Feliz Ano Novo

(Estátua de Sal, 30/12/2023)

Para todos os que me lêem e seguem aqui ficam também os meus votos de Bom Ano Novo. E, se não for pedir muito às divindades, melhor um pouco do que 2023. Pelo menos, tenhamos essa luz e essa esperança.

Deixo-vos abaixo um notável texto de Carlos Drummond de Andrade, sobre o Ano Novo, escrito há alguns anos mas que, hoje, com a guerra na Europa à nossa porta e o massacre em curso em Gaza, tem uma redobrada acuidade.

(Estátua de Sal, 30/12/2023)


Carlos Drummond de Andrade, “Receita de Ano Novo”. Editora Record. 2008


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11 pensamentos sobre “Feliz Ano Novo

  1. Desejos de um bom ano novo não vou formulá-los. Todos sabemos que o que entra será pior do que o que sai e teremos sorte se não for o último! Assim, enquanto não formos todos consumidos por um dilúvio de fogo e cogumelos laranja, prefiro desejar a todos os benditos hereges que frequentam esta botica um bom e funcional ânus novo, para continuar a cagar abundantemente na criadagem e no resto da sacanagem. Saravá!

  2. Do mesmo mal me queixo eu, comecei a desligar por volta de 2009 quando apareciam aqueles comentadores a acusar nos de viver acima das possibilidades e a dizer que mereciamos as 10 pragas do Egipto porque ninguém trabalhava nem queria trabalhar.
    Eu por essa altura tinha o mesmo carro que tenho hoje, que faz este ano 21 anos, e fazia todos os dias 100 quilómetros para ir trabalhar, por uma estrada que no Verão bate uns 40 graus a sombra as cinco da tarde e a malta parece que emigrou para a Líbia.
    Mas ali estavam aqueles comentadores a dizer que eu recebia ordenado a mais da conta sem fazer nenhum, que devíamos meter três famílias numa casa e havia até quem receitasse bifes de casca de banana. Alguns desses patifes, como o António Borges é o Medina Carreira já estão no Inferno onde recentemente se lhes juntou aquele cadeirante assassino do Schauble que pos malta na Grécia a recuperar receitas do tempo da ocupação nazi. E também aí correram fake news com fartura.
    Por isso por essa altura comecei a encontrar este site e outros a bem da minha sanidade mental porque andarmos a ver coisas que, sabemos que são aldrabice e no mínimo frustrante.
    Espero que tenha sorte no seu regresso até porque tenho muito medo do que esta gente possa fazer a 10 de Março. Até me arrepio ante a ideia de ter como primeiro ministro o choco que um dia disse que a vida das pessoas não estava melhor mas o país estava melhor, a boleia daqueles que diziam que o país era como uma empresa. Pelo que quem estava a mais tinha de emigrar e tudo se resolvia. É claro que eles nunca se contavam entre os que estavam a mais. A ver vamos.

  3. Caríssima Estátua de Sal. Quero, antes do mais, agradecer a ideia da criação deste blog por Vós, onde muitos comentadores que muito prezo, uns mais que outros, escrevem, pois desde há muito tempo que não suporto ver os noticiários dos principais canais generalistas que passam na TvCabo de Angola, país onde por enquanto ainda vivo. Sou português emigrado, mas penso que só por mais um pouco de tempo. Não acredito em qualquer notícia que ouça/assista nesses canais, pois sinto e sei ser tudo praticamente “manipulado” e até, em muitos casos ligados à “barbárie” dos conflitos actuais, completamente enganosas. Na Net, também, da mesma forma controlada (Google/Bing/Microsoft/Apple), 95% das notícias tipo “short” ou é tipo “Big Brother” sobre as vidas dos outros (famosos ou ainda não) que nada me interessam, ou sobre políticas nacionais e mundiais, como atrás disse, também escolhidas e manipuladas. Portanto minha Querida “Estátua de Sal”, vou sabendo do mundo e de Portugal, só e unicamente, pelo Vosso blog que também reencaminho para pessoas amigas. Acredito e preso a “Liberdade” e é por aqui o caminho que sei também serem acérrimos defensores. Quero quando voltar a Portugal e me seja possível, contribuir financeiramente para a Vossa continuação no mesmo timbre e filosofia de verdade, pois aqui é impossível para mim efectuar essa transação via electrónica. Obrigado, um bom ano e até sempre juntos… Abraço. João Tavares

  4. Neste início de 2024 só quero agradecer o vosso trabalho e a vossa companhia e desejar
    que possam continuar a marcar presença como voz alternativa.

  5. Feliz 2024 para todos! Sabendo bem que só será feliz para alguns, os mal intencionados e privilegiados para quem este Mundo está desenhado, e os que, sendo decentes, arranjaram como forma de lidar com isto o fecho dos seus olhos perante a injustiça e desigualdade. O que os olhos não vêem, o coração não sente, já diz o ditado. Pois eu não nasci assim. Sei que 4 milhões e meio de portugueses estão na pobreza eais uns quantos milhões pouco acima dela estão. E sei quem são os culpados. Vão de x em x anos colocar uma cruz em quem os iludd e vai para o poder f*der os restantes.

    E noutros casos nem precisam de votos. É assim na €Uroditadura, e a catástrofe já vinha sendo desenhada desde os tempos de Delors.
    Portugal, após quase 50 anos de morte progressiva do 25-Abril e sem um único dia de luto nem sequer para Maia nem Otelo, vai obedecer a uma decisão da Comissão para decretar um dia de luto para um dos assassinos do que restava de soberania, democracia, independência, e meios de resistência à agressão NeoLiberal-Fascista contra os povos Europeus. Fica tudo dito sobre o estado a que o regime chegou outra vez, do ponto de vista económico e monetário.

    A este propósito, recomendo esta leitura:
    https://unherd.com/2023/12/jacques-delors-destroyed-the-european-left/

    “By the time the Delors Commission came to an end, in 1995, much of the groundwork for the techno-authoritarian and anti-democratic juggernaut that the EU would later become was laid — and, to a large degree, we have Delors, a French Socialist, to thank for that.”

    O que me leva à pergunta que faço a Francisco Louçã: está feliz exatamente com o quê? Ganhe quem ganhar, Portugal já tem o destino traçado. Ou governam lá traidores rosa ou os traidores laranja, ou é NeoLiberalismo turbinado ou sob esteróides. Os 4% do BE já não servem para nada. E o PCP está a morrer ainda mais depressa que o resto do país e, sinceramente, por muito decente que o partido seja e diga coisas certas sobre a geopolítica e seja um acérrimo resistente contra a loucura NeoCon, também não ganhávamos nada se o PCP estivesse a crescer, pois o modelo comunista que defendem, já nem a China o segue.

    Toda a gente conhece a data 1143, caso contrário não é bom português, como se diz. Mas parece que ninguém sabe exatamente o que significa a data 2023. Uma dica: é a data em que 1143 deixou de ter qualquer significado. Acabou. A nação portuguesa já não existe. A bandeira só serve para enfeitar o círculo de bandeiras dos idiotazinhos da NATO e da €Uroditadura, e o hino é aquela coisa que alguns cantam antes de verem o violador de Laz Vegas a dar pontapés numa bola. As eleições (a farsa) serão em Março, mas o resultado já é conhecido: 90% já perderam mas vão discutir muito se ganham os laranjas ou rosas ou outros ou se “são todos iguais”, 9% (classes média-alta privilegiadas e presstitutas) acham que ganham se ajudarem os 1% a derrotar os 90%, e os 1% (a facharia oligarca em Portugal) ganham de facto, mas só dentro de fronteiras e só enquanto prestarem vassalagem aos 1% vindos de certas paragens onde se fala muito em inglês…

    Feliz 2024 para todos? Não. Só para alguns. Não posso desejar felicidades aos pró-€Uroditadura e anti-soberanistas, aos Pinochetistas do NeoLiberal-Fascismo e da austeridade permanente e desigualdade crescente, os criminosos do NeoCon-imperialismo genocida, aos apoiantes de UkraNazis e de naZionistas, aos fazedores de FakeNews e propaganda e manipulação. Nem sequer a quem acha que é uma perda de tempo ir em busca da informação e prefere antes ficar entretido com a novela, a bola, o reality putedo show, a rede social, etc.
    Aqui, desejo só feliz 2024 à Estátua De Sal e a meia dúzia de comentadores e leitores que têm realmente valores humanos, independentemente das diferenças de opinião que possam existir nos mais diversos assuntos.

    Feliz 2024 para quem merece!

  6. O ano 2024 será o ano do transhumanismo,um tema muito perigoso que ninguém aborda,ams que acompanho com muita frequência..

    “O transhumanismo é uma forma de nazismo como qualquer outra…. por uma razão simples: é a negação das diferenças humanas e da diversidade genética em favor de um ser humano melhorado”.

    O transhumanismo terá em breve os meios para mudar os seres humanos através da eugenia faustiana.

    O Grande reset é o transhumanismo, a inteligência artificial, a robotização e a identidade digital… por isso, quer seja sob o pretexto da saúde ou das alterações climáticas, vamos devorá-lo, isso é claro, mas este plano não é de forma alguma benéfico ou benevolente, não há felicidade nele, em termos concretos, os humanos serão substituídos por robôs que serão capazes de nos monitorizar, de nos examinar ou mesmo de nos abater, como já acontece com os drones.

    Mas na lógica ultra-liberal e transhumanista, o destino dos humanos já está traçado: uma variável de ajustamento que se tornou inútil, incómoda e difícil de controlar… a regular rapidamente… portanto, os sistema.

    O transhumanismo é o resultado da progressão da inteligência do humano nada de surpreendente, que continuará a progredir, é o que satélites em torno desta progressão do conhecimento que coloca um problema, um estado profundo
    que, ao investir na inteligência do ser humano, a monopoliza em objectivos destrutivos, que poderiam, em última análise, ser os destruidores da humanidade.

    O meu ponto de vista é que uma certa casta, poderosa, dominante, usará a IA da mesma forma.
    “o homem aumentado”, certamente.
    O aumento do poder e do controlo para alguns, mas a diminuição das liberdades para todos os outros.

    Este é o impacto da tecnologia, por isso não se trata de enfatizar a escravidão, já somos escravos da organização social, mas de ver o que as máquinas destroem no facto de serem humanas. Poderíamos também dizer que as redes sociais podem ser um factor de ódio (o inferno são os outros). Esse é o problema, o impacto da tecnicidade na relação do ser humano com o mundo e com os seus semelhantes.

    Tenho realmente muito respeito por todos aqueles que foram capazes de fazer avançar a humanidade. A nível da saúde, sobre as vantagens deslumbrantes das novas tecnologias, entre outras…
    (Falo com pleno conhecimento dos factos. Investigação e cuidados prestados In-extremis. Memórias indeléveis).
    Apesar de tudo, continuo a dizer que há limites a não ultrapassar.

    Segundo uma certa lógica, o transhumanismo é a robotização da sociedade através da tecnologia da inteligência artificial e da hipersofisticação das tecnologias da informação.

    De acordo com a nossa percepção, há um desfile, e este desfile permite livrar a mente desses condicionamentos para superá-los e depois relativizá-los na vida cotidiana.

    O perigo , é que o homem perca o controlo da bússola interna que guia a sua intuição e que os outros pensem por ele a sua vida criando condicionamentos de tipo compulsivo.

    Com efeito, a inteligência pura (incondicionada) do ser humano e a infinidade das suas possibilidades ainda não foram realmente exploradas e nunca serão completamente exploradas segundo nós.

    No entanto, é possível, com toda a simplicidade, encontrar o que faz do homem o que ele é. Um ser dotado de conhecimento que vai muito além de tudo o que a tecnocracia pretende fazer connosco.

    A questão levantada para mim por este transhumanismo que algumas pessoas sonham é que o mundo que querem não é desejável!

    Os wokistas (os despertos) estão a preparar a era do transhumanismo. Dito Assim, é melhor pensar na ideologia de gênero (ou não-gênero)…

    O transhumanismo é uma forma liberal e capitalista de Eugenia, enquanto o pós-humanismo é uma forma especulativa de darwinismo.

    A semelhança entre a eugenia Nazi e o transhumanismo existe, no entanto, é uma questão de criar uma raça superior.
    – Superior em longevidade.
    – Superior em força.
    – Superior em capacidades em comparação com a norma humana natural.

    O homem transhumanista pertencerá à empresa e nunca mais terá a liberdade de deixar o sistema do qual será eternamente dependente.

    Este mundo é doentio, tudo é burlado, manipulado e programado.

    Um assunto que gostava que fosse mais debatido porque tem muito haver com os grandes problemas mundiais que estamos a passar.

    De resto,tudo de bom para todos,e nunca se esqueçam:é tarde demais,por isso chegou a hora de antecipar..

  7. Claro, que não vou falar de coisas boas,não tenho medo,nem vivo num mundo de ilusão.

    3 palavras: Ordos Ab Caos.

    As consequências das sanções são evidentes: a China, a Índia e a Rússia estão em alta. Com os países da OPEP+ a limitarem a produção de petróleo para fazer subir os preços…
    A UE e os EUA estão a caminhar para o caos económico e social.

    2024 vai ser muito pior do que 2023, por isso estou ansioso por ver como o governo eleito vai lidar com a situação:
    -A UE está a transformar-se num país e Portugal está a tornar-se uma província europeia.
    -A insegurança está a piorar cada vez mais, quantas mais mortes ?
    -Não tenho a certeza de que o país não vai ter uma revolução.
    -Aumento dos preços de bens e consumo é uma realidade,como a energia..
    -A inflação vai continuar… A inflação é como um tubo de pasta de dentes.
    -Haverá outra pandemia?

    É certo que, ao dispensar uma grande parte da carga fiscal por populismo, e ao oferecer todos os anos milhares de milhões sem compensação a industriais que nem sequer pagam os seus impostos em Portugal, acabamos com os bolsos vazios! E, no entanto, esta é uma grande parte da garantia da dívida Portuguesa. É disso que as agências de notação gostam tanto e que nos permite emitir dívida sem ficarmos completamente falidos. Não falham um único truque, e hesitamos em atribuir a culpa à estupidez, à traição ou à corrupção. Para além de estar ansioso por saber o que é que esta gente vai fazer a seguir (ainda faltam 3 anos para a 3° guerra mundial!)

    A Ucrânia, que se encontra em grandes dificuldades, está (lenta mas seguramente!) a perder o apoio do Ocidente. No Ocidente, os meios de comunicação social e os políticos queriam que os ocidentais acreditassem que a guerra ucraniana contra a Rússia terminaria rapidamente. Até agora, não houve vitória nem colapso do regime de Moscovo.
    Um antigo embaixador nos Estados Unidos e na Rússia diz que o tabu foi finalmente levantado: não só a opinião pública começa a cansar-se deste conflito e do custo para os americanos e europeus de apoiarem uma guerra que foram levados a acreditar que era deles; mas hoje, nos meios de comunicação social e entre alguns especialistas russos, há um sentimento de um possível colapso dos ucranianos, que estão a ser mantidos artificialmente à distância pelo Ocidente. Até há três meses, dizer isto fazia com que as pessoas parecessem pró-Putin. Já não é esse o caso.

    Tentou-se tudo, mas a Rússia e os seus aliados resistiram largamente. Esta é, sem dúvida, uma forma de vitória para o Sul Global: a arrogância ocidental e a certeza de sermos os mais fortes trabalharam contra nós.

    A América, “nossa amiga”, tem energia, petróleo, gás (que nos vende a um preço elevado!), matérias-primas, substitui-nos (com habilidade!) em África, os “felizes vassalos”… os seguem. Mas sem energia e sem matérias-primas!

    Qual será o resultado, para Portugal, deste seguimento?

    No Médio Oriente, a desconfiança em relação aos ocidentais e aos americanos não pára de crescer. O ciclo de retiradas americanas da Ásia Central e do Médio Oriente foi o ponto de partida para o reforço da presença da China, nomeadamente no Afeganistão, e da Rússia na Síria. O Qatar, os Emirados Árabes Unidos, a Rússia e a China tentam obter um cessar-fogo, enquanto Washington utiliza o seu veto nas Nações Unidas para permitir que Israel deixe de atacar civis em Gaza. Existe agora uma frente de recusa contra Israel e a favor dos palestinianos, enfraquecendo a posição dos Estados Unidos, que ficarão cada vez mais isolados no futuro.

    Já não se esconde nada,é assumido,a guerra é contra o povo,e o ano 2024 será a chave para todos os nossos males.

    Será este o fim do domínio ocidental sobre o resto do mundo.

    O autoritarismo neoliberal domina o mundo. As próprias ditas democracias são cada vez mais “autoritárias”. Todos os governos não passam de executores das ordens do “Mercado”.

    A minha observação é a seguinte.
    A democracia morreu há muito tempo.
    Temos uma democracia utópica.
    Na realidade, temos uma aristocracia empresarial.
    Alguns diriam que é uma oligarquia.
    Mas em todos os casos os políticos são vassalos das corporações.
    A maioria dos políticos é pré-selecionada para dar a ilusão de escolha.
    Cada vez mais países estão a questionar a integridade das eleições.

    A democracia baseia-se em 3 princípios.
    1-Meios de comunicação social independentes
    2-Um governo ou classe política para o povo.
    3-Os partidos da oposição como contrapeso aos partidos no poder.

    Estes 3 princípios são constantemente violados ou não são respeitados.

    Porque a grande maioria dos media promove a narrativa+agenda e os interesses dos seus patrocinadores.
    A verdade é apenas uma opção, não uma prioridade.

    Quanto à classe dirigente, são vassalos das corporações e estão fora de contacto com a classe média e os pobres.
    E para acrescentar insulto à injúria, iniciaram um processo de restrição de direitos e de aumento do controlo sobre os cidadãos. Para não falar da crescente censura. Temos o início de um regime totalitário em pleno desenvolvimento.
    (Convido-vos a rever a história dos regimes autoritários e a forma como se desenvolveram).
    Há muitos assuntos na esfera pública que já não podem ser discutidos a não ser que se adira à narrativa autorizada (como um pequeno culto).

    Por último, os partidos da oposição são muitas vezes cúmplices do partido no poder e, quando chegam ao poder, verificamos que não há grande diferença na forma como governam.
    É como comer a mesma salada mas com um molho diferente.

    Cada vez mais pessoas se apercebem deste triste facto.
    Estão desiludidas com a política e já não confiam nos políticos nem nos media.
    A base de todos os sistemas socioeconómicos e políticos é a confiança.

    Aqui estamos nós, EUA + Europa, entre a aliança com o maior PIB do mundo, a maior riqueza per capita, as maiores forças militares do mundo, e algumas pessoas olham para isto e pensam “hei, já não podemos dominar militarmente 100% do mundo, já não temos 100% do planeta na palma das nossas mãos, não será isto literalmente o fim das nossas sociedades?

    O poder do exército chinês está a tornar-se um verdadeiro motivo de preocupação, especialmente a velocidade com que se desenvolveu nos últimos 10 anos.

    Se as “democracias” não se transformassem em democracias ou mesmo em totalitarismo globalista (censura, política de saúde, wokismo, demolição da soberania, das fronteiras, da família, da coesão demográfica, etc.), talvez tivéssemos mais vontade de as defender.

    O ano 2024 vai-nos indicar melhor o caminho para onde nos vai levar…

    Democracia = cada um por si … é por isso que as democracias vão morrer …

    Mais cedo ou mais tarde, teremos de aceitar a ideia de que os países ocidentais são fracos porque não têm a coragem de defender os seus valores e as suas leis. Além disso, será que podemos falar de democracia num país quando a Comissão Europeia se recusa a comunicar cópias dos contratos gigantescos assinados com os laboratórios farmacêuticos?

    Os países ocidentais vão ter de ganhar juízo. Precisamos de administrações imparciais e objectivas, que respeitem as leis e os valores das pessoas, prestando aos portugueses os serviços de qualidade que pagam com os seus impostos.
    Por outras palavras, as democracias ocidentais têm de recuperar a coragem de serem democracias.

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