se nada fosse com eles.

  6. Sim, se calhar até a Pfizer, useira e vezeira na utilização de populações pobres, nomeadamente em África, com resultados muitas vezes letais, estava cheia de boa fe nisto tudo.
    Estou me nas tintas para as boas intenções com que se vai enchendo o Inferno em especial como as que me iam mandando para lá mais cedo.
    Também não desejei a ninguém que a sorte se lhe acabasse num dos reforços desta vida.Usei por vezes o meu caso para dizer que a coisa lhes podia correr mal.
    O familiar de quem cuido foi um deles. Deu o reforço e correu mal.
    Eu ouvi de tudo, até um alarve que me disse que se fosse brasileiro teria morrido de dengue por recusar vacina.
    Em respeito a sua idade não o mandei para onde devia.
    Ia dando cabo do canastro e ainda ouvi tudo quanto foi grunhice.
    Por isso estou me nas tintas para de que quadrante político e quem fala mal.
    Discursos radicais e baboseiras também vieram dos defensores das vacinas. Como um editorial da revista visão em que quem não se queria ir vacinar era dividido em quatro categorias, sendo uma delas os mariquinhas que por ter medo de uma pica iriam inexoravelmente parar a uma unidade de cuidados intensivos onde seriam picados todos os dias até a morte.
    Levar as pessoas de assassinos, de Bolsonaro, desejar que não fossem tratados se adoecessem, que morresem na miséria de uma unidade de cuidados intensivos, que fossem acusados de homicídio se contagiasem alguém e esse morresse não e radical que chegue?
    Já agora, na Alemanha houve mesmo gente condenada por homicidio e apanhando cana brava tipo 15 anos de cadeia.
    Radicalismo houve dos dois lados e eu arrependo me de ter cedido ao radicalismo vacineiro.
    Por isso estou me nas tintas para o radicalismo do outro lado.
    E, já agora, não acredito que aquela porcaria proteja nem dois meses porque conheci pelo menos um que morreu 15 dias depois de vacinado o que surpreendeu muita gente crente. E não foi de certeza o único.
    Mas lá está, o homem tinha comorbilidades. Pois se a malta que tinha comorbilidades continuava em risco para que raio ir dar aquilo.
    Eu apanhei COVID seis meses depois da vacina quando era suposto a proteção já ter acabado e o meu telemóvel parecia o trenó do Pai Natal tantas eram as convocatórias a marcar datas.
    Já agora, a condição clínica que me ia mandando para o outro lado não veio do COVID como chegou a ser dito a alguns sequelados da vacina que nem nunca testaram positivo a doença nem tiveram sintomas.
    Porque os sintomas, de parecer que o cérebro ia partir tudo quanto era ligação e veia assim que pensava em algo mais substancial que a morte da bezerra, a esquecer me de tudo, até de coisas que toda a vida tinha feito no trabalho, a um cansaço que cada dia era maior, começou menos de 15 dias depois de meter a segunda dose de mixórdia no corpo.
    E definhamento, comecei logo a perder apetite e, em consequência, peso. No fim das contas foi um quarto da massa corporal. Coisita pouca tendo em conta que não fui parar a uma prisão na Ucrânia.
    E uma impossibilidade de voltar a ganhar peso o que quer que comesse. Pelo contrário, continuava definhar mesmo quando o apetite voltou graças ao tratamento de anemia perniciosa.
    Foi a porra da musculação que travou isso. Mas alguém acha que alguém já na casa dos 40 anos lhe deu de repente uma vontade de querer ser o Schwarzenegger?
    Por isso o que eu sinto em relação a vacina e a todos quantos, estou me nas tintas para se tinham ma fe, boa fé ou simplesmente medo de perder o emprego, nos andaram a moer para ir dar aquilo e um bocadinho mais que indignação.
    E desejo que vão presos. Mas como isso não e possível resta me meter o pau em quem ainda tem a pouca vergonha de ser vacineiro.
    E manda los ver se o mar da tubarão branco cheio de larica.

  7. Acredito em OVNIS (existem Objectos Voadores Não Identificados), em bruxas (que las hay, las hay) e unicórnios geneticamente modificados, e a terra é tão plana (ver o Deserto do Sal) como é côncava, convexa e redonda, e montanhosa. Nem sei para que são chamados a esta discussão esses “mitos” (não tão mitológicos assim). Não nego à partida ciência que desconheço, como dizia a outra, e quanto mais conheço mais aceito, pois nós somos formatados para ver as coisas e pensar de uma certa forma, primeiro biologicamente (os nossos sentidos e a nossa compreensão) e depois social e educacionalmente. Por exemplo, um cão consegue cheirar e ouvir melhor que um ser humano, num espectro maior, consegue sentir cheiros que nós não conseguimos, daí serem usados para salvamentos ou detecção de substâncias específicas, e ouvem infra-sons que o nosso ouvido não capta. Pensar que nós consguimos perceber e sentir e compreender tudo é uma ilusão tão vã, estúpida e perigosa quanto a húbris irreflectida.

    Quanto à vacina para a Covid-19 (é esta que está em causa aqui, não todas as outras, só esta), foi um logro. Não digo que total, mas um logro.
    Foi apregoada como a resolução do problema para o contágio, garantiram à população portuguesa (que não vive isolada das outras neste mundo de movimentos pendulares, turistas, voos e cruzeiros internacionais, nómadas digitais e outros) que estaria imune se 85% fosse tomar a vacina. Mais de 85% se vacinaram e percebeu-se que não só a vacina não lhes garantia imunidade de serem contagiados (quando muito aligeirou os sintomas, e mesmo isso é uma incógnita em quase todos os casos de pessoas que não pertenciam aos grupos etários de risco – os mais idosos – e que não sofriam de doenças cardio-vasculares, respiratórias e outras “co-morbilidades” – muitos deles continuaram a apanhar a doença e passar maus bocados, alguns não se salvando e outros ficando com sequelas), como também podiam contaminar outras pessoas (por consequência de serem contagiados).
    Não tomei a vacina, pois não me convenceram e não fui forçado por motivos laborais ou técnicos ou de ordem legal. Porém, quase convenceram toda a gente que era obrigatória, e que moralmente quem não a tomasse era um canalha, pior que um assassino, sem direitos humanos e sem dignidade ou respeitabilidade, sem honorabilidade. Apenas por se recusar a injectar uma mixórdia qualquer no seu próprio corpo, sem interferir com a escolha pessoal de cada um e deixando à consciência de cada um fazer a sua escolha sem ofender ou agredir ou negar-lhe os direitos e a dignidade, uma poção farmacêutica “salva-vidas” que tinha mais propaganda que o envio de bazucas e tanques para a Ucrânia (afinal, salvava a Humanidade toda e não destruía parte dela, como fazem as armas, e tudo isto é o mesmo que fazem os burlões quando enfiam carapuças na cabeça dos crédulos, é sempre para o seu bem e mais importante ainda, para o “bem maior”. Mesmo assim conheço várias pessoas que tomaram a vacina e tiveram reacções adversas e algumas consequências para a saúde, e algumas, tal como o Whale Project, perceberam à primeira dose, ou na de reforço, que a coisa não era bem assim, a história estava mal contada e aquilo fazia mais mal do que bem, pois os efeitos secundários podiam ser bem perigosos.
    Hoje sabe-se que a duração da vacina tem no máximo dois ou três meses, daí o apelo a constantes reforços (2, 3…) e continuaríamos nisto se não começasse a ser demasiado gritante a desproporção entre a eficácia real e a apregoada, entre os riscos reais (efeitos adversos) e os que eram estimados. E depois o tempo de antena que NÃO se dava a estes múltiplos casos de reacções adversas, por serem má publicidade às “grandes empresas do momento”, salvíficas e bem intencionadas, providenciais. Não era “trendy” Nunca é, assim como não é in falar mal de qualquer grande corporação que está acima de um qualquer comum mortal. E também porque falar destes casos podia assustar, preocupar e até demover os que tinham de ir à pica, aglomerando-se em filas intermináveis onde todos passavam pelos mesmos pontos nas filas, entrando nos mesmos espaços, respirando o mesmo ar, se acumulavam por vezes em magotes desesperando pelas vacinas que afinal não havia ou tinham sido desviadas ou estavam em falta ou estragadas, geraram-se agitações e confusões com desacatos, tanto assim foi que teve de vir mais um ser providencial salvar-nos a vida, a nós portugueses (todos? TODOS!), assim reza a lenda, um almirante que hoje só por causa disso e de ter dado um raspanete a uns marinheiros que não embarcaram num chaço flutuante avariado, já querem promover a Presidente da República. Veja-se bem a mentalidade de pacóvios e pategos que abunda (talvez domine) no nosso país.
    Escrevia eu, quando estas pessoas todas se ajuntavam para ir à “salvação do corpo”, mais crédula e fanaticamente que uma congregação se reúne para ir à “salvação da alma”, ninguém vinha falar de comportamentos de risco, de perigos de contágio, nem associava que isto aos recém-vacinados que apanhavam a doença e iam para quarentena ou para o hospital, conforme a gravidade dos sintomas.
    Ora eu fiquei em casa e não tomei qualquer dose, cumpri o que o bom senso aconselhava, pelo sim pelo não evitar contactos pessoais, sair só para as necessidades básicas, compromissos inadiáveis e para abastecimento, nada de andar a laurear a pevide e metido em ajuntamentos, usar a máscara nas situações mandatórias (e quão difícil foi para mim, incomodava-me e fazia-me transpirar e dificultava-me a respiração).
    Afinal não morri como muitos parecem ter desejado, não contagiei ninguém, ninguém me contagiou (isto desde Março de 2020, quando foi detectada a epidemia em Portugal e depois declarada a pandemia até ao fim das restrições), e tenho a minha consciência perfeitamente tranquila, pois não me comportei como um patego irracional, não desejei a morte e o sofrimento a ninguém, e muito menos papei as falácias e mezinhas de Trump, Bolsonaro ou cavalguei ao lado da extrema-direita, que também tinha os seus exemplares de fanatismo, estupidez humana e demagogia, daí ter evitado ser sensacionalista como uma Joana Amaral Dias (e os representantes do seu partido actual, ou das últimas eleições, as europeias, o ADN) e outros que espalham realmente alguma desinformação mesmo partindo do princípio que concordo que as vacinas não devem ser obrigatórias.
    Aliás, se fossem vacinas (com tempo para serem) testadas (e os testes farmacêuticos, de vacinas, por norma demoram vários anos, tantos quantos possível, e quantos mais melhor, até estas poderem ser certificadas e aprovadas) não teriam tido necessidade de reforços constantes.
    Vamos ver, para toda a população portuguesa estar imune em simultâneo, ou os 85% da imunidade de grupo, teriam de ser vacinados 8,5 milhões de portugueses em menos de poucas semanas, pois passadas 8-12 semanas estas já teriam pouco ou nenhum efeito, se é que alguma vez fizeram real diferença fora da população de risco, ou seja, da maioria da população. E não fui eu que inventei os dois ou três meses de imunidade, foi um médico que costuma ir à RTP e apareceu muito nesses tempos e desde então, de seu nome António SIlva Graça, e ele sempre foi defensor da vacinação e da profilaxia. Simplesmente não é um patego qualquer que andou a espumar da boca e desejar a morte aos seus semelhantes, e não tem um discurso de ódio ou sensacionalista. Nem todos os médicos estão de má fé quando defendem a vacinação, nem todos agem para benefício das farmacêuticas e prejuízo das pessoas que se vacinam, nem todos são fanáticos dispostos a todos os logros para levar a sua avante.
    Portanto, percebo perfeitamente a angústia de quem sofreu os efeitos adversos da vacina, e a sua revolta e indignação. Custa-me a entender é como há certos tópcos que se tornaram tabu e nunca tiveram a discussão que mereciam, e muitas mistificações ficaram por expor enquanto tal, à luz do que se sabe hoje.
    Quais foram as taxas de mortalidade nos países em que as vacinas escassearam (porque os governos não as compraram às quantidades industriais, por não terem nem recursos nem o acesso prioritário que tiveram os europeus, norte-americanos, australianos, e países desenvolvidos em geral? Como se explica que uma doença tida como tão perigosa e mortífera não se tenha disseminado nesses países super-populosos do 3.º mundo e dos países em vias de desenvolvimento e dizimado as populações pobres, malnutridas, sem medicamentos que neles pululam?
    Há muita coisa que não encaixa, e não se vê a extrema-direita a focar estes pontos, porque a extrema-direita não está focada numa abordagem racional a estas questões, e sim em arranjar bodes expiatórios, inimigos políticos e sobretudo uma legião de fanáticos seguidores, e aproveitou-se desta problemática e desta situação para ganhar protagonismo pela diferença, pelo ruído, pelo choque e pelo disparate – veja-se as bacoradas que disseram Trump e Bolsonaro, só demonstraram ignorância sobre a problemática da doença em questão. É como com a imigração, existe um problema que tem causas e consequências, e várias formas de ser abordado, tratado, minorado. O que faz a extrema-direita? Empola a situação, escolhe os alvos, os bodes expiatórios, os causadores do problema são os próprios imigrantes, como se fossem todos-poderosos quando na maioria são pessoas sem grandes posses que lutam para ter uma vida melhor do que a que tinham onde vieram, e assim um problema que existe para todos e é visto por todos, mas percebido de formas diferentes, torna-se uma bandeira da mesma e é utilizado pela mesma para estupidificar, dividir e manipular a sociedade, com o fim último de a controlar, quais paladinos da moral e dos bons costumes.

  8. De resto também já “meti o pau” nalguns artigos aqui publicados como o MST e a sua teoria da crueldade russa ou o antigo conselheiro de Reagan, um tal de Paul Craig Roberts.
    Não concordar também e um bom exercício.
    Mas nunca me passaria pela cabeça por em causa a escolha de artigos porque tal não me cabe a mim.
    Muito menos por em causa a credibilidade apenas porque se publicam algumas coisas com que não concordo.
    Ou então faço o meu próprio blogue e logo escolho o que quiser.
    Isto a vida “costa” e não e pouco.
    E quando se trata de vacinas para a COVID estamos mesmo a mexer num vespeiro porque a lavagem ao cérebro foi uma das experiências de lavagem ao cérebro mais eficazes na realizadas, superior ainda a questão Ucrânia.
    Não e fácil desmontar isto mas continua a ser surpreendente as reações de verdadeiro ódio que frequentemente surgem, até de quem não estávamos a espera.
    E aguentar que outro remédio não temos.

  9. A lavagem ao cérebro em torno das vacinas foi eficaz. Muito eficaz.
    A mesma pessoa que me disse “temos de morrer de alguma coisa” e uma das melhores pessoas que conheci.
    Do tipo que tira a camisa para socorrer um amigo e até quem agiu como verdadeiro inimigo e muitas vezes o fez.
    Mas quanto a vacina estava completamente apanhada do clima.
    Antes do “temos de morrer de alguma coisa” quando eu ainda pensava em maneiras mirabolantes de desintoxicar para ver se conseguia ir dar um reforço sem aquilo me dar cabo do canastro, mas já começava a ver que era asneira, a criatura disse que se não fosse teria de “sofrer as consequências”.
    Em Portugal previa se que as consequências, ainda que não passassem por perder o emprego, implicavam uma vida quase de dalit e certos grunhos defendiam que devíamos ir de casa para o trabalho e do trabalho para cada, sempre de açaimados com a mascara e com direito a ir apenas ao supermercado.
    Mas a criatura achava isso um castigo merecido.
    Tinha tambem uma colega alema que recusara vacinar se e fora despedida. A mulher era alérgica a tudo e mais alguma coisa e o marido apoiou a decisão dizendo que estava preparado para viver a salada de batata os anos que fossem precisos mas não para ficar viúvo.
    Mas a única coisa que preocupava a criatura e que agora os outros tinham de fazer o trabalho dela. Empatia 0.
    Cheguei a pensar que esta falta de solidariedade viria do facto de a mulher ser alemã até dois meses e pouco depois a coisa me cair em cima.
    E claro que as alegações sobre gente alegadamente salva pela vacina não teem em conta cepas menos letais como a Omicron que sabe Deus há quanto tempo corriam quando a África do Sul, um pais com as limitações que conhecemos, levantou a lebre.
    E ouvi também gente que reconhece que a vacina destruiu umas vidas “mas salvou outras”. Um jogo de soma nula macabro que não consigo entender.
    Eu não preciso de livros, de números, para perceber que aquilo e um veneno e foi uma experiência científica digna de Mengele de que fomos todos cobaias.
    Basta o que sofri e o que vi gente a minha volta sofrer. Basta me o cuidar de uma pessoa que era cheia de vida, saudável, e sofreu uma trombose massiva uns meses depois do reforço.
    Basta viver ainda hoje com medo e ter tido de embarcar na brutalidade da musculação porque a alternativa era virar qualquer coisa como aqueles peixes secos que o meu avô punha a secar na varanda nos anos da minha infância.
    Eu não preciso de livros, mas quem os escreveu tem o direito de o fazer.
    Claro que os números apresentados não referem um “fim do mundo” mas sim um aumento de patologias que facilmente poderemos verificar se olharmos a nossa volta.
    Cancros, um amigo teve um cancro na apêndice, coisa de que nunca ouvi falar e outro um cancro num músculo de uma perna considerado raríssimo e quase apenas dos livros. Com esse também tive um bom arranca rabo em torno das vacinas salvadoras.
    Agora reconhece que eu tinha razão e não tinha nada que ter andado a “gritar comigo”.
    Eu não queria ter razão. Nunca a este preço.
    Muitos dos que puseram em causa a minha sanidade mental e me acusaram de fascista viram se quentes graças a “maluqueira das doses de reforço” e reconhecem as minhas razões.
    Quanto a aldrabices, pois em todo o lado as há. Quando andavam com as doses de reforço vi pelo menos a divulgação de duas mensagens de gente que teria dado a que depois foi chamada “vacinação primária” e se recusara a dar o reforço. E por isso estaria agora a morrer de COVID. E lamentava o ter se “radicalizado” aconselhando todos a ir dar a vacina. Reservo me o direito de acreditar que alguém a morrer de pneumonia conseguisse estabelecer um raciocínio lógico mesmo a dar se o caso de ser um cuidador a escrever a mensagem.
    A coisa cheirou me a aldrabices e talvez isso me tenha salvo a vida.
    Por mim ninguém perdeu a credibilidade e conto continuar por aqui e também pelo Resistir onde não sei onde é que anda a propaganda.
    Podemos não concordar com tudo. Não concordei com a classificação do ataque de 7 de Outubro como “uma grande vitória do povo palestiniano” por saber que isso daria o pretexto perfeito a corja israelita para fazer o que está a fazer.
    Não concordo com o negacionismo total das alterações climáticas mas a verdade e que não temos de concordar com tudo.
    Se acharmos que precisamos disso acabamos por isolar nos de tudo e de todos.
    Se tivesse tido essa postura teria perdido além da saúde a amizade da tal pessoa que prezo porque estávamos em trincheiras opostas em relação a vacina.
    Claro que a vacina não nos vai extinguir mas a sorte pode acabar num dos reforços desta vida.
    Mas estamos cá para levar com aquela malta que parece que as avós tiveram tratos com Rasputine ou outro imune a venenos.
    Quanto a livros ia vomitando a primeira vez que vi nos escaparates do correio o livro do Albert Bourla sobre a sua corrida contra o tempo para conseguir “uma vacina que o mundo pudesse pagar”.
    O mesmo traste que disse não precisar de reforço porque tinha 57 anos e era saudável. Mas gente mais nova que isso foi pressionada, foi dar e correu mal.
    E interessante esse livro não ter provocado nenhuma indignação.
    Enfim, estamos cá para isso.
    Continuem com a mesma força, não tenham medo de divulgar coisas polémicas e que vão contra a carneirada apesar das desilusões que sempre surgem.

  10. O trabalho foi voluntário e a informação é vital para todos, até cito: “a verdade salva vidas”, mas quem quiser ler, então pague 30$ pelo livro na Amazon… que isto de salvar vidas não é de borla! É a nova modalidade do “voluntariado” assalariado…

    Vocês são tão crédulos que até dói.

    Steve Bannon, do Breitbart, site de Fake News de extrema-direita, condenado por várias fraudes, é apresentado como um dos organizadores, e mesmo assim os vossos alarmes não tocaram para pelo kenos vos fazer desconfiar desta treta.

    Muitos números lançados ao ar, acompanhados de jargão técnico/médico, mas sem qualquer análise séria, sem contexto, sem qualquer referência ao número de pessoas salvas pela vacina, mas vocês comem toda a treta como quem se lambuza com mousse de chocolate.

    Lá aparece a referência aos “médicos pela verdade”, coisa já mais que desacreditada, descredibilizada, mas vocês mesmo assim não desconfiam.

    E finalmente, só para dar um exemplo da forma como estes vendedores de banha da cobra misturam informações para manipular percepções, passao a citar e a desmontar:

    “a Dra. Walensky sabia sobre a letalidade da vacina quando deu sua entrevista coletiva dizendo às mulheres grávidas para tomarem a vacina, a Dra. Walensky renunciou.”

    Sim, a Dra. Walensky renunciou. Renunciou após o trabalho estar concluído e de forma a gozar o merecido descanso após meses a fio à beira do burnout (esgotamento profissional).
    Nada na sua renúncia teve qualquer ligação à alegada letalidade da vacina, como o artigo tenta insinuar de forma totalmente desonesta.

    Diz também que houve “quedas “substanciais” na taxa de natalidade ocorreram em 13 países – países da Europa, bem como Grã-Bretanha, Austrália e Taiwan – nove meses após a aplicação da vacina.”.
    Mas, onde estão esses dados? Porque é que os próprios colocam “substanciais” entre aspas? Porquê só em 13 países, se os restantes também receberam esta vacina?

    Vamos então a factos: a taxa de natalidade no Reino Unido em 2022 foi de 10.0%. Em 2019, antes desta vacina, tinha sido 10.7%. Realmente, só podiam escrever “substancial” entre aspas…
    Uma queda de 0.7 pontos percentuais. E nem sequer foi novidade. De 2012 para 2013, esta taxa de natalidade no Reino Unido caíu também 0.7 pontos percentuais, de 12.8% para 12.1%.
    Obviamente, se no texto de promoção do livro de 30$ falassem destes factos e os apresentassem de forma clara e intelectualmente honesta, depois não havia tanto palerma a comprar o livro…
    Por isso é que manipulam percepções e falam da queda “substancial” entre aspas, sem apresentar quaisquer dados.

    Enfim, olhem, quem acredita neste monte de estrume, a seguir vai começar a acrediter também em estórias de ovnis, de bruxas, de unicórnios, de terra plana, etc.

    Para evitar cair nestas aldrabices, basta um pouco de sentido critico, e uns meros segundos/minuto de pesquisa.
    Foi o que fiz. Estou vacinado contra vigaristas.

    Que tristeza ver isto na Estátua de Sal, que desilusão.
    Qualquer tentativa posterior de crítica merececida ao que se passou durante a pandemia Covid-19 rica em cheque, pois a credibilidade deste blog sobre este assunto ficou hoje morta e enterrada.
    E tanto haveria a discutir seriamente e com honestidade intelectual: a má actuação das autoridades, da histeria colectiva a meio da pandemia, do excesso de autoritarismo e restrições anti-democráticas, de corrupção nos contratos celebrados pelos burocratas da UE com estas farmacêuticas, da forma desonesta como se insinuou que a vacina prevenia o contágio, do erro que foi dar vacinas experimentais a crianças a quem a Covid-19 representava risco praticamente zero, a maluqueira das doses de reforço, e sim, o lobby corrupto da big pharma e a forma como as vacinas experimentais foram vendidas ao grande público, etc.

    Não se esqueçam, já agora, de aderir aos antivaxxers que estão a trazer para o Presente doenças mortais (facilmente prevenidas pelas vacinas) que pensávamos terem sido erradicadas.
    Faz lembrar a estória do autismo provocado pelas vacinas… quando gente ignorante lê coisas escritas por especialistas que estudaram décadas para saberem do que falam, dá asneira.
    É assim com ks números apresentados neste estudo. A certo ponto dá ideia que os países onde esta vacina da Pfizer foi distribuída, vão entrar em extinção a qualquer momento… Ele é mortes, abortos, provocação de esterilidade, quedas da natalidade, etc, um autêntico fim do mundo.
    Mas depois olha-se para a realidade e, obviamente, nada disso se confirma.

    PS: que o site Resistir, alegadamente de Esquerda simpatizante do Comunismo, se ponha a repetir alarvidades do Steven Bannon do Breitbart, diz-me tudo o que tenho de saber sobre o Resistir. Já há muito que os tinha deixado de visitar devido à publicação de falsidades e artigos de propaganda completamente tresloucados. Isto não é apenas um lapso na verificação das fontes, nem uma mera apresentação sensacionalista de factos reais, isto é bem pior.

  11. Obrigada pela empatia.
    Eu passei pelas duas situações.
    Comecei por acreditar na vacina, ou melhor, quase.
    Quando a fui dar, no Verão de 2021, ainda não tinha conseguido implantar se a unanimidade total na imprensa. Pelo que havia algumas notícias sobre gente vítima de derrames súbitos e morte após dar as vacinas.
    Mas o que e certo e que sempre de referia que eram casos muito raros.
    Pelo que a ideia era de que se não me sai o milhão no Euromilhões também não me vai sair a fava do efeito adverso.
    E se me sair nem vou ter tempo para me arrepender. Se não sair fico protegido de uma doença que me pode correr ainda pior se for parar a um hospital como não vacinado.
    Por essa altura os verdadeiros discursos de ódio contra quem não se queria vacinar eram mais que muitos.
    Foi o colar de todas as dúvidas ao fascismo que me fez resolver a tomar aquilo.
    Outros, que nada tinham de fascista, não foram vacinar se e ouviram de tudo.
    Um meu amigo ouviu que se adoecesse não devia ser tratado e devia ser deixado morrer como um cão.
    Sendo dono de uma loja era interpelado por clientes que lhe perguntaram se estava vacinado. Acabou por forjar um certificado.
    Por mim estive me sempre nas tintas para quem se vacinava ou não. Acredito na liberdade.
    Quando, menos de seis meses volvidos,viveram com a conversa de que afinal a tecnologia milagrosa precisava de reforço foi a minha vez de ler e ouvir de tudo.
    Um colega teve a pouca vergonha de me perguntar se também era Bolsonaro. E de me dizer que quem não se protegesse era capaz de ter azar.
    Tive de lhe dizer que fosse desejar a morte nos cuidados intensivos a senhora mal comportada que o desovou.
    A lavagem ao cérebro foi tão forte que tive uma pessoa amiga a dizer, quando lhe disse que tinha francamente medo de morrer se fosse dar o reforço, “temos de morrer de alguma coisa”. Como se fosse normal morrermos em nome de uma suposta proteção contra uma doença.
    Tive de lhe dizer que era melhor parar por aí pois que não queria perder um amigo por causa de uma vacina de que ainda sentia os efeitos perniciosos.
    Compreendo hoje que aquela pessoa tinha uma necessidade desesperada de acreditar. Estava na Alemanha e se não desse o reforço perdia o emprego.
    O resultado foi anemia perniciosa e um monte de tolerâncias alimentares, nomeadamente ao glúten. Uma criatura a quem nada fazia mal.
    Eu vivi as duas situações e passei de bestial a besta, como os treinadores de futebol.
    Mas sobrevivi, coisa que não aconteceu com outros.
    Que sofreram mortes agonizantes.
    Como um obeso activo, que também os há, antigo jogador de rugby e forte como um touro. A quem nunca chegava o frio mesmo nas rigorosas manhãs de Inverno do interior do país. Toda a gente o conhecia por andar de manga curta como se nada fosse com ele quando a geada tingia os campos de branco e uma caoa de gelo cobria carros estacionados. Em resumo, havia ali forte coração.
    A obesidade tornou o prioritário e em pouco mais de um ano foi uma sucessão de problemas cardíacos e definhamento. Quando morreu estava pouco melhor que o Rei Hussein da Jordania nos seus dias finais.
    Gente que nunca esquecerei e por isso ainda me surpreendem defesas apaixonadas da vacina.
    E verdade que nos últimos tempos comento por aqui quase todos os dias. Mas durante anos segui o blogue sem comentar nada.
    Por isso acho surpreendente que alguém que nunca comentou, com tantos textos sobre tantos temas que por aqui passam, tenha tido necessidade de comentar para afundar os detractores da vacina.
    Daí uma resposta azeda.
    Todos os que estamos vivos nunca veremos ser preso quem nos fez isto.
    Mas eu já nem desejo nada disso. Só desejo e que não nos façam isto outra vez.
    Ainda me arrepio quando me lembro de quantos pediam que a coisa se tornasse obrigatória na União Europeia.
    Cheguei a ter pesadelos a pensar que teria de fugir. Foi um tempo horrível que não quero voltar a viver.
    Quanto aos vacineiros, fiquem com a bicicleta. E vão ver se o mar da megalodonte.

  12. Minha querida senhora. Se a tua avó teve alguma coisa com Rasputine ou qualquer outro imune a venenos ainda bem para ti.
    Vai ver se o mar da tubarão branco cheio de larica tu e as tuas acusações de teorias da conspiração.
    Foi o colar de todas as dúvidas sobre essa porcaria ao fascismo que fez gente como eu ir dar a dita e, em consequência, ver a morte pela frente com enxada e tudo.
    E que fez gente que prezava ir dar e ver mesmo a morte.
    Gente de que me lembro todos os dias, gente que ainda poderia ca estar e já não está.
    Por detrás das estatísticas esta gente de carne e osso, gente que sofreu, gente que morreu, gente que ainda sofre com sequelas.
    Gente que, em países como a Alemanha se viu obrigado a dar quatro doses da porcaria para não perder o emprego e mesmo assim o perdeu porque ficou impossibilitado de trabalhar.
    Tu não deves e ver nada para além do teu umbigo e por isso te estás nas tintas para jovens que foram encontrados mortos de morte súbita, perto de onde vivo foram dois, gente que apanhou cancros em sitios estranhos, ou um desgraçado que lhe pararam os rins com as primeiras doses, foi pressionado a dar reforço quando fazia hemodiálise e aí foi levado pelos tais coágulos sanguíneos.
    És livre de pensar o que quiseres mas um pouco de respeito não faz mal nenhum.

  13. Este não é o primeiro livro a respeito. Já houve vários anteriores. Um deles é o de Robert F. Kennedy Jr., “The Real Anthony Fauci: Bill Gates, Big Pharma, and the Global War on the Democracy and Public Health”, publicado em 2021. Ele pode ser descarregado aqui: https://resistir.info/livros/o_verdadeiro_fauci.pdf
    Além disso, há também o livro do Prof. Didier Raoult, “Carnets de guerre”, o qual pode ser descarregado em https://resistir.info/livros/carnets_de_guerre_covid_19.pdf

  14. O Covid não era o vírus mortal que nos ia matar a todos? Não devíamos estar todos fechados para nos salvarmos?

    Os factos estão aí, não temos outra escolha senão acordar . A política e as nossas instituições já não podem fazer nada por nós, infelizmente …

    A Covid para mim foi uma revelação.
    Mesmo as pessoas mais sensatas, educadas e cultas que conheço adoptaram uma atitude de medo, com o maior receio de perderem o que têm. Para alguns, a sua fortuna, para outros, a sua notoriedade quando não é o seu lugar. Em vez de nos mostrarmos solidários, temos de refletir e usar o nosso bom senso.

    Tudo isto, apesar de tudo, é muito humano e absolutamente legítimo.

    É por isso que o impasse está a apertar… temos de nos apoiar uns nos outros, mantendo-nos vigilantes em relação ao nosso vizinho que, num acontecimento incontrolável como a covid, pode tornar-se o traidor e denunciar-nos, mesmo que seja uma pessoa muito simpática.

    É engraçado, no início éramos alimentados com tudo isto de manhã, à tarde e à noite e, de repente, nada, nada! O vírus (mediático) já não existe, ou pelo menos já não é útil.

    Mas o mais espantoso é que, por um lado, era tão perigoso que justificava a imposição de medidas X, Y e Z sem justificação, incluindo o torpedeamento total da economia e da vida social.

    Agora, de repente, tornou-se tão pouco importante que já não temos qualquer razão para encontrar as suas origens ou para escrutinar a gestão calamitosa de toda esta sequência.

    É espantoso, não é?

    • Teorias da conspiração que têm 2 criaturas envolvidas no “grande esclarecimento”: o fascista Steve Bannon e a rainha das teorias da conspiração Dra. Naomi Wolf. Fica tudo mais claro, não é verdade?

    • Não, não fica mais claro. O facto de algum fascista dizer algo correto não faz com que esse algo se torne errado. Os argumentos têm de ser desmontados em si mesmos, independentemente de quem os diz. Além disso, a questão em causa é transversal: tanto à esquerda como à direita podemos encontrar quem denuncia a fraude da pandemia. Esta, na minha opinião, foi o maior experimento de controle social já alguma vez efectuado na história da humanidade.

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