Presidenciais – explicações simples

(Isabel Moreira, in Expresso Diário, 24/09/2020)

As eleições presidenciais são especialmente simbólicas, ouvi. É verdade. É por isso que escrevi o que escrevi quando decidi dar o meu apoio ao candidato do PCP, João Ferreira. A explicação que dei não tem leituras escondidas ou agendas ocultas. É simples. É o que ali está. Ainda assim houve quem mostrasse perplexidade, como se a consistência do meu trabalho parlamentar em matéria de justiça – com menos visibilidade, como se compreende, do que o trabalho relativo à igualdade – não suportasse positivamente a justificação que avancei.

Para além da minha preocupação permanente com a qualidade da democracia e, por isso, com o papel fundamental que atribuo ao PCP na inviabilização de movimentos inorgânicos e populistas, a questão da justiça é, insisto, fundamental.

Não há, certamente, donos da palavra populismo e é uma paródia distrairmo-nos neste momento histórico com truques retóricos que querem caricaturar quem justamente se preocupa. É evidente que se deve falar de corrupção, é evidente que se deve combater a corrupção, mas o que é também evidente é que já não nos livramos de um clima antipolíticos sabiamente criado paredes meias com a falsa ideia de que nunca houve tanta corrupção como agora. É assim que a voz popular grita que não há leis nem meios e que os malandros dos políticos são responsáveis pelos casos investigados.

No meio deste caldo infernal e pronto para minar o Estado de direito, há várias posturas possíveis. Há os “democratas-ponto-final”, os que não fazem contas às eleições. São os que só prestam contas à Constituição, à presunção de inocência, à reserva da vida privada, à proibição da inversão do ónus da prova e que, por isso, mesmo na lama com um porco, não glorificam os hackers mediatizados, dizem não às delações premiadas ou ao enriquecimento ilícito.

Depois há os “democratas-atenção-eleições” que apresentam projetos de lei para dar de comer à febre populista em curso (PSD, CDS e BE já o fizeram), gozando do conforto de quem defende ferverosamente o combate à corrupção nesses termos, sacrificando pela luta, portanto, o Estado de direito. E não, não vale dizer que a coisa é boa porque é feita em nome da democracia.

Se há Partido que nunca vacila nestas matérias e que, ao lado do PS, tem enfrentado muito populismo, é o PCP.

As eleições presidenciais são muito simbólicas, ouvi. Pois são.

Sei do que tenho feito em matéria de justiça e de Estado de Direito.

De democracia, portanto.

É por isso que estou com João Ferreira.


11 pensamentos sobre “Presidenciais – explicações simples

  1. Pois, ainda não vai há muito tempo que um governo do PS foi arrumado, com uma “santa aliança ” do PCP com toda a direita.
    Há gente que tem memória curta !
    Será que esta deputada vai aparecer novamente nas listas do PS ?

    • Como se sabe, o PEC era uma proposta de esquerda fundamentalmente diferente da austeridade. Tinha sorrisos e mais promessas vazias, afinal.

  2. Ui?

    Nota. Pois. eu bem que dizia ontem: «Há um padrão geracional no largo do Rato: o drink da Graça Fonseca cuja leveza é imbatível, os robots caçadores do discurso do ódio inventados pela Mariana Vieira da Silva, os implantes mamários da moça da JS, a prosa do LGBTIsmo da Isabel Moreira ao serviço de um pensamento oco, agora a Medeiros…», o que a Isabelinha acha tem tanta importância que só é comparável a… si.

    _____

    Entretanto, o tipo escreveu no Aspirina B mais uma patifaria ad hominen contra o RAP, mas parece que não gostou da singeleza do comentário deste/a gajo/a…

    Pomba Branca
    25 DE SETEMBRO DE 2020 ÀS 13:45
    Valupi isto agora anda tudo ao contrário: a terra no seu movimento de rotação umas vezes anda para a esquerda e, outras, anda para a direita decadente.

    Quando anda para a esquerda do PS o sol brilhará para todos nós, que sois vós os escolhidos, quando anda para a direita o sol só brilhará para vosotros se fôr na justa direcção do PS e assim já não é decadente.

    BE e PCP, CGTP e UGT, Ana Gomes e Marisa Matias, Pedro Nuno Santos (?) são dinossáurios mais mortos do que vivos, uns comunas sectários cujos antepassados andaram pela Lourinhã; PSD, Rui Rio, CDS, Paulo Portas, e Chega, a Joana Marques Vidal e o Carlos Alexandre, o Tribunal de Contas, Cavaco Silva, Pedro Passos Coelho, o Rui Moreira que nos papou a invicta, o JMT, LPN e o RAP, são ignóbeis fascistas. Iniciativa Liberal e PAN são demasiado modernos, não interessam, e não por acaso já nasceram depois do big bang. Salvam-se à vontadinha entre os vivaços, é claro, o Grande José Sócrates, o Pedro Silva Pereira, o Azeredo Lopes, o Arons de Carvalho, o Armando Vara, o António Vitorino, o Jorge Coelho, o Rui Rangel, o chefe António Costa, o Fernando Medina, a Hortense Martins, o Luís Correia, a Ana Catarina Mendes, a Mariana Vieira da Silva, a Inês de Medeiros e, vá lá, o primo Basílio do combate à pandemia.

    29.09.20

    Li este naco e parece-me que o que o JMT quis fazer seria uma espécie de parábola sobre os três poderes clássicos em Portugal: executivo, Sócrates; legislativo, um grupo de deputados usando máscaras do Ricardo Salgado; e judicial, o Rui Rangel e a mãe do seu filho.

    O magno problema reside nos dois primeiros poderes: em palco tens um vulto negro representando o José Sócrates que desempenhou, em tempos diferentes é verdade, ambas as funções (apenas tendo sido enjaulado com os perfumes de Paris); e, em especial, na singular posição do maestro Ricardo Salgado que, não desempenhando nenhum, tinha nos deputados e governantes do PSD, PS e CDS os seus bonecos de corda… Ora, até agora, que me recorde, não surgiu nenhum caso de captura do poder judicial pelo titular da dinastia Espírito Santo pelo que, se assim tivesse acontecido, o DDT faria o pleno (ao executivo e legislativo, que cabem perfeitamente na tal porta-giratória justamente consagrada, acrescentar-se-á ainda o quinto poder vulgo o da máquina mediática).

    • Opinião
      As três chagas da democracia portuguesa

      Se a corrupção atinge em simultâneo a cúpula da política, da banca e da justiça é porque o sistema permite e incentiva a corrupção. Se não fossem estes, seriam outros. E, muito provavelmente, já estão a ser outros, neste preciso momento.

      24 de Setembro de 2020, 0:01

      A acusação ao ex-primeiro-ministro José Sócrates, no âmbito da Operação Marquês, em Outubro de 2017; a acusação ao ex-banqueiro Ricardo Salgado, no âmbito do caso BES, em Julho de 2020; e a acusação ao ex-juiz Rui Rangel (e outros juízes do Tribunal da Relação de Lisboa), no âmbito da Operação Lex, em Setembro de 2020, compõem o triunvirato de acusações mais importantes da história da democracia portuguesa, e são, à sua maneira, o culminar da falência moral e política do regime.

      […]

      https://www.publico.pt/2020/09/24/opiniao/opiniao/tres-chagas-democracia-portuguesa-1932652

    • Isabel Moreira,Valupi e Vasco M. Barreto a mesma luta!

      Pomba Branca
      28 DE SETEMBRO DE 2020 ÀS 12:59
      … ainda do tal Ventura que apenas tem de acelerar na autoestrada da pulhice que a indústria da calúnia foi construindo desde 2004 por causa de um certo Sócrates., cito.

      Valupi tens razão hoje mais do que ontem: sempre em cima da jogada, o c. do José Sócrates m. caçado na Operação Marquês, ou o cabrão do J. S. mentiroso se ferir menos os teus delicados acústicos, é que é o verdadeiro pai da persona do surpreendente André Ventura o do Chega… Uff!, como viste não custou nada admitires mais esta verdade (a troupe do Aspirina B é que não percebeu nadinha desta subtileza literária, as usual). Vais ver que ainda acabas a dizer que, afinal, votaste no João Ferreira mas que, a princípio, estavas indeciso na escolha do Tino de Rans e na Marisa Matias… Mas o Tino é melhor que o RAP, concordo, qu’isto da política pós-2011 é só RIR!

      Pomba Branca
      25 DE SETEMBRO DE 2020 ÀS 13:45
      Valupi isto agora anda tudo ao contrário: a terra no seu movimento de rotação umas vezes anda para a esquerda e, outras, anda para a direita decadente.

      Quando anda para a esquerda do PS o sol brilhará para todos nós, que sois vós os escolhidos, quando anda para a direita o sol só brilhará para vosotros se fôr na justa direcção do PS e assim já não é decadente.

      BE e PCP, CGTP e UGT, Ana Gomes e Marisa Matias, Pedro Nuno Santos (?) são dinossáurios mais mortos do que vivos, uns comunas sectários cujos antepassados andaram pela Lourinhã; PSD, Rui Rio, CDS, Paulo Portas, e Chega, a Joana Marques Vidal e o Carlos Alexandre, o Tribunal de Contas, Cavaco Silva, Pedro Passos Coelho, o Rui Moreira que nos papou a invicta , o JMT, LPN e o RAP, são ignóbeis fascistas. Iniciativa Liberal e PAN são demasiado modernos, não interessam, e não por acaso já nasceram depois do big bang. Salvam-se à vontadinha entre os vivaços, é claro, o Grande José Sócrates, o Pedro Silva Pereira, o Azeredo Lopes, o Arons de Carvalho, o Armando Vara, o António Vitorino, o Jorge Coelho, o Rui Rangel, o chefe António Costa, o Fernando Medina, a Hortense Martins, o Luís Correia, a Ana Catarina Mendes, a Mariana Vieira da Silva, a Inês de Medeiros e, vá lá, o primo Basílio do combate à pandemia.

      29.09.20

      Li este naco e parece-me que o que o JMT quis fazer seria uma espécie de parábola sobre os três poderes clássicos em Portugal: executivo, Sócrates; legislativo, um grupo de deputados usando máscaras do Ricardo Salgado; e judicial, o Rui Rangel e a mãe do seu filho.

      O magno problema reside nos dois primeiros poderes: em palco tens um vulto negro representando o José Sócrates que desempenhou, em tempos diferentes é verdade, ambas as funções (apenas tendo sido enjaulado com os perfumes de Paris); e, em especial, na singular posição do maestro Ricardo Salgado que, não desempenhando nenhum, tinha nos deputados e governantes do PSD, PS e CDS os seus bonecos de corda… Ora, até agora, que me recorde, não surgiu nenhum caso de captura do poder judicial pelo titular da dinastia Espírito Santo pelo que, se assim tivesse acontecido, o DDT faria o pleno (ao executivo e legislativo, que cabem perfeitamente na tal porta-giratória justamente consagrada, acrescentar-se-á ainda o quinto poder vulgo o da máquina mediática).

      E aqui tens.

      Nota. Quando o doidinho da personagem Valupiana for capaz de assumir publicamente, para não doer, estas e outras verdades que pesam entre um grama até uma tonelada, e conseguir enfiar nos seus cornos isto que eu digo, poderá exibir eventuais exemplos de captura do poder judicial por argentários do PSD, o gangue do BPN, deputados e ministros do Cavaquismo por exemplo. Mas sem transformar a discussão num panfleto anti-Joana Marques Vidal e juiz Carlos Alexandre, com que os desmiolados que o aturam dão algum prazer aos seus testículos e ovários.

        • Sim, é.

          Nota. Esse gajo da Pomba Branca tem jeito para a literatura, concordo. Tanto que tornou-se na leitura predilecta da personagem Valupiana quando faz jogging como os tempos gloriosos do Grande Sócrates no calçadão do Rio de Janeiro: pega nas sapatilhas do Francis Obikwelu quando o sol vai alto, e corre-corre que nem uma gazela!

          🙂

          Pomba Branca
          29 DE SETEMBRO DE 2020 ÀS 14:07
          Nem mais, Valupi!

          Há bué de tempo que transformaste a merda do Aspirina B num almanaque virtual: José Sócrates, Armando Vara, Pedro Silva Pereira e, hoje, voltamos ao inevitável Mr. Magoo também conhecido como Azeredo Lopes… Tu não tens receio que sejas confundido como um soldadinho de chumbo, juras que não vives numa caixinha perdida no sótão? Ou que te dê para aí uma vertigem e te levem de urgência para o Hospital das Bonecas, ali na Praça da Figueira?

          É que com o Bic Laranja, o Lisboa de Outros Tempos, [o Restos de Clecção] e as contas oficiais dos arquivos da CML, TT, Gulbenkian e quê não sei se ainda vais a tempo.

          Enfim tu tem cuidado, mas boa sorte e que Deus te acompanhe!

          &etc, hoje.

        • Coitado do Obikwelu, calçou mais uma vez as sapatilhas e vrummmmm!

          Pomba Branca
          30 DE SETEMBRO DE 2020 ÀS 12:37
          Valupi, tens razão muita razão nisso que dizes!

          A beleza da democracia, a tua, é que sanguessugas como o José Sócrates, o Fernando Medina que com as suas obras de fachada para encher os bolsos aos patos bravos que têm interesses na CML e uns socialistas amonhecarem mais um bocado, olá!, conseguirem a proeza de destruir uma parte do túnel do metropolitano e mandar dizer que vai “abrir um inquérito” à sua augusta pessoa porque com o Costismo lhe foi oferecida a gestão do metropolitano com o devido envelope financeiro dos impostos dos contribuintes portugueses para os meninos maçons do PS rebentarem como quiserem, beleza mesmo é que soldadinhos de chumbo, como tu, passem a puta da vida nesta curtição sobre o Trumpismo, entretidos no jogging ou no ginásio e a lamber os tomates de estranhos…

          Pomba Branca
          29 DE SETEMBRO DE 2020 ÀS 14:07
          Nem mais, Valupi!

          Há bué de tempo que transformaste a merda do Aspirina B num almanaque virtual: José Sócrates, Armando Vara, Pedro Silva Pereira e, hoje, voltamos ao inevitável Mr. Magoo também conhecido como Azeredo Lopes… Tu não tens receio que sejas confundido como um soldadinho de chumbo, juras que não vives numa caixinha perdida no sótão? Ou que te dê para aí uma vertigem e te levem de urgência para o Hospital das Bonecas, ali na Praça da Figueira?

          É que com o Bic Laranja, o Lisboa de Outros Tempos, [o Restos de Colecção] e as contas oficiais dos arquivos da CML, TT, Gulbenkian e quê não sei se ainda vais a tempo.

          Enfim tu tem cuidado, mas boa sorte e que Deus te acompanhe!

          &etc, hoje.

  3. Pois bem, estamos na era do populismo há muitos séculos, logo em política, mais do que nunca tudo é possível, provavelmente iremos a Marte mais cedo do que previsto. Creio que na semana passada ou na outra na revista do expresso vinha um artigo interessante sobre a questão da Eugenia, que recorrentemente volta de vez em quando a ser falada e abordada em tons fascinantes pelos seus defensores, concretamente, através da manipulação dos genes e só de bébés feitos em laboratório será possível evitar que sofram certo tipo de doenças. Então a natureza humana transforma-se em laboratório humana, futuro fenomenal. Isto para explicar que o presidente populista que nós temos não é mais do que um produto perfeito sempre bem amplificado pelos massmedia, que assim criam os seus fantoches para governar e continuar a fazer de conta que são eles os governantes. Marcelo é um exemplo de Eugenia na medida em que é um ser de prestigio acima da média, muito culto e inteligente, perfeito em todos os aspetos, não cria conflitos, não morde ninguém, é todo feito de consensos, será. Pois, o jogo da política moderna não foi criado no século XXI, muito menos no século XX, têm muitos séculos, e teve sempre fases progressivas, destrutivas, e aparentemente pacíficas, mas no seu todo, como todos sabem basta ler certos escritores clássicos, Pessoa por exemplo, a classe política Portuguesa do século XIX e XX sempre primou pela atitude nova-riqueza, glamour e egos gigantes maiores que o próprio corpo, como se comprovou pela evolução da nação. Este latim todo para chegar à conclusão que mudaram-se os tempos mas não as vontades dos que realmente mandam, porque deve ser assim por uma questão de prestigio para Portugal. O prestigio que encheu Portugal de turistas é bom porque não cria mais poluição e ajuda a combater as desigualdades, o prestigio de se ter governos limitados por não poderem tomar decisões estruturais para o país evoluir, é bom, porque até somos elogiados pela Merkel e pela Von der Leyen o que é muito bom porque aquilo que os portugueses pagam da famosa dívida vai direitinho para os que mandam na moeda, o euro.
    Ou seja, um presidente de esquerda, de direita ou do centro, tanto faz, desde que não faça figuras tristes como dizer que é um prestigio ajudar os sem abrigo e dar esmola e depois esquecer-se que leis precárias para os trabalhadores não vetou entre outras coisas importantes para se mudar o país para melhor. Os arranjinhos do Marcelo já todos sabemos, quer de volta o seu partido ao poder, apesar de apelar a união à esquerda, o que para ele é pura contradição.
    Já sabemos todos, no antigo regime fomos analfabetos por culpa da censura e do fascismo, no novo a indústria de manipulação e propaganda com o Fado, Futebol, Fátima, BigBrother, Todo.o.lixo.televisivo.que.abunda.para.todos.os.gostos.e.feitios e a internet criou a geração burra mas digital(a informática é o futuro sustentável de qualquer país desenvolvido, só que eu ainda vejo Portugal como subdesenvolvido, mas não se preocupem sou o único) logo cega porque não pensa e os seus país os da geração à rasca, divida.dependentes porque criam todos ser e ter o sonho americano e não só, ou seja, os que lucraram e lucram, já todos deviam saber de cor e salteado quem são, não são eles que roubam o povo atenção, eles só podem dinheiro emprestado tipo ao Novo Banco para enviar para umas OffShores para atos de caridade e claro as pessoas todas mais ricas do mundo não poluem 50% do Mundo, isso é pura especulação da revista do Balsemão. Ou é preciso fazer uns desenhos animados de preferência a preto e branco, já que a era do caos informativo criam em todos o vício dos brinquedos de estimação para adultos e jovens eletrónicos que são melhores em termos de estímulos que ter um animal de estimação, em detrimento do prazer social de se estar com alguém naturalmente, do prazer de se ler em papel, ouvir música em altos berros, ou desenhar gatafunhos, porque nunca existiu nada perfeito, nem nunca existirá, acordem a perfeição é só um sonho, somo todos mortais, e enquanto vivermos, é melhor sermos livres, do que fazer parte do triste rebanho, que se acovarda e tem medo, o excesso de qualquer coisa cria paranoia, atenção, depois começam as doenças mentais, e não são as drogas, naturais ou da farmácia, nem as bebidas alcoólicas o remédio correto, o remédio é conhecer-se a si próprio, e exercitar-se o músculo que nos dá vida. Claro se houvesse um presidente que apoiasse a cultura e obrigasse o governo a dar 10% do PIB para a Cultura, e contemplar nesse montante o acesso universal à cultura, fosse das pessoas dos guetos, fosse da burguesia, eu votava no gajo(a).

  4. E já agora esse gajo(a) Presidente obrigava o governo a dar 10% à ciência, 0% à Igreja, 10% para erradicar a pobreza e a desigualdade, bem já vamos em 30%, mais muitos porcento para investir em alternativas credíveis no que diz respeito a uma sociedade inclusiva, igualitária, verde, fraterna e empregos de todos os tipos para toda a gente se sentir não feliz mas realizada, lol, utopia, pois Portugal será sempre uma nação roubada desde sempre. :-)))

  5. Os famosos bairros sociais que ao principio eram bairros de barracas, no século anterior eram muitos, claro que em maior número tanto em Lisboa como no Porto, muitos anos e muitas promessas depois criaram-se os guetos modernos que existem em todo o mundo, e que claro, são casas minúsculas, sem condições, tipo prisões, para onde se “atiram” as famílias que também, incrível, são seres humanos, supostamente inferiores, concretamente por serem emigrantes, entre outros fatores. É mais “seguro” para a nação fazer esta separação de acordo com a mentalidade reinante, já que assim os meninos e meninas de “bem” não se misturam com os pretos, ciganos e outros mauzinhos da fita. E depois dizem que nunca existiu nem existe racismo e xenofobia em Portugal. Cosmopolita claro para os turistas é bom assim aparentar, que se saiba não existem tour(s) turísticas pelos bairros sociais (lol) :P:D O Marcelo foi várias vezes a bairros para fazer de conta que se ia mudar esses mesmos bairros, pois, não mudou nada, como sempre. é sempre para parecer bem, país que vive à custa de mentira e aparência com “prestigio” não vem por bem.
    Porque é que o RAP e o Vinturas não brincam com estas coisas, será que ambos não tem coragem, ou afinal não tem piada, mas em Portugal todos direta ou indiretamente contribuímos para esta forma interessante de por um lado se ensinar os direitos humanos, direitos da criança e outras coisas importantes e por outro a não ligar patavina às realidades que não estão à vista, mas que para a deputada do PS gozam de boa vista, uau. Bem é mais do tipo as pessoas dos bairros sociais nunca se poderiam misturar com as demais, porque assim com a mistura de culturas diferentes, a nação “valente” deixaria de ter sentido. Ou provavelmente como me ensinaram a mim quando era puto que os ciganos eram maus, a maioria não percebe que isso é um preconceito e com a experiência de primeiro seres roubado por um cigano e aprenderes por ti a perder o medo e a olhar de forma normal e natural para essa pessoa, ela acaba por perceber que não tens medo e não te rouba (a vida na rua, não se aprende na escola nem na universidade), lol, mas isto não se ensina na igreja, no sistema educativo, aprende-se na rua, de preferência pacífica porque os medos que as outras gerações transmitem podem ser complicados de digerir. A mentalidade de salazar persiste, e por isso a luta continua. :-))) Atenção luta pacífica sempre, armas nunca, pois já chega de mortes civis e desonestas em todo o Mundo, a opressão e forma totalitária do novo regime que todos cheiram, mas não entendem, está à porta de todos os países que acreditarem no sistema corrupto, onde foram inseridos, os mercados “livres” e “honestos” que à custa das crises vai impondo novas regras a nível global com a ajuda do covid19 vai sem dúvida mais uma vez fazer o mundo andar para trás, por isso mesmo, convém abrir a pestana não sendo bufo mas solidário, sendo amigo de todos e não inimigo dos outros, a sociedade para evoluir só depende das pessoas que a constituem, mas claro, devem estar conscientes e atentas, e não doentes e cheias de paranoia, porque não sabem o que será o dia de amanhã, não sabem em quem acreditar, olhem para a história do século XX e tirem as corretas ilações e vivam um dia de cada vez, o mundo não vai acabar amanhã, o medo que querem impor a todos, tem que ser domesticado por cada um, desliguem as notícias, a depressão continua alimentada pela agenda mundial, quer no fundo dominar de uma vez por todas com uma “guerra” que não existe mas alimenta-se de números diariamente as mentes da maioria das populações de modo ser implementado o sistema totalitário que já vigora na China, e para lá caminham muitos países ocidentais, começando pelos Estados Unidos, bem çomo estou a delirar, vou fumar um cigarro, porque ainda posso fumar em casa dos meus pais, ainda não foi proibido, e claro não se esqueçam na~se deixem contaminar pela desinformação totalitária dos meios de comunicação até na internet, se querem a vossa liberdade, pelo menos mental, de volta, leiam livros, sonhem e não se deixem iludir pelas tretas da net, tv, rádio a nivel de “informações”, se for cultura tudo bem, de resto a era da desinformação domina o mundo, e a certeza, incerteza do rumo da doença, mete sempre medo de forma a controlar todos, já sabem. A Internet é o Big Brother, de resto já sabem a história, não tenham medo, amem-se a vós próprios, amem os vossos, os demais, e não sejam covardes, digam não a esta opressão e dominação que tem a finalidade primordial de formatar o mundo e criar o rebanho humano, que afinal já existe. Eu sei que estou louco e não tenho medo da covid19, porque amo o meu filho e a minha família e todos os dias evito a mentira gratuita, o populismo abominável que grassam na informação quotidiana, que não ensinam nada, só alimenta e deprimem toda a gente e claro o efeito do medo só desaparece, quando se diz não, já se sabem as regras de segurança, a máscara, para que é que se têm que saber os números, se estes nem sequer se sabe se são verdadeiros. A estatística é uma ciência sem sentido, não serve para nada, só serve para fomentar mentiras e especulações. Bem já chega, acho que ninguém vai ter pachorra para ler isto tudo.

    Ama-te e os demais
    Sente-te vivo
    Enquanto sonhas
    Abres os olhos
    Quando Falas
    Não tenhas medo
    Somos todos mortais

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